Dúvidas Frequentes

ESTUDANTES

O NAC oferece tratamentos ou faz diagnósticos?

Não. O Núcleo de Acessibilidade (NAC) não realiza diagnósticos nem oferece tratamentos de saúde.

Para atendimento clínico na UEL, entre em contato com:
DASC – Divisão de Assistência à Saúde da Comunidade
SEBEC – Serviço de Bem Estar à Comunidade
Clínica Psicológica da UEL

Como saber se minha condição se enquadra como deficiência para a reserva de vagas nos cursos de Graduação ou Pós-Graduação?

Consulte o edital vigente, que traz as orientações. Em caso de dúvidas, converse com seu médico, responsável pelo diagnóstico e elaboração do laudo.

O laudo deve indicar os comprometimentos que se enquadram como deficiência e será analisado por uma banca específica.

Outros públicos (como altas habilidades/superdotação, TDAH ou dislexia) podem concorrer na reserva de vagas?

Não. As vagas reservadas são exclusivas para pessoas com deficiência, conforme a legislação vigente nas esferas Federal e Estadual.

Depois que eu entrar na UEL, terei suporte para minha deficiência?

Sim. Após a matrícula na Graduação ou Pós-Graduação, o estudante pode requerer acompanhamento educacional especializado diretamente junto à equipe do NAC. Você será cadastrado para participar de todas as atividades de apoio ofertadas por meio de nossso Programa de Apoio.

Será agendada uma entrevista para avaliação inicial das necessidades educacionais e, se necessário, elaborado um Plano Educacional Individualizado.

O NAC também oferece orientação e formações para docentes, disponíveis em cronogramas anuais no site do NAC.

Tenho uma deficiência e frequentemente tenho dificuldades para frequentar as aulas. Posso ter amparo para faltas?

Sim. Você pode requerer solicitação de amparo para problemas de saúde. Esse amparo dispensa sua frequência por até 60 dias no ano letivo, devendo incluir reposição de atividades (Tratamento Excepcional) e deve ser protocolado em até 10 dias úteis a partir do início da impossibilidade de participação. Acesse o Portal do Estudante de Graduação -> Serviços -> Requerimentos -> Amparos e inclua laudo ou atestado médico digitalizado e legível. Mais informações nos Tutoriais da PROGRAD.

E se eu precisar faltar por questões que não estão relacionadas aos tratamentos médicos, tem possibilidade?

Sim. Há varias possibilidades de amparo acadêmico. De acordo com o Regimento Geral da UEL, é vedado o abono de faltas, salvo casos especiais previstos em lei. Os casos previstos para solicitação de Amparo Acadêmico constam no Art. 36 da Resolução CEPE nº 017/2023, abrangendo as seguintes situações:

I – problemas de saúde agudos ou crônicos, caracterizados por incapacidade física ou mental relativa incompatível com a frequência às atividades acadêmicas;

II – estado de gestação ou adoção;

III – luto por falecimento de familiar próximo;

IV – necessidade de acompanhamento de familiar em razão de doença grave;

V – participação em evento cultural, artístico ou científico;

VI – participação em evento desportivo;

VII – participação em evento institucional promovido pelas Pró-Reitorias acadêmicas;

VIII – execução de exercício ou manobra militar;

IX – participação como representante estudantil em reuniões na UEL.

Além disso, há um limite de faltas permitido que é de 25% da carga horária total de cada disciplina sem necessidade de comprovação. Em situações não relacionadas às situações previstas, você pode pode controlar sua frequência para não ultrapassar esse limite.

Não consigo frequentar todas as disciplinas, posso mudar meu curriculo?

Sim. Você pode ajustar sua carga horária na UEL para adequar à sua rotina desde que os ajustes estejam previstos no Projeto Pedaógico do Curso (PPC). Embora não seja possível “mudar o currículo” (a estrutura do curso) individualmente, a universidade oferece mecanismos para cancelar disciplinas ou ajustar sua matrícula. Converse com o Coordenador de Colegiado de seu curso para saber de possibilidades como: ajuste de matrícula, cancelamento de disciplina ou outras alternativas.

