MEMORIAL DE VÍTIMAS DE FEMINICÍDIO NO PARANÁ – 2025
A FALTA QUE FAZ

JANEIRO/2025

01 de janeiro de 2025
Luana Felícia da Costa
Idade: 28
Município (PR): Rio Bonito do Iguaçu
Local do crime: Residência compartilhada com o agressor
Vínculo com o agressor: Marido
Você faz falta!
Na madrugada de 1º de janeiro de 2025, Luana Felícia da Costa, 28 anos, foi morta a tiros em uma propriedade rural na comunidade de Linha Rosa, em Rio Bonito do Iguaçu (PR). A vítima estava na casa onde morava com o marido, identificado pelas reportagens como principal suspeito, em um contexto de violência letal praticada por parceiro íntimo. O caso é investigado pela Polícia Civil como homicídio em contexto de violência de gênero/feminicídio.
Fonte:https://radioguacu.com.br/mulher-e-morta-em-propriedade-rural-na-madrugada-de-ano-novo/
05 de janeiro de 2025
Amanda Monique Gazola
Idade: 31
Município (PR): Guaíra
Local do crime: Residência da mãe de Amanda
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Amanda Monique Gazola era farmacêutica, moradora de Terra Roxa, e tinha 31 anos quando foi morta a facadas pelo ex-companheiro em Guaíra. Era mãe, trabalhava na área de farmácia e mantinha vínculos familiares próximos.
Na noite de 5 de janeiro de 2025, Amanda foi até a casa da mãe para buscar o filho, que havia passado o dia com o pai, seu ex-companheiro. De acordo com as investigações, o ex-companheiro chegou ao local alterado, ameaçou Amanda e a atacou com uma faca, atingindo sobretudo a região do pescoço. O atual companheiro dela tentou intervir, também foi ferido e a levou até a UPA, onde ela não resistiu.
O irmão de Amanda, que também estava na residência, reagiu após ser ameaçado, pegou uma arma de fogo e atirou no ex-companheiro de Amanda, que morreu no local. A Polícia Civil enquadrou a ação dele como legítima defesa. O caso é registrado como feminicídio cometido por ex-parceiro íntimo, em contexto de disputa e controle sobre a vida de Amanda, atingindo diretamente também o filho comum e toda a família que presenciou a violência.


05 de janeiro de 2025
Vanessa Aparecida Mayer
Idade: 30
Município (PR): Palmeira
Local do crime: O corpo foi localizado em um rio/área rural do município, em local afastado, após buscas iniciadas pela família e pela polícia.
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Vanessa Aparecida Mayer, 30 anos, foi encontrada morta na manhã de 7 de janeiro de 2025, parcialmente submersa no Rio Salto, na área rural de Palmeira, nos Campos Gerais do Paraná. Um dia antes, na madrugada de 6 de janeiro, o ex-marido, Sílvio Joel dos Santos, 32 anos, havia morrido em um acidente com carro na BR-277, no mesmo município. A Polícia Civil instaurou inquérito e concluiu posteriormente que Vanessa foi morta pelo ex-marido entre a noite de domingo e a madrugada de segunda-feira, e que ele provocou o próprio acidente em seguida. As investigações registram que ela deixa um filho, o que insere esse feminicídio em um contexto de violência letal que atinge também a estrutura familiar e a vida da criança sobrevivente.
06 de janeiro de 2025
Anna Luiza Bezerra
Idade: 28
Município (PR): São Jerônimo da Serra
Local do crime: Casa onde morava com o filho
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Anna Luiza tinha 28 anos e vivia em São Jerônimo da Serra com o filho de 9 anos, uma criança autista e com deficiência visual que dependia integralmente de seus cuidados. As informações disponíveis a situam como mãe cuidadora em um contexto de vulnerabilidade, atravessado pelas demandas contínuas de saúde e proteção do filho.
Na noite de 6 de janeiro de 2025, Anna Luiza foi assassinada dentro de casa pelo ex-companheiro. O agressor trancou a criança em um quarto, bloqueando a porta, enquanto a violência ocorria. O menino ouviu a mãe gritar e chamar pelo nome do ex-companheiro. Em meio ao desespero, conseguiu acessar um telefone e ligar para a diretora da escola onde estudava, que acionou a polícia.
Anna Luiza foi encontrada morta, com sinais de espancamento e estrangulamento. O agressor foi localizado horas depois e preso. O crime deixou uma criança marcada pela violência extrema e pela perda da principal referência de cuidado, proteção e afeto.
Fonte: https://noticias.r7.com/parana/ric/crianca-escuta-mae-sendo-assassinada-e-liga-para-diretora-da-escola-no-pr-07012025/
https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2025/01/07/crianca-escuta-mae-sendo-assassinada-e-liga-para-diretora.ghtml


12 de janeiro de 2025
Solange Paes de Almeida
Idade: 51
Município (PR): Cascavel
Local do crime: Bar
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Solange tinha 51 anos e vivia em Cascavel, no Oeste do Paraná. Reportagens locais e falas de familiares a descrevem como uma mulher conhecida na região, com vínculos afetivos consolidados na cidade.
Na noite de 12 de janeiro de 2025, Solange foi violentamente agredida em um bar do bairro Brasmadeira após uma discussão com o companheiro/ex-companheiro. Ela foi atingida por golpe de faca, que provocou intensa perda de sangue. Socorrida, foi encaminhada ao Hospital Universitário de Cascavel.
Solange não resistiu às complicações decorrentes da agressão e morreu dois dias depois. O caso foi registrado como feminicídio, em contexto de violência praticada por parceiro íntimo. Após o ataque, o agressor fugiu e foi localizado e preso dias depois, no curso das investigações conduzidas pela Delegacia de Homicídios.
Fonte: https://catve.com/noticia/9/436833/acusado-de-matar-solange-paes-de-almeida-e-preso-pela-dh
13 de janeiro de 2025
Flávia Gabrielly de Almeida Pinto
Idade: 17
Município (PR): Jesuítas
Local do crime: Corpo foi localizado em um córrego em área rural de Jesuítas
Vínculo com o agressor: Cunhado
Você faz falta!
Flávia Gabriely tinha 17 anos e morava com os pais em Jesuítas. Segundo a família, não havia histórico anterior de desaparecimento. No dia 13 de janeiro de 2025, saiu de casa informando que iria até a residência do namorado. Câmeras de segurança registraram a adolescente caminhando sozinha pela rua após deixar o local.
Após 23 dias de buscas e intensa mobilização familiar, o corpo de Flávia foi encontrado em um córrego, em área rural do município. A investigação passou a concentrar-se no cunhado da adolescente, marido de sua irmã, apontado como principal suspeito. Foi ele quem indicou à polícia a área onde o corpo foi localizado, no curso do depoimento.
O caso é enquadrado como morte violenta. O cunhado foi preso preventivamente, sob suspeita de homicídio e ocultação de cadáver.


14 de janeiro de 2025
Aline de Melo Canhet
Idade: 27
Município (PR): Cascavel
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Aline tinha 27 anos e vivia em Cascavel. As reportagens informam que ela estava grávida no momento em que foi assassinada, o que confere ao caso uma dimensão adicional de violência, atingindo simultaneamente sua vida e a gestação em curso.
Na madrugada de 14 de janeiro de 2025, Aline foi morta dentro de casa, vítima de disparo de arma de fogo na região da cabeça. Equipes de socorro foram acionadas, mas apenas puderam constatar o óbito.
A investigação aponta o ex-companheiro como principal suspeito. O crime foi enquadrado como feminicídio, com imputação adicional relacionada à interrupção violenta da gestação.
Fonte: https://ric.com.br/seguranca/ex-companheiro-e-preso-suspeito-de-matar-jovem-com-tiro-na-cabeca/
16 de janeiro de 2025
Rosemar Vinck
Idade: 45
Município (PR): Medianeira
Local do crime: Residência do agressor
Vínculo com o agressor: Cliente
Você faz falta!
Rosemar tinha 45 anos e trabalhava como profissional do sexo. As reportagens indicam que mantinha vínculos afetivos e redes de convivência na região onde atuava, sendo conhecida entre colegas e pessoas com quem se relacionava.
Em 16 de janeiro de 2025, Rosemar foi morta após um encontro marcado em Medianeira. Segundo a investigação, o autor do crime a assassinou após o atendimento e, em seguida, esquartejou o corpo.
Os restos mortais foram submetidos a tentativas de destruição e ocultação, sendo posteriormente abandonados em um balde, em imóvel vizinho ao local dos fatos. O inquérito policial foi concluído com o enquadramento do caso como feminicídio qualificado, com agravantes relacionados à ocultação e destruição do corpo.

17 de janeiro de 2025
Mariane Alves de Assis
Idade: 27
Município (PR): Jataizinho
Local do crime: Casa abandonada na região central de Jataizinho
Vínculo com o agressor: Namorado
Você faz falta!
Mariane tinha 27 anos e vivia em Jataizinho. Segundo as informações divulgadas, mantinha um relacionamento afetivo havia cerca de um ano.
Na noite de 17 de janeiro de 2025, Mariane participou de um churrasco e, posteriormente, foi até uma casa abandonada na região central da cidade acompanhada do então namorado. Durante o encontro, houve uma agressão que resultou em sua morte.
A investigação apurou que Mariane foi atacada com um objeto cortante, sofrendo ferimentos fatais. Elementos encontrados no local e lesões no corpo do agressor indicam que ela tentou se defender. O caso foi enquadrado como feminicídio, em investigação conduzida pela Polícia Civil.


