CHEFE MÉDICA DA UTI NEONATAL RECEBE CERTIFICAÇÃO DA AMB EM MEDICINA PALIATIVA.

CCS


atualizado 2 anos atrás


Intranet H.U

A neonatologista chefe da UTI Neonatal do HU-UEL, Fernanda Pegoraro de Godoi Melo, recebeu, após aprovação em exame de suficiência, na semana passada, da Associação Médica Brasileira (AMB), o título de especialista em Medicina Paliativa, na sua área de atuação em Cuidado Integral Paliativo Perinatal (CIPP) da Unidade Neonatal/Perinatal.  Fernanda faz parte da equipe multiprofissional que montou o Grupo de CIPP no HU-UEL, que atua desde 2020 nas Unidades Neonatais do Hospital.

Fernanda é também professora assistente do Departamento de Pediatria – área de Neonatologia, do CCS-UEL, mestra e doutoranda em Ciências da Reabilitação – linha de pesquisa em Cuidados Paliativos Perinatais. Ela é uma das profissionais altamente qualificadas que fazem da UTI Neonatal do HU referência no Estado e no País.

Neonatologista Fernanda Pegoraro, Médica Chefe da UTI Neonatal do HU: Exame de suficiência traz mais qualificação da AMB para a Unidade.

Segundo ela, a OMS define cuidados paliativos como uma abordagem que melhora a qualidade de vida dos pacientes – adultos e crianças – e das suas famílias que enfrentam problemas associados a doenças potencialmente fatais e ameaçadoras à vida. Previne e alivia o sofrimento através da identificação precoce, avaliação impecável e tratamento da dor e de outros problemas, sejam eles físicos, psicossociais ou espirituais.

Para a médica, a qualificação de profissionais que atuam nas Unidades Neonatais adquire importância vital, especialmente no Cuidado Paliativo Perinatal. “Nos últimos 30 anos, avanços tecnológicos nas Unidades Neonatais têm promovido aumento na sobrevida de neonatos criticamente doentes. Nem sempre permanecer tecnologicamente dependente está relacionada com qualidade de vida. Algumas vezes, a sobrevivência desses bebês acarreta sequelas graves e sofrimento prolongado para o paciente, seus familiares e equipe cuidadora. Cada vez mais nos depararmos com recém-nascidos gravemente doentes que não respondem à terapêutica instituída e gestantes com fetos que apresentam doenças ameaçadoras à vida, em que essas famílias precisam enfrentar a possibilidade de que seu filho possa ter a vida interrompida mais precocemente. Foi então que surgiu no nosso serviço a necessidade de iniciarmos as atividades do nosso Grupo de Cuidados Paliativos Perinatal e desenvolvimento de várias linhas de estudos da equipe multiprofissional e publicações científicas no assunto, desde 2020”, relata Fernanda Pegoraro.

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