Estou tendo problemas em uma disciplina, quem pode me ajudar?

Na UEL, existem várias instâncias e programas focados em apoiar o estudante que enfrenta dificuldades acadêmicas. O caminho ideal depende do tipo de problema (conteúdo, organização ou atitudinal).

1. Apoio Direto na Disciplina (Conteúdo)

  • Professor da Disciplina: É a primeira pessoa a quem você deve recorrer. Agende um horário para falar sobre suas dificuldades.
  • Monitores (Monitoria Acadêmica): Procure o docente da disciplina para saber se é possivel ter um monitor da disciplina. Eles são alunos experientes que ajudam com dúvidas, reforço e trabalhos práticos.

2. Apoio Pedagógico e Estrutural (Organização)

  • Colegiado do Curso: Se a conversa com o professor não for suficiente, procure o Colegiado. Eles ajudam a organizar a trajetória acadêmica.
  • PROGRAD (Núcleo de Acessibilidade da UEL): Oferece suporte para desenvolvendo competências sociais e acadêmicas por meio do Programa de Apoio ao Universitário público-alvo da Educação Especial  na UEL. A programação fica disponível na página do NAC e em publicações do Instagram (@nac.uel)

3. Apoio Clínico e Social (Bem-estar e atitudes)

  • SEBEC (Serviço de Bem-Estar da Comunidade): Oferece acolhimento psicológico individual. Agendamentos pelo ramal (43) 3371-4452 ou na secretaria do SEBEC no campus.
  • Clínica Psicológica da UEL: Oferece plantão psicológico para urgências emocionais (quartas-feiras, 8h às 17h, no CCB) e acompanhamento.
  • DASC – Divisão de Assistência à Saúde da Comunidade: oferece serviços médicos à comunidade interna

DOCENTES – Educação especial no ensino superior

Esta seção reúne orientações do Núcleo de Acessibilidade (NAC) para docentes que têm, em suas turmas, estudantes com deficiência, com transtorno do espectro autista (TEA) ou com altas habilidades/superdotação (AH/SD).

Não encontrou sua dúvida? Fale com o NAC ou com o membro da CAAED do seu centro.

Quatro princípios que orientam as respostas:

  1. Adaptar não é reduzir. O objetivo das adaptações é garantir que o estudante tenha acesso a todo o conteúdo e a toda a avaliação da disciplina – nunca menos.
  2. A barreira está na interação. As dificuldades surgem da combinação entre o contexto educacional e a deficiência. Por isso, as soluções nem sempre envolvem apenas mudanças no comportamento do estudante: podem passar também pela revisão da prática docente e da cultura da sala de aula.
  3. Laudo não é pré-requisito para adaptar. O docente pode, com autonomia, combinar adaptações razoáveis com qualquer estudante que apresente dificuldades, sem consultar laudo ou o NAC.
  4. Você não está sozinho. Colegiado de Curso, CAAED e NAC estão disponíveis para orientar sempre que houver dúvida.

Estudantes sinalizados como PcD na pauta

Quem é sinalizado como PcD na pauta?

Somente estudantes que se autodeclaram e são reconhecidos como pessoa com deficiência conforme a legislação vigente.

Isso não limita o apoio educacional: a legislação deixa claro que ele não pode ser condicionado à apresentação de laudo e, por isso, as atividades de apoio do NAC também estão abertas a estudantes sem essa documentação. A sinalização na pauta, porém, só ocorre nos casos reconhecidos legalmente.

Tenho um estudante sinalizado na minha pauta como PcD. O que devo fazer?

A sinalização indica que o estudante é pessoa com deficiência, está cadastrado no Núcleo de Acessibilidade (NAC) e deve receber atendimento educacional especializado, conforme a legislação brasileira.