18 de janeiro de 2025
Marcela Tunnermann de Oliveira
Idade: 23
Município (PR): Campo Mourão
Local do crime: Local de trabalho da vítima
Vínculo com o agressor: Não informado
Você faz falta!
Marcela tinha 23 anos e foi morta a tiros enquanto trabalhava em uma loja de conveniência em Campo Mourão. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que um homem entrou no estabelecimento e efetuou os disparos contra a vítima, que morreu no local.
O crime ocorreu em espaço público e durante o exercício de sua atividade de trabalho. A autoria e a motivação do assassinato não foram divulgadas nas informações disponíveis à época dos fatos.
19 de janeiro de 2025
Karoline Bernardes
Idade: 30
Município (PR): Apucarana
Local do crime: Região da Estrada do Barreiro
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Karoline tinha 30 anos e vivia em Apucarana. Na noite de 19 de janeiro de 2025, ela morreu na região da Estrada do Barreiro, após ser feita refém e usada como escudo durante um confronto entre um homem armado e a Polícia Militar.
As reportagens descrevem que o episódio teve início após um capotamento de veículo em área de mata. Na sequência, Karoline foi mantida sob controle do agressor, que entrou em confronto com policiais. Karoline e o homem morreram no local.


20 de janeiro de 2025
Maria de Lourdes Frediani
Idade: 76
Município (PR): Jandaia do Sul
Local do crime: Residência compartilhada com o agressor
Vínculo com o agressor: Filho
Você faz falta!
Maria, com 76 anos, foi encontrada morta em sua casa, em Jandaia do Sul (PR), em 20 de janeiro de 2025, deitada em seu quarto, com ferimentos na região do pescoço. A idosa morava com o filho de 48 anos, que foi localizado no imóvel em estado de surto, e é tratado pelas autoridades como principal suspeito.
21 de janeiro de 2025
Neusa Muller
Idade: 54
Município (PR): Pato Branco
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Filho
Você faz falta!
Neuza tinha 44 anos e vivia em Pato Branco. Em 21 de janeiro de 2025, ela foi atacada dentro de casa pelo próprio filho, atingida por golpes de arma branca e, em seguida, teve o corpo incendiado após o uso de combustível. A residência também foi incendiada.
Neuza foi socorrida em estado grave, mas morreu dias depois no hospital. O caso foi registrado como feminicídio, com indiciamento do filho por feminicídio majorado pelo emprego de fogo.


21 de janeiro de 2025
Delamar do Rocio Correia dos Santos
Kauane Damaris Santos Antunes
Idades: 45 e 26
Município (PR): Ponta Grossa
Local do crime: Casa das vítimas (mãe e filha)
Vínculo com o agressor: Não informado
Você faz falta!
Delamar do Rocio Correia dos Santos tinha 45 anos e vivia em Ponta Grossa. Era do lar. Sua filha, Kauane Damaris Santos Antunes, tinha 26 anos e trabalhava como auxiliar de produção.
Na madrugada de 21 de janeiro de 2025, as duas foram mortas a tiros dentro da casa onde moravam, em Ponta Grossa. Vizinhos acionaram a Polícia Militar após ouvirem gritos e disparos.
A Polícia Civil informou a prisão de dois suspeitos no curso da apuração: um preso em flagrante no dia do crime e outro preso em 14 de fevereiro de 2025.

26 de janeiro de 2025
Larissa de Morais Buss
Idade: 17
Município (PR): Francisco Beltrão
Local do crime: Em frente a um clube de dança
Vínculo com o agressor: Ex-companheira
Você faz falta!
Larissa tinha 17 anos e vivia em Francisco Beltrão. Na madrugada de 26 de janeiro de 2025, ela saiu de um clube de dança no bairro Alvorada acompanhada da mãe.
Do lado de fora, Larissa foi atacada com faca e sofreu um ferimento fatal no peito. A mãe tentou protegê-la e também foi ferida no ombro. Larissa chegou a receber atendimento, mas não resistiu.
A apuração descrita nas reportagens indica que o ataque ocorreu após desentendimento ligado a uma relação afetiva anterior. Duas mulheres foram apontadas como suspeitas: uma foi detida ainda na madrugada e a outra foi presa preventivamente no dia 27 de janeiro de 2025.
26 de janeiro de 2025
Pâmela Gabriely Lins
Idade: 16
Município (PR): General Carneiro
Local do crime: Corpo encontrado às margens de um rio
Vínculo com o agressor: Pai adotivo
Você faz falta!
Pâmela tinha 16 anos e vivia em General Carneiro. Ela foi adotada pelo homem que a matou e por sua ex-companheira. Segundo as informações divulgadas, após a separação do casal, Pâmela passou por diferentes arranjos de moradia, incluindo períodos com familiares e em abrigos, e havia retornado recentemente à cidade. No momento do crime, morava com o pai adotivo e a namorada dele.
Na noite de 26 de janeiro de 2025, Pâmela desapareceu após sair de casa. Seu corpo foi encontrado no dia seguinte, às margens de um rio, em área rural do município, com marcas de estrangulamento.
Após a morte de Pâmela, o pai adotivo gravou um vídeo confessando o crime e atentou contra a própria vida, morrendo em seguida. A Polícia Civil prendeu em flagrante a namorada dele por fraude processual, relacionada à destruição de evidências.

30 de janeiro de 2025
Mulher
Idade: 79
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Genro
Você faz falta!
Uma mulher de 79 anos foi encontrada morta dentro do próprio apartamento no bairro Jardim Botânico, em Curitiba, no fim da tarde de 30 de janeiro de 2025. No atendimento à ocorrência, foi registrado que o genro dela morreu após tirar a própria vida no mesmo dia.
Fonte: https://massa.com.br/noticias-de-hoje/idosa-morta-no-jardim-botanico/


30 de janeiro de 2025
Mulher
Idade: 42
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Via pública
Vínculo com o agressor: Não informado
Você faz falta!
Uma mulher de 42 anos foi morta a tiros na noite de 30 de janeiro de 2025, na Cidade Industrial de Curitiba. Ela chegava em casa e estava dentro do próprio carro quando um veículo se aproximou e foram efetuados disparos contra ela. A vítima morreu no local.
Fonte: https://massa.com.br/noticias-de-hoje/mulher-morre-curitiba/
Janeiro de 2025
Nome: Não informado
Idade: Não informado
Município (PR): São José das Palmeiras
Local do crime: Não informado
Vínculo com o agressor: Não informado
Fonte: Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp)

FEVEREIRO/2022

01 de fevereiro de 2025
Cristina Rodrigues Assunção
Idade: 44
Município (PR): São José dos Pinhais
Local do crime: Residência compartilhada com o agressor
Vínculo com o agressor: Parceiro/coabitante/vínculo sexual emocional
Você faz falta!
Cristina tinha 44 anos e vivia em São José dos Pinhais, no bairro Parque da Fonte. Familiares relataram que ela vivia um relacionamento de longa duração e que, havia algum tempo, tentava se separar.
Na manhã de 1º de fevereiro de 2025, dentro da residência, Cristina teve o corpo incendiado após o companheiro lançar combustível sobre ela e atear fogo. Ela foi socorrida com queimaduras extensas e internada no Hospital Evangélico Mackenzie, em Curitiba.
Cristina morreu em 10 de fevereiro de 2025. O agressor também morreu em decorrência do mesmo episódio.
11 de fevereiro de 2025
Jaqueline Cristina Mathias Leite
Idade: 35
Município (PR): Matinhos
Local do crime: Residência compartilhada com o agressor
Vínculo com o agressor: Marido
Você faz falta!
Jaqueline tinha 35 anos e vivia em Matinhos, no bairro Tabuleiro. Ela mantinha relação conjugal com o homem apontado como autor do crime e morava com ele e com os filhos do casal.
Jaqueline foi encontrada morta dentro de casa, vítima de disparos de arma de fogo. Duas crianças que estavam na residência foram acolhidas pelo Conselho Tutelar.
Na mesma manhã, o companheiro morreu após se envolver em um acidente de trânsito, no contexto do mesmo episódio.


11 de fevereiro de 2025
Josicler Pieckocz
Idade: 56
Município (PR): Piên
Local do crime: Residência compartilhada com o agressor
Vínculo com o agressor: Marido
Você faz falta!
Josicler tinha 56 anos e vivia em Piên. Era casada e morava com o companheiro em uma chácara no município. Familiares a descrevem como uma mulher dedicada à família, com vínculos afetivos sólidos e presença constante na vida de pessoas próximas.
Josicler foi morta dentro de casa, vítima de agressões com objeto contundente. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que ela tentou pedir socorro durante o ataque.
A investigação apontou que o crime foi praticado pelo marido, com a participação de outra pessoa. O caso foi enquadrado como feminicídio. Os responsáveis foram julgados pelo Tribunal do Júri e condenados a penas de 40 anos para o marido e 33 anos para o outro réu, em decisão que reconheceu a gravidade da violência praticada contra Josicler.
Familiares acompanharam o julgamento e afirmaram que, apesar da condenação, a perda permanece irreparável, ressaltando que a responsabilização penal não repara a ausência deixada por ela.
Fonte: https://www.informativofazenda.com.br/mulher-de-ex-vereador-e-assassinada-a-marretadas-em-pien/
17 de fevereiro de 2025
Rosa Teresa Costa
Idade: 48
Município (PR): Foz do Iguaçu
Local do crime: Imóvel desocupado
Vínculo com o agressor: Não informado
Você faz falta!
Rosa tinha 48 anos e vivia em Foz do Iguaçu. Segundo as informações divulgadas, ela estava em situação de rua.
Na tarde de 17 de fevereiro de 2025, Rosa foi encontrada sem vida na Avenida Morenitas, no bairro Porto Meira, com ferimentos provocados por faca. Equipes do SAMU foram acionadas e constataram o óbito no local.
Fonte: https://cgn.inf.br/noticia/1763983/mulher-e-encontrada-morta-com-ferimentos-de-faca-em-foz-do-iguacu