Recomenda-se que o docente:

  • converse com o estudante sobre as características da disciplina e verifique quais apoios podem ser necessários;
  • observe possíveis barreiras pedagógicas, comunicacionais ou atitudinais que possam afetar a participação do estudante ao longo do semestre;
  • dialogue regularmente com o estudante sobre suas necessidades acadêmicas;
  • procure o colegiado de curso, o membro da CAAED do seu centro ou diretamente o NAC sempre que houver dúvidas, dificuldades ou necessidade de orientação específica.

Importante: A sinalização na pauta não significa redução de exigências acadêmicas. Ela indica a necessidade de atenção às condições de acessibilidade e permanência e a possíveis adaptações, cujo objetivo é garantir acesso a todo o conteúdo e a toda a avaliação da disciplina.íveis adaptações. Ainda, o objetivo das adaptações é garantir que o estudante tenha acesso a todo conteúdo e avaliação da disciplina, nunca menos.

Tenho um estudante com deficiência que não é do meu centro de origem. Qual representante da CAAED devo procurar?

Procure, preferencialmente, o membro da CAAED do seu centro de lotação. Ele orienta os docentes do seu centro e, quando necessário, faz a articulação com a CAAED do centro ao qual o estudante está vinculado.

Frequência, avaliação e adaptações

Se meu estudante é acompanhado pelo NAC, ele tem direito a abono de faltas ou a ser dispensado de atividades avaliativas (provas, trabalhos, seminários etc.) como estratégia de adaptação?

Não. O acompanhamento pelo NAC não gera direito a abono de faltas. O estudante com deficiência segue as mesmas normas de frequência (mínimo de 75%), inclusive quanto à realização das atividades avaliativas.

Assim, o controle de frequência e os critérios acadêmicos seguem as normas institucionais. Em caso de dificuldades de frequência o estudante com deficiência pode solicitar amparos médicos ou administrar as ausências dentro dos 25% permitido sem necessidade de justificativa seguindo os procedimentos institucionais previstos para justificativa de faltas ou regimes especiais.

Estudantes com deficiência podem reprovar?

Sim. Estudantes com deficiência estão submetidos aos mesmos critérios acadêmicos do curso, incluindo avaliação da aprendizagem, frequência e desempenho.

O que a universidade deve assegurar é a oferta de acessibilidade, recursos e adaptações razoáveis que garantam condições adequadas de participação e aprendizagem.

Se um estudante com deficiência pede uma adaptação, devo atender?

Sim. No entanto, nem toda solicitação implica obrigatoriedade automática. As barreiras identificadas devem ser analisadas considerando a pertinência pedagógica, a razoabilidade e as orientações institucionais.

Sempre que possível, recomenda-se acolher ajustes que favoreçam a acessibilidade e a participação do estudante. Em casos de dúvida, o docente pode consultar o membro da CAAED do seu centro ou o NAC para discussão sobre adaptações acadêmicas adequadas. Veja aqui quem são os membros da CAAED do seu Centro.

Nem toda solicitação do estudante implica obrigatoriedade automática, mas as necessidades apresentadas devem ser analisadas com atenção e sem discriminação. Toda adaptação deve promover a aprendizagem do estudante, sem reduzir critérios nem conteúdos, e também não pode prejudicar os demais estudantes. Recomenda-se que, frente às dificuldades apresentadas e ao pedido específico feito, docente e estudante definam em conjunto a melhor forma de inserir adaptações razoáveis para aquela disciplina. Caso sinta necessidade, o docente sempre pode procurar o NAC ou o representante da CAAED do seu centro para discussões e orientações na seleção das adaptações. LINK SOBRE ADAPTAÇÕES RAZOÁVEIS.

Toda adaptação deve:

  • promover a aprendizagem do estudante;
  • manter os critérios e os conteúdos da disciplina;
  • não prejudicar os demais estudantes.

O ideal é que docente e estudante, a partir das dificuldades apresentadas e do pedido feito, definam juntos as adaptações razoáveis mais adequadas para aquela disciplina. Em caso de dúvida, consulte o membro da CAAED do seu centro ou a equipe do NAC.

Saiba mais sobre adaptações razoáveis sobre ORIENTAÇÕES AOS DOCENTES.

Preciso de laudo ou de acompanhamento do NAC para fazer adaptações?

Não. O docente pode realizar adaptações razoáveis com autonomia, mesmo que o estudante não tenha laudo ou não seja acompanhado pelo NAC.

A conversa com o estudante sobre as dificuldades apresentadas ao longo do semestre deve sempre acontecer, e as adequações combinadas entre docente e estudante podem ser implementadas sem consulta a laudo ou a cadastro no NAC.

Convivência em sala de aula

Considero que o comportamento de um estudante com deficiência está “atrapalhando” a aula. Como devo proceder?

A situação deve ser conduzida de forma pedagógica, ética e não discriminatória. Recomenda-se:

  • conversar individualmente com o estudante, buscando compreender os fatores envolvidos;
  • estabelecer combinados e estratégias pedagógicas adequadas;
  • evitar exposição pública, constrangimentos ou interpretações baseadas apenas no diagnóstico;
  • registrar situações recorrentes e, quando necessário, solicitar apoio do NAC, da coordenação do colegiado de curso e do membro da CAAED do seu centro.

Importante: Comportamentos desafiadores geralmente estão relacionados a barreiras ambientais, dificuldades de comunicação, sofrimento psíquico, sobrecarga sensorial ou outras condições que exigem mediação adequada. O problema não está nas condições biológicas do estudante, mas na combinação entre o contexto educacional e a deficiência. Por isso, as soluções podem passar também pela revisão do próprio posicionamento docente e da cultura da sala de aula.

A turma não quer fazer trabalhos com o estudante com deficiência. Posso permitir que ele trabalhe sozinho?

O ideal é que o docente promova estratégias inclusivas de participação e convivência, evitando o isolamento do estudante. Se a avaliação em equipe foi planejada por ser importante para os objetivos da disciplina e para as competências pretendidas, retirar esse critério significa reduzir as oportunidades de aprendizagem do estudante com deficiência. A recusa da turma pode indicar a necessidade de mediação pedagógica e de enfrentamento de barreiras atitudinais. O trabalho individual pode ser permitido em situações específicas, quando pedagogicamente justificável e com a concordância do estudante, mas nunca como consequência da exclusão pelos colegas.

Encaminhamento ao NAC

Todo estudante com deficiência deve ser encaminhado ou acompanhado pelo NAC?

Não. O acompanhamento pelo NAC ocorre quando o estudante com deficiência apresenta demanda relacionada à acessibilidade, à inclusão acadêmica ou à necessidade de apoio institucional além da sala de aula.

Muitos estudantes têm laudo de deficiência, mas não apresentam dificuldades para acompanhar as atividades acadêmicas nem necessidade de acompanhamento individualizado.

Tenho um estudante que está com dificuldades de aprendizagem e me informou que tem laudo de deficiência ou de outra condição Devo encaminhá-lo ao NAC?

O encaminhamento pode ser feito quando houver indícios de que as dificuldades estão relacionadas à necessidade de acessibilidade e de adaptações acadêmicas.

Ter laudo, porém, não significa necessidade de acompanhamento especializado pelo NAC. Muitas dificuldades acadêmicas não exigem recursos de acessibilidade, e sim apoios já consolidados na instituição, como amparos, serviços médicos, monitorias acadêmicas e outros recursos de apoio aos estudantes.

Antes de encaminhar, recomenda-se conversar com o estudante e analisar as dificuldades pedagógicas apresentadas na disciplina. Lembre-se de que você pode fazer adaptações razoáveis com autonomia, sem depender de laudo ou do NAC.

Suspeito que meu estudante tenha alguma deficiência ou altas habilidades/superdotação. Posso encaminhá-lo ao NAC?

Sim. O docente pode orientar o estudante a participar das atividades de apoio do NAC [LINK: atividades de apoio do NAC] quando perceber dificuldades significativas de participação, aprendizagem, comunicação, interação ou acessibilidade relacionadas a uma possível deficiência ou a altas habilidades/superdotação.