19 de fevereiro de 2025
Natacha Assunção
Idade: 27
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Via pública
Vínculo com o agressor: Não informado
Você faz falta!
Natacha Assunção tinha 26 anos e era vendedora ambulante. Moradora de Colombo, na Região Metropolitana, ela trabalhava com frequência no Centro de Curitiba e era conhecida por outras pessoas que também vivem do comércio ambulante na cidade.
Na noite de 19 de fevereiro de 2025, Natacha foi atacada com golpes de faca na região do pescoço na Rua Pedro Ivo, no Centro de Curitiba, após uma discussão. Ela chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital Evangélico Mackenzie, mas não resistiu.
Em maio de 2025, a Polícia Civil do Paraná prendeu preventivamente um homem suspeito do homicídio; segundo a PCPR, ele confessou o crime após a prisão.
Fonte: https://www.bandab.com.br/seguranca/vendedora-ambulante-morre-esfaqueada-centro-de-curitiba/


20 de fevereiro de 2025
Jessicléia Martins
Idade: 17
Município (PR): Guaíra
Local do crime: Residência da vítima em território indígena
Vínculo com o agressor: Conhecido
Você faz falta!
Jessicléia tinha 17 anos e era uma jovem Avá-Guarani, moradora do tekoha Yvy Okaju, na Terra Indígena Tekoha Guasu Guavirá, em Guaíra.
Na noite de 20 de fevereiro de 2025, Jessicléia foi atacada dentro de casa, enquanto preparava o jantar. O agressor, um homem não indígena de 67 anos, era descrito por testemunhas como alguém que se dizia amigo da família e que, havia meses, vinha assediando a adolescente. Segundo os relatos reunidos na apuração, Jessicléia recusava qualquer relação com ele.
Após o crime, o suspeito foi preso em flagrante. O Ministério Público do Paraná denunciou o caso como feminicídio e pediu o aumento da pena com base no uso de recurso que dificultou a defesa da vítima e no emprego de meio cruel, além de solicitar reparação por danos morais à família.

20 de fevereiro de 2025
Keteny Cristine de Almeida
Idade: 28
Município (PR): Piraquara
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Agressores contratados pelo companheiro da vítima
Você faz falta!
Keteny tinha 28 anos e vivia em Piraquara, no bairro Vila Fuck. As informações divulgadas indicam que ela havia se mudado para o endereço havia cerca de quatro meses e não tinha antecedentes criminais.
Na tarde de 20 de fevereiro de 2025, dois homens invadiram a casa e atiraram diversas vezes contra Keteny, na Rua Francisco Ribeiro Júnior. Uma filha adolescente estava na residência e, segundo relatos publicados, não foi vista pelos atiradores; depois, ela reconheceu um suspeito a partir das características e, mais adiante, em procedimento de reconhecimento relatado pela imprensa.
A investigação noticiada apontou, inicialmente, a hipótese de que o crime pudesse ter relação com cobranças ou vingança ligadas ao companheiro de Keteny, que estava preso. Em atualização posterior, a imprensa registrou que a Polícia Civil passou a considerar a possibilidade de que o companheiro fosse o mandante do assassinato.
Fonte: https://bandnewsfmcuritiba.com/mulher-e-morta-a-tiros-dentro-de-casa-em-piraquara/
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21 de feveriero de 2025
Mell Gabrielle Lisboa
Idade: 23
Município (PR): Almirante Tamandaré
Local do crime: Espaço público
Vínculo com o agressor: Ex-namorado
Você faz falta!
Mell tinha 23 anos e vivia em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. Era estudante de Pedagogia e fazia estágio em uma escola da rede municipal, segundo registro público de sua atuação e notas publicadas por entidades locais.
Na manhã de 21 de fevereiro de 2025, Mell voltava para casa quando foi perseguida e atacada com golpes de faca pelo ex-namorado, em via pública, na Rua Augusto Domacoski, no Jardim Paraíso. Ela chegou a ser reanimada por socorristas, mas morreu a caminho do hospital.
Uma semana depois, em 27 de fevereiro, a Polícia Civil prendeu um jovem apontado como principal suspeito do crime. As notícias registram que familiares e amigas(os) organizaram mobilizações públicas pedindo justiça e acompanhamento do caso.


22 de fevereiro de 2025
Gesica Souza Rodrigues
Idade: 33
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Residência de terceiros
Vínculo com o agressor: Cunhada
Você faz falta!
Gésica tinha 33 anos e vivia em Curitiba. Trabalhava como diarista e mantinha vínculos familiares na região sul da cidade, onde organizava sua rotina entre o trabalho e a vida doméstica.
Na tarde de 22 de fevereiro de 2025, Gésica foi morta com golpes de faca dentro de uma residência no bairro Ganchinho. As informações divulgadas indicam que a agressão ocorreu em um contexto de conflito familiar. A principal suspeita é uma mulher com quem Gésica tinha vínculo de parentesco por afinidade, cunhada da vítima.
Após o ataque, a agressora deixou o local. O caso foi registrado como homicídio e passou a ser investigado pelas autoridades.
24 de fevereiro de 2025
Raquel Aparecida Stanquevinski
Idade: 45
Município (PR): Chopinzinho
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Raquel tinha 45 anos e vivia na comunidade de Lagoão, na área rural de Chopinzinho. Na manhã de 24 de fevereiro de 2025, ela foi encontrada morta no pátio, em frente à residência. A Polícia Militar relatou sinais de sangue no interior do imóvel, levantando a hipótese de que a agressão tenha começado dentro da casa e que Raquel tenha tentado sair para escapar.
No dia seguinte, as notícias registraram que o principal suspeito era o ex-companheiro de Raquel. Segundo o que foi divulgado, eles haviam mantido um relacionamento de aproximadamente sete meses e estavam separados havia cerca de três; familiares relataram que ele não aceitava a separação. O suspeito foi encontrado morto na zona rural do município, o que encerrou a possibilidade de responsabilização penal em vida, mas não apaga a violência sofrida por Raquel.


26 de fevereiro de 2025
Taimar Gómez Stevz
Idade: 24
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Marido
Você faz falta!
Taimar tinha 24 anos. Era venezuelana e vivia em Curitiba com os dois filhos pequenos, de 3 e 7 anos. As informações divulgadas registram que ela havia vindo para a cidade em busca de recomeço e melhores oportunidades.
Na noite de 26 de fevereiro de 2025, no bairro Cajuru, Taimar foi esfaqueada dentro de casa pelo marido, na presença das crianças. Mesmo gravemente ferida, ela conseguiu sair com os filhos e pedir socorro em uma igreja próxima. Foi atendida pelos bombeiros, chegou a ser reanimada após paradas cardíacas e encaminhada ao Hospital Universitário Cajuru.
Taimar morreu no dia seguinte, 27 de fevereiro. O marido foi preso em flagrante, após ser contido por vizinhos.
Fonte: https://www.bandab.com.br/seguranca/morre-no-hospital-jovem-esfaqueada-pelo-marido/
26 de fevereiro de 2026
Zarhará Hussein Tormos
Idade: 25
Município (PR): Foz do Iguaçu
Local do crime: Área de mata (Remanso Grande), onde o corpo foi localizado dentro do próprio veículo
Vínculo com o agressor:
Suspeita 1: conhecida por vínculo profissional
Suspeito 2: namorado da suspeita
Você faz falta!
Zarhará tinha 25 anos e vivia em Foz do Iguaçu. Era estudante de Biomedicina e mantinha presença ativa nas redes sociais, onde divulgava também trabalhos e parcerias.
No dia 26 de fevereiro de 2025, Zarhará desapareceu após ser vista nas proximidades da faculdade. Dois dias depois, em 28 de fevereiro, ela foi encontrada morta dentro do próprio carro, em uma área de mata no Remanso Grande, com sinais de violência e com mãos e pernas amarradas.
A investigação apontou como responsáveis uma mulher que tinha contato prévio com Zarhará por uma parceria comercial e o namorado dessa mulher. O Ministério Público apresentou denúncia, a Justiça a recebeu e os dois se tornaram réus pelo homicídio (com desdobramentos apontados na acusação).
Fonte: https://catve.com/noticia/9/440173/estudante-de-25-anos-e-encontrada-morta-em-foz-do-iguacu


27 de fevereiro de 2025
Jenyffer Soares Brau Kruczkievicz Gardini
Idade: 19
Município (PR): Paranaguá
Local do crime: Terreno baldio
Vínculo com o agressor: Não informado
Você faz falta!
Jenyffer tinha 19 anos e morava com a família em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Pessoas próximas relataram que ela alimentava o sonho de seguir carreira na área da perícia criminal.
Jenyffer desapareceu em 25 de fevereiro de 2025 e foi encontrada morta em 27 de fevereiro, em Paranaguá. O corpo estava em um terreno baldio no bairro Jardim Paraná e apresentava sinais de queimaduras, sendo descrito como parcialmente carbonizado. A identificação foi confirmada por órgãos oficiais após o encaminhamento ao IML.
Fonte: https://www.bandab.com.br/seguranca/jenyffer-soares-encontrada-morta/
28 de fevereiro de 2025
Jussara Boaventura Czelusniak
Idade: 61
Município (PR): Ponta Grossa
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Não informado
Você faz falta!
Jussara tinha cerca de 60 anos e vivia em Ponta Grossa, no bairro Oficinas. Era casada e mantinha vínculos familiares na região onde residia.
Na noite de 28 de fevereiro de 2025, Jussara foi encontrada morta no pátio da residência, com hematomas e sinais de sangramento. O corpo foi localizado pelo marido, que acionou o socorro. Equipes do Samu constataram o óbito no local, e a Polícia Científica foi chamada para os procedimentos periciais.
As informações divulgadas indicam que o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil como possível homicídio, em razão dos sinais de violência observados no corpo. Até o momento, não há registro público de prisões, denúncia formal ou conclusão oficial da investigação.


28 de fevereiro de 2025
Caroline Souza Santos
Idade: 38
Município (PR): São Mateus do Sul
Local do crime: Praça pública
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Caroline Souza Santos tinha 38 anos e era natural de Curitiba. As informações disponíveis indicam que, no período que antecedeu sua morte, ela vivia em situação de rua em São Mateus do Sul, onde mantinha uma relação afetiva com o homem apontado como seu companheiro. Em meio à precariedade material, Caroline organizava sua vida nos espaços públicos da cidade, compartilhando vínculos e rotinas com outras pessoas em situação de vulnerabilidade.
Na virada da noite de 27 para 28 de fevereiro de 2025, Caroline foi brutalmente agredida na Praça do Rio Iguaçu, em São Mateus do Sul. O ataque consistiu em espancamento, com múltiplas lesões na região da cabeça, que resultaram em sua morte ainda no local. Equipes da Polícia Militar e do Samu foram acionadas, mas apenas puderam constatar o óbito.
Segundo as reportagens, o principal suspeito é o companheiro de Caroline, preso ainda naquela madrugada após diligências realizadas na região central da cidade. O caso foi enquadrado como feminicídio, considerando a relação íntima entre vítima e agressor, a violência extrema empregada e o fato de a agressão ter ocorrido em espaço público contra uma mulher em situação de rua.
O corpo de Caroline foi velado e sepultado em Curitiba, onde permaneciam vínculos familiares e afetivos.
MARÇO/2022
05 de março de 2025
Neide Furtuoso Chaves
Idade: 46
Município (PR): Toledo
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Neide Furtuoso Chaves vivia em Toledo, no bairro Jardim Paulista. Na madrugada de 5 de março de 2025, ela foi encontrada morta dentro de casa, após ser atingida por um disparo de arma de fogo. Quem a encontrou e pediu ajuda foi uma familiar, que acionou a polícia ao entrar na residência.
As informações divulgadas apontam que o autor foi o companheiro de Neide, e que ele deixou o local após o crime. Nos dias seguintes, ele passou a ser procurado e o caso foi tratado publicamente como feminicídio.
Ainda em março, a Polícia Civil informou a prisão do suspeito em cumprimento de mandado de prisão preventiva, dando sequência ao procedimento criminal do caso.
Fonte:https://catve.com/2022/noticia/9/440453/mulher-e-morta-pelo-companheiro-no-jardim-paulista-em-toledo


08 de março de 2025
Graciele Stefany dos Santos
Idade: 20
Município (PR): União da Vitória
Local do crime: Área de mata nas proximidades do Ginásio de São Cristóvão
Vínculo com o agressor: Conhecido da vítima e do seu entorno de trabalho
Você faz falta!
Graciele Stefany dos Santos tinha 20 anos, era mãe de um bebê e trabalhava em um pet shop em União da Vitória. Nos dias que antecederam sua morte, a família relatou que ela estava se movimentando para buscar novas oportunidades de trabalho, inclusive preparando currículos.
Na tarde de 6 de março de 2025, Graciele desapareceu. Dois dias depois, na manhã de 8 de março, o corpo foi localizado em uma área de mata próxima ao Ginásio de São Cristóvão. O Instituto Médico-Legal apontou estrangulamento como causa da morte.
A investigação levou à prisão de um suspeito ainda em março. Segundo as apurações divulgadas, tratava-se de alguém que conhecia Graciele e circulava com frequência pelo pet shop onde ela trabalhava. O caso avançou com denúncia e o suspeito passou à condição de réu por homicídio qualificado.
Fonte: https://www.vvale.com.br/seguranca/foi-identificada-mulher-encontrada-morta-em-uniao-da-vitoria/
11 de março de 2025
Clarice da Silva Mateo
Idade: 29
Município (PR): Iporã
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Clarice da Silva Mateo tinha 29 anos e era mãe de duas meninas, de 9 e 10 anos. Segundo as informações divulgadas, ela estava separada havia cerca de um mês, após uma relação longa.
Na manhã de 11 de março de 2025, equipes foram acionadas para atender a um incêndio em uma residência no centro de Iporã. As chamas foram controladas e Clarice foi localizada já sem vida, dentro do imóvel, no quarto.
As reportagens registram que a Polícia Civil tratou o caso como feminicídio e apontou indícios de que o incêndio pode ter sido provocado, incluindo a desconexão de uma câmera de segurança e a presença de álcool em um cômodo diferente daquele onde o fogo teria começado. A principal suspeita recaiu sobre o ex-marido, e a cobertura informa a expedição de mandado de prisão preventiva.


18 de março de 2025
Francieli Kersting Fernandes
Idade: 23
Município (PR): Barracão
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Francieli Kersting Fernandes tinha 23 anos e era mãe de uma criança pequena. Nos dias anteriores à sua morte, ela esteve com a família e deixou a filha sob cuidados de parentes, como parte da rotina de apoio e proteção que atravessa a vida de tantas mães.
Na manhã de 17 de março de 2025, Francieli foi encontrada morta dentro do apartamento onde morava, na Rua Bahia, no centro de Barracão. A Polícia Militar foi acionada após familiares irem até o local procurá-la.
As notícias registram que a principal linha divulgada pela investigação foi a de feminicídio seguido de suicídio, atribuída ao ex-companheiro, encontrado morto no mesmo imóvel.
Fonte: https://rbj.com.br/casal-e-encontrado-morto-em-apartamento-no-centro-de-barracao/
31 de março de 2025
Jocélia Moreira Hagaman
Idade: 31
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Espaço público
Vínculo com o agressor: Marido
Você faz falta!
Jocélia Moreira Hagaman tinha 31 anos e vivia em Curitiba. Na noite de 30 de março de 2025, após uma discussão, seu marido a atingiu com um caminhão que conduzia na Rua Francisca Beralde Paolini, no bairro Caximba. Jocélia morreu no local.
O homem permaneceu na cena e afirmou às autoridades que o atropelamento teria sido acidental. A ocorrência, no entanto, foi tratada como suspeita pelas equipes policiais, que o encaminharam à Delegacia de Delitos de Trânsito.
Nos dias seguintes, a cobertura noticiou que ele passou a responder ao processo em liberdade, enquanto a investigação seguia para apurar as circunstâncias e a responsabilização pelo ocorrido.
Fonte: https://www.bandab.com.br/transito/identificada-mulher-morreu-atropelada-marido-caminhao-caximba/

ABRIL/2022

03 de abril de 2025
Ana Beatriz Velozo
Idade: 24
Município (PR): Paranaguá
Local do crime: Casa da vítima-agressor (conviventes)
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Ana Beatriz Velozo estava no início da vida adulta e mantinha um relacionamento afetivo em Paranaguá. Pessoas próximas relataram que a relação era marcada por conflitos e episódios de violência, ainda que ela não tivesse formalizado denúncias.
Na madrugada de 3 de abril de 2025, dentro da residência do casal, o companheiro de Ana Beatriz disparou contra ela, atingindo a região abdominal. Ela não resistiu aos ferimentos.
Após o disparo, o homem deixou o local. Dias depois, a Polícia Civil cumpriu mandado de prisão preventiva e o prendeu em Paranaguá. O caso foi enquadrado como feminicídio, em razão do vínculo íntimo entre vítima e agressor e da violência praticada no espaço doméstico.
03 de abril de 2025
Jéssica
Idade: Não informado
Município (PR): Santa Helena
Local do crime: Residência em área rural
Vínculo com o agressor: Marido
Você faz falta!
Jéssica tinha cerca de 30 anos e vivia na região de Santa Helena, no Oeste do Paraná. Mantinha um relacionamento afetivo com o homem que a matou e residia com ele em uma área rural do município, onde organizava sua vida cotidiana.
Na noite de 3 de abril de 2025, dentro da residência do casal, o companheiro de Jéssica atirou contra ela, atingindo sua cabeça com um disparo de arma de fogo. Socorrida em estado grave, ela foi levada inicialmente ao hospital de Santa Helena e, depois, transferida para atendimento em Toledo. Jéssica permaneceu internada por alguns dias, mas não resistiu aos ferimentos e morreu em 7 de abril.
Após o disparo, o autor fugiu. Nos dias seguintes, a circulação dele pela região foi registrada em vídeo dentro de um estabelecimento comercial, o que gerou apreensão entre moradores e familiares de Jéssica, que passaram a cobrar sua prisão. O caso foi tratado pelas autoridades como feminicídio, em razão do vínculo íntimo entre vítima e agressor e da violência letal ocorrida no espaço doméstico.