É importante evitar rótulos ou afirmações diagnósticas. A orientação deve ser acolhedora, destacando que o NAC é um espaço de escuta, orientação e apoio à permanência acadêmica, independentemente de confirmação diagnóstica prévia. A conversa com o estudante sobre as dificuldades apresentadas ao longo do semestre deve sempre existir, e possíveis adequações combinadas entre docente e estudante podem sempre ser implementadas, sem dependência de laudo. 

Importante: O NAC é um órgão de apoio educacional. Não realiza avaliação diagnóstica nem emite laudos.

Estudantes com TDAH, dislexia, discalculia ou outras condições são atendidos pelo NAC?

A Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (Decreto nº 12.686, de 20/10/2025) foi instituída, conforme seu art. 1º, para “garantir o direito à educação em um sistema educacional inclusivo para estudantes com deficiência, com transtorno do espectro autista e com altas habilidades ou superdotação, sem discriminação e com base na igualdade de oportunidades”. São essas, portanto, as categorias consideradas legalmente como público da educação especial em todos os níveis de ensino, inclusive no ensino superior.

Assim, a pessoa com transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), dislexia, discalculia ou outras condições não é caracterizada como pessoa com deficiência para fins legais e de cadastro institucional. Por isso, não há no Paraná reserva de vagas PcD para essas pessoas, e elas não são cadastradas no NAC como público-alvo.

No entanto, a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) considera pessoa com deficiência aquela que tem impedimentos de longo prazo que, em interação com barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade. Quando docentes e estudantes relatam impactos significativos e duradouros na participação acadêmica e social, o caso pode ser analisado individualmente pelo colegiado de curso, em conjunto com o estudante e o NAC.

Mesmo sem enquadramento como pessoa com deficiência, esses estudantes podem receber apoios pedagógicos dos docentes, dos colegiados ou do NAC. Esses apoios devem ser definidos entre o estudante e seus docentes com base nas necessidades educacionais, e não apenas no diagnóstico. Em caso de dúvida sobre adaptações razoáveis, procure o NAC.

Apoio ao docente

Que apoios o NAC oferece ao docente?

O NAC pode oferecer:

  • orientação sobre acessibilidade e inclusão no ensino superior;
  • reflexão sobre estratégias pedagógicas e adaptações razoáveis;
  • mediação com estudantes e cursos;
  • orientações sobre recursos de acessibilidade e planejamento acadêmico com acessibilidade;
  • apoio na compreensão de barreiras relacionadas à deficiência, ao transtorno do espectro autista e às altas habilidades/superdotação;
  • formação e ações educativas voltadas à inclusão de pessoas com deficiência e à acessibilidade pedagógica;
  • Reuniões para discussões de situações pontuais envolvendo estudantes cadastrados.

O trabalho do NAC é feito de forma articulada e colaborativa com docentes, colegiados e demais setores da universidade.

O que é a CAAED?

Cada centro da UEL tem docentes que participam do NAC: são os membros da Comissão de Apoio para Acompanhamento de Estudantes com Deficiência (CAAED).

A CAAED participa das discussões dos colegiados sobre seus estudantes com deficiência, orienta docentes, promove capacitações e multiplica ações inclusivas diante das demandas específicas de cada centro.

Conheça os membros da CAAED do seu centro e conte com eles para construirmos juntos um ambiente universitário mais acessível e inclusivo.

O NAC oferece formação continuada para docentes?

Sim. Um exemplo é o Projeto de Pesquisa em Ensino “Estudos para Educação Especial no Ensino Superior: apoios para estudantes com deficiência, altas habilidades/superdotação e transtornos funcionais específicos”, voltado a docentes da UEL e a pós-graduandos stricto sensu.

O grupo se reúne mensalmente, na última sexta-feira do mês, às 10h, a cada vez em um centro diferente. Você está convidado!

Saiba mais em FORMAÇÃO CONTINUADA