04 de abril de 2025
Hellen Divansil da Silva
Idade: 23
Município (PR): Francisco Beltrão
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Namorado
Você faz falta!
Hellen Divansil da Silva era uma jovem de 23 anos e mãe de um menino pequeno. Pessoas próximas a descrevem como dedicada ao filho e à família, organizando sua rotina em torno do cuidado e da construção de um futuro possível para ambos.
No dia 4 de abril de 2025, o namorado de Hellen disparou contra ela dentro de uma residência, atingindo seu rosto. Gravemente ferida, Hellen foi socorrida e levada ao hospital, onde permaneceu internada por vários dias sob cuidados intensivos.
Em 11 de abril, Hellen não resistiu às complicações decorrentes do ferimento e morreu. Com a confirmação do óbito, o caso passou a ser tratado como feminicídio. O namorado foi apontado como principal suspeito e acabou preso pelas forças de segurança.
A morte de Hellen deixou um filho sem a mãe e uma família marcada pela interrupção violenta de uma vida jovem, atravessada por responsabilidades, vínculos e projetos que não puderam seguir.
05 de abril de 2025
Maria Aurora Lima
Idade: 36
Município (PR): Mangueirinha
Local do crime: Parque
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Maria Aurora Lima trabalhava como frentista e construiu sua vida em Mangueirinha. Ela havia buscado apoio institucional para se proteger do ex-marido e chegou a obter medidas protetivas. Segundo as informações divulgadas, ela retirou uma dessas solicitações após uma tentativa de retomar a convivência, em um contexto marcado por idas e vindas que muitas mulheres enfrentam ao tentar interromper relações violentas.
Na tarde de 5 de abril de 2025, Maria Aurora estava perto do ginásio de esportes, em uma área de parquinho onde crianças brincavam e pessoas circulavam. O ex-marido a seguiu e a atacou com uma faca, diante de testemunhas que tentaram intervir. Ela recebeu atendimento e foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.
Após o ataque, o autor tentou fugir, mas equipes o localizaram e o detiveram pouco depois, em uma área rural do município, segundo as reportagens.
Fonte: https://www.instagram.com/natanews_cvv/reel/DIFcTGbOzmX/


13 de abril de 2025
Luana Ferreira Silazi
Idade: 30
Município (PR): Jaguapitã
Local do crime: Via pública
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Luana Ferreira Silazi vivia em Jaguapitã com o filho e mantinha uma relação antiga e marcada por violência com o homem que havia sido seu companheiro. Nos dias que antecederam sua morte, ela procurou ajuda institucional e obteve uma medida protetiva, buscando interromper um ciclo de agressões que já vinha atravessando sua vida.
Na manhã de 13 de abril de 2025, enquanto caminhava pela cidade acompanhada de familiares, Luana encontrou o ex-companheiro. Pouco depois, em via pública, ele a atacou e a matou. Familiares e pessoas que estavam próximas tentaram intervir, mas não conseguiram impedir o desfecho.
Após o crime, o agressor se apresentou em uma unidade de saúde e acabou preso. O caso foi tratado como feminicídio.
14 de abril de 2025
Silvia Cristina Rodrigues de Andrade
Idade: 43
Município (PR): Jardim Alegre
Local do crime: Residência da vítima em área rural
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Sílvia Cristina Rodrigues de Andrade vivia na região rural de Jardim Alegre, no Assentamento 8 de Abril, onde mantinha vínculos familiares e comunitários. Após o fim do relacionamento, seguia reorganizando sua vida cotidiana, em um contexto marcado por conflitos anteriores com o ex-companheiro.
Na noite de 14 de abril de 2025, dentro da residência onde estava, o ex-companheiro de Sílvia disparou contra ela com uma arma de fogo. Familiares que se encontravam próximos tentaram socorrê-la e a levaram ao hospital de Ivaiporã, mas Sílvia não resistiu aos ferimentos.
A Polícia Civil iniciou a investigação tratando o caso como possível feminicídio. O ex-companheiro foi localizado, ouvido e liberado enquanto as apurações prosseguem para esclarecer as circunstâncias e responsabilidades pelo crime.


17 de abril de 2025
Rosimara Adriana Manthay
Idade: 40
Município (PR): Nova Esperança
Local do crime: Via pública
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Rosimara Adriana Manthay era conhecida em Nova Esperança e trabalhava como vendedora, segundo as reportagens locais. Ela havia buscado ajuda formal diante de ameaças e registros anteriores relacionados ao ex-companheiro, de quem já estava separada.
Na noite de 17 de abril de 2025, ao voltar de uma celebração religiosa, Rosimara caminhava pela rua com a filha de 12 anos quando o ex-companheiro a atacou. Rosimara morreu no local, e a menina presenciou a violência contra a mãe.
Depois do crime, o suspeito fugiu. A Polícia Civil divulgou sua imagem e informou que havia prisão preventiva decretada. Dias depois, ele se apresentou em uma delegacia em Maringá e permaneceu preso.
26 de abril de 2025
Mulher
Idade: Não informado
Município (PR): Foz do Iguaçu
Local do crime: Residência do agressor
Vínculo com o agressor: Namorado
Você faz falta!
Na tarde de sábado, 26 de abril de 2025, equipes de socorro foram acionadas para atender uma ocorrência no bairro Campos Iguaçu, em Foz do Iguaçu. Ao chegarem a uma quitinete, encontraram uma mulher gravemente ferida, que não resistiu às agressões sofridas.
As informações divulgadas indicam que a violência ocorreu no contexto de uma relação afetiva. A mulher estava no local onde o namorado residia, e o casal teria se desentendido na noite anterior. As marcas de agressão, visíveis sobretudo no rosto, indicam a intensidade da violência empregada.
Após a ocorrência, o agressor deixou o local e estava foragido no momento em que o caso veio a público. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para os procedimentos de identificação e necropsia.
A investigação foi assumida pelas autoridades policiais como feminicídio.


27 de abril de 2025
Jackeline Liliane dos Santos
Idade: 28
Município (PR): Sapopema
Local do crime: Trilha de cachoeira em área rural de Sapopema
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Jackeline dos Santos tinha 28 anos e estava grávida. No fim de abril de 2025, ela foi encontrada sem vida em uma trilha que leva a uma cachoeira, em área rural do município de Sapopema, nos Campos Gerais do Paraná.
Jackeline havia ido ao local acompanhada do companheiro. O corpo foi localizado após buscas, e a situação inicialmente apresentada como um acidente passou a ser investigada. As apurações reuniram elementos que indicaram a ocorrência de violência, levando à prisão do companheiro como principal suspeito.
Com o avanço das investigações, o caso passou a ser tratado como feminicídio. A morte de Jackeline interrompeu não apenas sua trajetória, mas também uma gestação em curso, evidenciando a gravidade da violência exercida contra mulheres em contextos de intimidade.
29 de abril de 2025
Mirna Maiara Alderette
Idade: 32
Município (PR): Foz do Iguaçu
Local do crime: Praça pública
Vínculo com o agressor: Não informado
Você faz falta!
Mirna Maiara Alderette tinha 32 anos. Na manhã de 29 de abril de 2025, ela foi encontrada sem vida em um espaço público de Foz do Iguaçu, nas proximidades de uma praça e de uma pista de skate, em frente ao Ginásio Costa Cavalcanti.
As informações divulgadas indicam que a violência ocorreu durante a madrugada. Imagens de câmeras de segurança registraram momentos anteriores ao crime, que passou a ser investigado pelas autoridades policiais.


29 de abril de 2025
Mulher
Idade: Não informado
Município (PR): Diamante D’Oeste
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Não informado
Você faz falta!
Uma mulher foi encontrada morta dentro da residência onde vivia, no município de Diamante do Oeste. O corpo foi localizado após o acionamento das autoridades, que compareceram ao local para os primeiros procedimentos.
Durante o atendimento, foi relatado à equipe que, no fim de semana anterior, a mulher teria sido agredida por um homem com quem convivia. A informação passou a integrar o conjunto de elementos considerados na apuração do caso.
MAIO/2022
04 de maio de 2025
Mulher
Idade: 63
Município (PR): Bom Sucesso
Local do crime: Contexto familiar
Vínculo com o agressor: Familiar direto
Você faz falta!
Em Bom Sucesso, uma mulher de 63 anos se reuniu com familiares para uma comemoração de aniversário. Durante o encontro, uma discussão entre dois filhos evoluiu para confronto físico.
De acordo com os relatos registrados no boletim de ocorrência e repercutidos pela imprensa, em meio à confusão, um dos filhos teria empurrado a mãe. Ela foi levada ao Hospital Municipal de Bom Sucesso, onde chegou sem sinais vitais, e as tentativas de reanimação não tiveram sucesso.


04 de maio de 2025
Joice Mara Kuchnir
Idade: 24
Município (PR): Mandirituba
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Joice Mara Kuchnir tinha 24 anos e vivia em Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba. Ela havia encerrado o relacionamento e buscado proteção institucional diante das violências sofridas, incluindo o pedido de medidas protetivas.
Na madrugada de 4 de maio de 2025, Joice foi morta dentro de casa pelo ex-companheiro. Após o crime, o agressor utilizou o telefone da vítima para enviar imagens do corpo a um homem com quem Joice havia iniciado um novo relacionamento, antes de deixar o local.
A família só tomou conhecimento do assassinato horas depois, a partir de uma ligação feita pelo pai do agressor. O corpo foi então localizado na residência, e o caso passou a ser investigado pelas autoridades como feminicídio.
10 de maio de 2025
Cleuza Gonçalves
Idade: 51
Município (PR): Nova Esperanca
Local do crime: Residência do casal
Vínculo com o agressor: Parceiro/coabitante/vínculo sexual emocional
Você faz falta!
Cleuza Gonçalves tinha 51 anos e vivia em Nova Esperança, no noroeste do Paraná. Na casa onde morava, na região da Granja Yamamoto, sua vida foi interrompida em um contexto de violência que não havia se tornado público até então.
Cleuza foi encontrada sem vida após a chegada de uma equipe de socorro. A avaliação inicial identificou marcas de agressão, e a perícia confirmou que a morte foi causada por traumatismo craniano grave. Com o resultado do laudo, o caso passou a ser investigado como feminicídio.
As informações divulgadas indicam que Cleuza vivia uma relação marcada por violência doméstica. O companheiro, apontado como principal suspeito, deixou a cidade após o crime e foi preso dias depois. A morte de Cleuza revelou uma situação de violência que permaneceu silenciosa até seu desfecho.
Fonte: https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2025/06/04/homem-preso-laudo-pr-feminicidio.ghtml


16 de maio de 2025
Ivete Alves de Oliveira
Idade: 43
Município (PR): Nova Prata do Iguaçu
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Ex-marido
Você faz falta!
Ivete Alves de Oliveira tinha 43 anos e vivia em Nova Prata do Iguaçu, no sudoeste do Paraná. Após o fim do casamento, ela seguia sua vida na casa onde morava.
Na manhã de 16 de maio de 2025, o ex-marido foi até a residência de Ivete. Ele a atacou com golpes de faca dentro de casa, no espaço onde ela conduzia sua vida cotidiana. Ivete não resistiu às agressões.
Depois do crime, o agressor deixou o local, mas foi localizado pelas autoridades e confessou a autoria. A morte de Ivete ocorreu no contexto de uma relação encerrada, marcada pela recusa do ex-marido em aceitar a separação.
18 de maio de 2025
Michelle Alessandra Munhoz
Idade: 39
Município (PR): Arapongas
Local do crime: Residência do casal
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Na noite de 18 de maio de 2025, a violência interrompeu a vida de Michele Alessandra Munhoz dentro da casa onde ela morava, no Conjunto Corina Pugliesi, em Arapongas.
Michele convivia com o companheiro quando ele a atacou com golpes de faca. Pessoas próximas perceberam a situação e acionaram as autoridades, mas Michele não resistiu aos ferimentos.
Após o ataque, o agressor deixou o local. A investigação identificou o vínculo íntimo entre Michele e o autor e passou a tratar o caso como feminicídio.
Fonte: https://cgn.inf.br/noticia/1837970/mulher-e-brutalmente-assassinada-a-golpes-de-faca-neste-domingo


20 de maio de 2025
Daiane Pascoaleto
Idade: 36
Município (PR): Cambé
Local do crime: Casa da vítima
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Na manhã de 20 de maio de 2025, Daine Pascoleto foi atingida por um disparo de arma de fogo em Cambé. O tiro partiu do ex-companheiro, apontado pelas autoridades como responsável pelo ataque.
Daine chegou a receber atendimento, mas não resistiu aos ferimentos. Após o disparo, o homem deixou a cidade e passou a ser procurado pelas forças de segurança.
Dias depois, uma ação conjunta das polícias localizou e prendeu o ex-companheiro em São João do Ivaí. A investigação enquadrou o caso como feminicídio.
Fonte: https://portalcambe.com.br/tentativa-de-feminicidio-e-registrada-em-cambe-suspeito-esta-foragido/
22 de maio de 2025
Pamela Daniele Gomes
Idade: 26
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Via pública, nas proximidades da residência
Vínculo com o agressor: Não informado
Você faz falta!
Na manhã de 23 de maio de 2025, Pamela Daniele Gomes havia acabado de deixar a filha na creche quando duas mulheres se aproximaram e a atacaram com uma arma branca no bairro Uberaba, em Curitiba.
Pessoas que estavam nas proximidades presenciaram o ataque e acionaram socorro. Equipes de emergência chegaram ao local e tentaram reanimá-la, mas Pamela não resistiu aos ferimentos.
A Polícia Civil identificou as duas mulheres envolvidas e passou a procurá-las por homicídio qualificado. As investigações indicaram que o ataque ocorreu após um desentendimento, e o caso passou a ser tratado no âmbito das apurações sobre feminicídio.
Após a morte de Pamela, familiares falaram publicamente sobre a perda. Em uma das reportagens, a filha a recordou como presença cotidiana e afetiva, agora interrompida.
Fonte: https://www.bandab.com.br/seguranca/video-mulher-esfaqueada-uberaba/


25 de maio de 2025
Gabriele Cristine Barreto
Idade: 24
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Motel
Vínculo com o agressor: Conhecido recente
Você faz falta!
Na madrugada de 25 de maio de 2025, Gabriele Cristine Barreto de Freitas estava em um quarto de motel, em São José dos Pinhais, acompanhada por um homem que havia conhecido dias antes. Os dois utilizaram a banheira de hidromassagem, quando Gabriele passou mal e apresentou queimaduras graves em diversas partes do corpo.
O acompanhante a levou para atendimento médico. Ela passou inicialmente por uma unidade de pronto-atendimento e, em seguida, seguiu para o Hospital Universitário Evangélico Mackenzie, em Curitiba, referência no tratamento de queimados. Gabriele permaneceu internada por cerca de seis dias, parte do período consciente e em contato com familiares.
No dia 31 de maio de 2025, Gabriele morreu. O atestado de óbito registrou queimaduras extensas, com lesões de segundo e terceiro graus, como causa da morte.
28 de maio de 2025
Rosa Ferreira da Silva
Idade: 39
Município (PR): Campo Largo
Local do crime: Via pública
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Na noite de 28 de maio de 2025, Rosa Ferreira da Silva estava em Campo Largo quando o companheiro a atropelou de forma intencional após uma discussão, segundo os registros divulgados pela imprensa e pela Polícia Civil.
Rosa tinha 39 anos. A Polícia Civil do Paraná informou que o investigado, de 44 anos, já tinha antecedentes por violência doméstica contra ela e que o casal manteve relacionamento por cerca de 25 anos.
A equipe da PCPR reuniu elementos e pediu a prisão do homem. Ele permaneceu em Campo Largo e a polícia o prendeu em 30 de maio, levando-o para a unidade policial e, depois, ao sistema penitenciário.

JUNHO/2022

02 de junho de 2025
Raissa Suellen Ferreira da Silva
Idade: 20
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Residência do agressor
Vínculo com o agressor: Conhecido
Você faz falta!
Raíssa Suellen Ferreira da Silva, de 23 anos, era conhecida publicamente por sua trajetória em concursos de beleza. Em junho de 2025, seu desaparecimento mobilizou buscas e preocupações de pessoas próximas. A investigação policial reuniu elementos que sustentaram a responsabilização do autor e o enquadramento do caso como feminicídio. Mesmo após o crime, registros analisados pela polícia indicaram tentativas de confundir a apuração e construir versões para afastar suspeitas, ampliando a dor e a insegurança de quem a procurava.
06 de junho de 2025
Isabele Raiane de Bonfim
Idade: 17
Município (PR): Rio Branco do Sul
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Na zona rural de Rio Branco do Sul, Isabele Raiane de Bonfim, de 17 anos, vivia a fase final da gestação quando o companheiro passou a ser investigado por sua morte, registrada na madrugada de 6 de junho de 2025.
Familiares acionaram socorro após ouvirem um disparo vindo da casa. Equipes de atendimento chegaram ao local, mas Isabele não sobreviveu; a morte também interrompeu a gravidez, conforme informaram as autoridades.
O companheiro deixou o local antes da chegada da polícia. Nos dias seguintes, ele enviou áudios ao advogado e à imprensa para negar responsabilidade e sustentar uma versão alternativa para o que ocorreu.
A Polícia Civil divulgou a imagem do investigado e manteve buscas até realizar a prisão em 18 de junho de 2025, em Curitiba, conforme nota oficial.

07 de junho de 2025
Benedita Patrícia da Silva Reis
Idade: 36
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Residência do casal
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Benedita Patrícia da Silva Reis trabalhava como diarista e vivia em Curitiba com a família. Na madrugada de 10 de junho de 2025, o companheiro a atacou dentro da residência onde eles conviviam.
A filha adolescente encontrou Benedita gravemente ferida e acionou o socorro. Equipes de atendimento chegaram ao local, mas ela não resistiu aos ferimentos.
O principal suspeito, companheiro de longa data, deixou o local após o ataque e passou a ser procurado pelas autoridades.


15 de junho de 2025
Jehnnyffer Dias Gonçalves
Idade: 32
Município (PR): Ponta Grossa
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Não informado
Você faz falta!
Jehnnyffer trabalhava como auxiliar de cozinha e conduzia sua vida no bairro Olarias. No domingo, 15 de junho de 2025, o ex-companheiro encontrou Jehnnyffer sem vida dentro de casa e acionou o socorro.
Profissionais de saúde constataram a morte no local e a polícia realizou os primeiros levantamentos na residência. As informações disponíveis indicavam a necessidade de apuração das circunstâncias, sem divulgação pública de causa ou responsabilização naquele momento.
Fonte: https://www.bandab.com.br/noticias-parana/homem-encontra-ex-companheira-morta-casa-parana/
21 de junho de 2025
Franciele Silva
Idade: 28
Município (PR): Palotina
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Em Palotina, Franciele Silva desapareceu na madrugada de 21 de junho de 2025, e pessoas próximas iniciaram buscas enquanto aguardavam notícias.
Dois dias depois, o companheiro procurou a polícia para registrar o desaparecimento, mas caiu em contradições durante a apuração. A investigação reuniu informações e localizou o corpo de Franciele em um milharal, na zona rural, em 24 de junho.
Ainda no curso dos depoimentos, o companheiro confessou o feminicídio e passou a responder também por ocultação de cadáver, conforme divulgado pelas autoridades e pela imprensa.


22 de junho de 2025
Ketlyn Aparecida Alcântara de Souza
Idade: 26
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Casa da vítima-agressor (conviventes)
Vínculo com o agressor: Parceiro/coabitante/vínculo sexual emocional
Você faz falta!
No bairro Santa Quitéria, em Curitiba, Ketlyn Aparecida Alcântara de Souza tinha 25 anos quando sua vida foi interrompida dentro de casa, em 22 de junho de 2025. Nos dias seguintes, circulou nas redes sociais uma postagem em que o companheiro tentou sustentar a versão de um acidente doméstico, atribuindo a morte a uma queda e a uma batida.
A perícia, segundo as autoridades e a cobertura jornalística, afastou a hipótese de acidente e embasou a investigação. A Polícia Civil do Paraná informou a prisão preventiva do investigado, realizada em 7 de julho, no curso do inquérito sobre o feminicídio de Ketlyn.
23 de junho de 2025
Chayene Pereira Lima
Idade: 29
Município (PR): Foz do Iguaçu
Local do crime: Terreno baldio
Vínculo com o agressor: Não informado
Você faz falta!
Chayene Pereira Lima foi encontrada sem vida na noite de 23 de junho de 2025, em um terreno baldio próximo à Rodoviária Internacional de Foz do Iguaçu, na região do bairro Campos do Iguaçu. Pessoas que vivem nas redondezas relataram que, no dia anterior, tinham visto Chayene tentando montar uma estrutura precária para se proteger do frio.
As autoridades registraram indícios de violência e encaminharam o caso para investigação da Delegacia de Homicídios. Meses depois, a Polícia Civil divulgou que buscava informações sobre um homem visto nas proximidades do local na data do crime, por considerá-lo potencial fonte de esclarecimento para a apuração.


24 de junho de 2025
Luci Emanoele Camargo
Idade: 44
Município (PR): São José dos Pinhais
Local do crime: Em frente à residência da vítima
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
A mudança de cidade e uma medida protetiva indicam que Luci Emanoele Camargo buscava distância e segurança para seguir a vida. Ainda assim, na manhã de 24 de junho de 2025, o ex-marido foi até o endereço onde ela morava em São José dos Pinhais e a abordou quando ela saía para trabalhar.
A imprensa local registrou que o ex-marido não aceitava o fim do relacionamento e que já a ameaçava, segundo relatos colhidos no entorno. O casal tinha uma filha adulta, e pessoas próximas lamentaram a perda e a violência que interrompeu a rotina de Luci no início do dia.
Fonte: https://www.bandab.com.br/seguranca/homem-mata-ex-mulher-sao-jose-dos-pinhais/
24 de junho de 2025
Saviana Carla Simioni
Idade: 30
Município (PR): Laranjeiras do Sul
Local do crime: Residência do casal
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Na madrugada de 24 de junho de 2025, em Laranjeiras do Sul, o companheiro de Saviana Carla Simioni a matou dentro da casa onde conviviam, no bairro Palmeiras. Saviana tinha 30 anos.
Após o crime, ele procurou a Polícia Penal e afirmou que queria se entregar. A Polícia Militar foi ao endereço indicado e equipes de saúde constataram a morte no local. A Polícia Civil registrou o caso como feminicídio e iniciou a apuração.
Fonte: https://rbj.com.br/feminicidio-e-registrado-em-laranjeiras-do-sul/?utm_source=chatgpt.com


26 de junho de 2025
Mulher
Idade: 65
Município (PR): Francisco Beltrão
Local do crime: Residência da família
Vínculo com o agressor: Neto
Você faz falta!
Na noite de 26 de junho de 2025, em Francisco Beltrão, um adolescente de 13 anos matou a própria avó dentro da casa onde a família vivia. A violência ocorreu no contexto doméstico e familiar, após um conflito relacionado ao uso de celular.
O neto também feriu o avô durante o ataque. Equipes de segurança e saúde foram acionadas, e a mulher não resistiu aos ferimentos.
JULHO/2022

11 de julho de 2025
Camila Vitória Pio Pontes
Idade: 17
Município (PR): Colombo
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Ex-namorado da mãe
Você faz falta!
Camila vivia com a família em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. Na madrugada de 11 de julho de 2025, o ex-companheiro de sua mãe entrou na casa e a matou com golpes de faca.
O autor conhecia a dinâmica da casa e fazia parte do círculo familiar. A violência atingiu Camila ainda na adolescência e interrompeu uma vida em formação, deixando uma ausência que se inscreve no cotidiano de quem convivia com ela.
Fonte:https://maringapost.com.br/policial/2025/07/11/adolescente-e-morta-a-facadas-em-casa-ex-da-mae-e-suspeito-e-esta-foragido/
16 de julho de 2025
Renata Miranda
Idade: 43
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Pensionato
Vínculo com o agressor: Conhecido
Você faz falta!
Renata Miranda organizava sua vida em um pensionato no centro de Curitiba, onde dividia o espaço com outras pessoas e mantinha uma rotina própria. Ali, ela deixou claro que não queria se envolver afetivamente com um homem que também morava no local.
A recusa não foi aceita. O homem a matou dentro do pensionato, transformando a convivência cotidiana em violência. Renata perdeu a vida porque afirmou um limite.


20 de julho de 2025
Anne Leigh McKenzie
Idade: 27
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Residência do agressor
Vínculo com o agressor: Namorado
Você faz falta!
Anne Leigh McKenzie tinha 27 anos, era sul-africana e mantinha vínculos familiares em Pretória, onde vive sua mãe. Havia chegado ao Brasil poucos dias antes de ter sua vida interrompida de forma violenta.
Anne vivia um relacionamento íntimo com o companheiro, com quem ocupava uma cobertura no bairro Batel, em Curitiba. No local, ela foi morta por disparos de arma de fogo. A investigação policial enquadrou o caso como feminicídio, seguido de suicídio do agressor.
Fonte:https://ric.com.br/seguranca/assassinatos/mulher-e-morta-com-tiro-na-cabeca-por-ficante-em-curitiba/
Julho de 2025
Jaqueline da Silva
Idade: 59
Município (PR): Colombo
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Filho
Você faz falta!
Jaqueline era enfermeira e morava no bairro Guaraituba, em Colombo. Conhecida na vizinhança, mantinha rotina regular e vínculos familiares ativos.
Meses após seu desaparecimento, o corpo de Jaqueline foi encontrado dentro de uma geladeira desligada, na própria casa onde vivia. A investigação policial apura feminicídio com ocultação de cadáver, tendo como principal suspeito o filho, que foi preso. Sua morte interrompeu de forma violenta e silenciosa a trajetória de uma mulher dedicada ao cuidado, cuja vida e memória exigem reconhecimento e justiça.


Julho de 2025
Mulher
Idade: Não informado
Município (PR): Pato Branco
Local do crime: Não informado
Vínculo com o agressor: Não informado
Fonte: Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp)
AGOSTO/2022

03 de agosto de 2025
Adriana Marcos
Idade: 23
Município (PR): Foz do Iguaçu
Local do crime: Via pública
Vínculo com o agressor: Incerto/Desconhecido
Você faz falta!
Adriana Marcos tinha 23 anos e morava em Foz do Iguaçu. Jovem, trabalhadora e mãe de uma filha pequena, mantinha uma rotina marcada por deslocamentos diários para o trabalho e por vínculos familiares próximos.
Na madrugada do início de agosto de 2025, Adriana teve sua vida interrompida de forma violenta em um espaço de convivência no bairro Jardim Universitário. Após uma situação de conflito ocorrida durante uma confraternização, ela foi atingida por um disparo de arma de fogo e não resistiu.
A morte de Adriana deixou uma criança sem a mãe e uma família em busca de respostas. Sua história integra o conjunto de vidas de mulheres jovens interrompidas precocemente pela violência, cuja memória exige reconhecimento, cuidado e justiça.
06 de agosto de 2025
Gisele Aparecida Gouveia
Idade: 40
Município (PR): Siqueira Campos
Local do crime: Não informado
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Gisele Aparecida Gouveia tinha 40 anos e vivia em Siqueira Campos, no Paraná. Pessoas próximas a ela a descreviam como uma mulher dedicada à família e batalhadora, lembrança que ajuda a sustentar sua presença para além do crime.
Na manhã de 6 de agosto de 2025, Gisele sofreu queimaduras graves em um episódio envolvendo gasolina e fogo, no contexto de sua relação com o ex-companheiro.
Gisele recebeu atendimento inicial no município e seguiu, em estado grave, para o Hospital Universitário de Londrina. Ela permaneceu internada por quase um mês e morreu em 3 de setembro de 2025.


15 de agosto de 2025
Mulher
Idade: 14
Município (PR): Cascavel
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Tio
Você faz falta!
A adolescente tinha 14 anos e vivia com sua mãe em Cascavel (PR), no bairro Cascavel Velho. Sua morte interrompeu de forma brutal uma vida em etapa de formação, marcada por vínculos familiares e pela presença cotidiana no espaço da casa.
Na tarde de 15 de agosto de 2025, o tio atacou a adolescente dentro da residência e ela não resistiu. No mesmo episódio, ele feriu sua mãe, que seguiu para atendimento hospitalar em estado grave. Uma criança da família estava no local e recebeu acolhimento até a chegada da assistência social.
15 de agosto de 2025
Daniela Arduini
Idade: 48
Município (PR): Paiçandu
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Namorado
Você faz falta!
Daniela Arduini, de 48 anos, morava no Jardim Canadá, em Paiçandu. Sua vida se organizava naquele espaço doméstico, onde construía vínculos, rotinas e relações afetivas.
Na noite de sexta-feira, 15 de agosto de 2025, o companheiro matou Daniela dentro da própria casa, no contexto de uma relação íntima marcada por violência prévia e ameaças. A filha encontrou a mãe já sem vida na tarde do dia seguinte, no interior da residência.
Daniela vivia sob risco antes de sua morte. O histórico de violência doméstica registrado na relação indica que o feminicídio não surgiu de forma inesperada, mas como desfecho de agressões reiteradas que antecederam o ato final.
A vida de Daniela terminou no lugar onde deveria existir proteção. Sua ausência permanece entre familiares, especialmente na vida da filha, e inscreve mais uma interrupção violenta de uma trajetória feminina no Paraná.


15 de agosto de 2025
Giovanna Emanuelly Ferreira Teleginski
Idade: 28
Município (PR): São José dos Pinhais
Local do crime: Residência do casal
Vínculo com o agressor: Namorado
Você faz falta!
Giovanna tinha 28 anos e mantinha vínculos familiares próximos. Pouco antes de sua morte, ela trocou mensagens com a mãe, em um contato cotidiano que foi interrompido de forma repentina.
Em agosto de 2025, Giovanna teve sua vida interrompida dentro do apartamento onde estava com o namorado, em São José dos Pinhais. Ele a matou por asfixia. No dia seguinte, encontraram Giovanna e o agressor no mesmo imóvel, após ele tirar a própria vida.
Fonte:https://www.bandab.com.br/seguranca/homem-mata-namorada-enforcada-tira-propria-vida-sjp/
18 de agosto de 2025
Jéssica Firmino Bezerra
Idade: 28
Município (PR): Guairacá
Local do crime: Residência do casal
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Jéssica tinha 28 anos. Em Guairaçá, no noroeste do Paraná, o companheiro a atacou dentro da casa onde viviam juntos. Ela recebeu atendimento e foi transferida para hospital em Paranavaí, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na madrugada de 19 de agosto de 2025. Sua morte interrompeu uma vida jovem e deixou familiares diante de uma ausência definitiva.
Fonte: https://diariodonoroeste.com.br/mulher-morre-apos-ataque-a-faca-em-guairaca-companheiro-e-preso/


17 de agosto de 2025
Jocimara da Luz Rosa Blanc
Idade: 36
Município (PR): Irati
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Marido
Você faz falta!
Jocimara tinha 36 anos e vivia em Irati, onde compartilhava a vida com o marido. A história de sua vida estava marcada por laços familiares e rotinas construídas no ambiente rural da localidade de Coxinhos. Na noite de 17 de agosto de 2025, o marido atirou nela com arma de fogo no interior da casa onde viviam. Jocimara não resistiu aos ferimentos e morreu naquele contexto de violência letal.
Fonte:https://acheaquinoticias.com.br/marido-mata-a-propria-esposa-a-tiros-em-irati
31 de agosto de 2025
Kelsileny Rysik Barbosa
Idade: 34
Município (PR): Ibiporã
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Ex-marido
Você faz falta!
Kelsileny tinha 34 anos e mantinha vínculos familiares e de maternidade. Ela havia conseguido medida protetiva contra o ex-marido menos de um mês antes de sua vida ser interrompida pela violência.
Em 31 de agosto de 2025, o ex-marido a matou a facadas dentro da casa onde ela estava em Ibiporã. Após o feminicídio, o agressor se dirigiu a outra localidade, queimou o veículo da vítima e tirou a própria vida.

SETEMBRO/2022

13 de setembro de 2025
Simone de Oliveira Von Dentz
Idade: 37
Município (PR): Rio Branco do Sul
Local do crime: Residência da vizinha
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Simone, 37 anos, vivia em Bocaiuva do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba (Paraná), e compartilhava a vida com o companheiro há cerca de quatro anos. Simone era descrita por familiares como uma mulher integrante de seu ciclo familiar e social, que já havia buscado apoio em momentos de tensão no relacionamento.
Na noite de 13 de setembro de 2025, após uma discussão dentro da residência do casal, Simone deixou o imóvel e foi seguida pelo companheiro no quintal de uma casa vizinha. Ao ser alcançada, ela foi atingida por disparos de arma de fogo que tiraram sua vida.
Antes de ser morta, Simone tentou registrar contato com uma amiga por telefone, na tentativa de pedir socorro, mas não obteve resposta a tempo.
O filho de três anos do casal estava presente no momento e foi deixado pelo agressor em frente a uma residência próxima após o ataque.
Familiares relataram que o relacionamento havia sido marcado por episódios de agressões anteriores. Simone chegou a registrar boletim de ocorrência e obteve medida protetiva contra o companheiro, mas decidiu retirá-la ao retomar o convívio com ele.
A Polícia Civil do Paraná tratou o caso como feminicídio e instaurou investigação para apurar os fatos e responsabilizar o autor, que foi procurado inicialmente após o crime e, segundo relatos posteriores, foi detido quando buscou a delegacia para esclarecer dúvidas sobre a situação.
13 de setembro de 2025
Jaqueline Rodrigues Pereira
Idade: 37
Município (PR): São Miguel do Iguaçu
Local do crime: Casa da vítima-agressor (conviventes)
Vínculo com o agressor: Parceiro/coabitante/vínculo sexual emocional
Você faz falta!
Jaqueline Rodrigues Pereira tinha 37 anos, era mãe de um menino de 11 anos e vivia em São Miguel do Iguaçu, no Oeste do Paraná. Mantinha um relacionamento de cerca de 12 anos com o marido, com quem tinha casamento formalizado havia aproximadamente dois anos. Nos meses anteriores à sua morte, Jaqueline havia concluído o tratamento contra um câncer de mama e recebido alta médica em março de 2025, etapa que marcou um período de retomada de projetos pessoais e familiares.
Recém-formada em Gestão Ambiental, Jaqueline trabalhava como afiadora de facas em um frigorífico de Itaipulândia. Familiares relatam que ela se dedicava intensamente ao trabalho e ao cuidado com o filho, e que demonstrava expectativas de reorganizar a vida após o tratamento de saúde e as dificuldades financeiras enfrentadas durante esse período. Para pessoas próximas, Jaqueline era reconhecida como uma mulher batalhadora, comprometida com a maternidade e com o sustento da família.
Na madrugada de 13 de setembro de 2025, Jaqueline foi morta com um disparo de arma de fogo na cabeça, dentro do contexto doméstico, na residência onde vivia com o marido. Inicialmente, a morte foi apresentada como resultado de um assalto, versão posteriormente afastada pela investigação.
A apuração conduzida pela Polícia Civil do Paraná identificou elementos que indicaram a simulação do crime e a responsabilização do marido, que passou a ser investigado e teve a prisão preventiva decretada. O caso foi classificado como feminicídio.


17 de setembro de 2025
Mulher
Idade: 44
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Via pública
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Uma mulher de 44 anos vivia em Curitiba, no bairro de Santa Felicidade, onde mantinha um relacionamento afetivo com um homem mais jovem. Seu cotidiano se organizava a partir dos vínculos que construía, das rotinas diárias e da circulação por um bairro marcado por intensa movimentação urbana.
Na tarde de 17 de setembro de 2025, durante uma discussão em via pública, o companheiro a agrediu de forma contínua na Avenida Fredolin Wolf. A violência praticada por ele resultou na morte da mulher naquele local, diante de pessoas que transitavam pela região.
Populares intervieram para conter o agressor até a chegada da polícia, que o prendeu em flagrante.
20 de setembro de 2025
Ester Ariane Godofredo
Idade: 25
Município (PR): Londrina
Local do crime: Loja de conveniência
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Ester tinha 25 anos e vivia em Londrina, no Norte do Paraná. Jovem, mantinha relações afetivas, familiares e sociais próprias de sua trajetória de vida e havia encerrado um relacionamento com o homem que, mais tarde, provocaria sua morte.
Na noite de 20 de setembro de 2025, Ester esteve em um bar e loja de conveniência no Conjunto Farid Libos, na zona norte da cidade. Durante uma discussão naquele espaço, o ex-companheiro a atacou com uma faca. Ferida, Ester deixou o local e buscou ajuda nas imediações, alcançando uma viatura policial que realizava abordagens na região.
Mesmo com o atendimento imediato prestado no local, Ester não resistiu aos ferimentos. O ataque interrompeu sua vida de forma abrupta, em um contexto de violência praticada por um homem com quem havia mantido vínculo íntimo.


23 de setembro de 2025
Elaine da Silva Souza Viturino
Idade: 40
Município (PR): Jataizinho
Local do crime: Casa da vítima-agressor (conviventes)
Vínculo com o agressor: Parceiro/coabitante/vínculo sexual emocional
Você faz falta!
Elaine tinha 40 anos e vivia em uma área rural de Jataizinho, no Norte do Paraná, junto com o marido e a filha adolescente. Sua vida, marcada por relações íntimas e familiares, estava inserida no cotidiano de cuidado e convivência que ela partilhava com as pessoas mais próximas.
Na madrugada de 24 de setembro de 2025, uma discussão entre Elaine e o marido, motivada por um episódio envolvendo um telefone celular, resultou em violência letal dentro da residência familiar. Durante o desentendimento, o homem desferiu golpes de faca contra Elaine, atingindo-a na cabeça e no pescoço, o que interrompeu sua vida naquele espaço de convívio doméstico.
A filha de Elaine, de 16 anos, tentou intervir na briga e também foi atingida por facadas.
Após o episódio, equipes da Polícia Militar prenderam o homem em flagrante no Local do crime:. Ele confessou o ataque. A Justiça autuou o agressor por feminicídio consumado e tentativa de feminicídio, e ele foi encaminhado ao sistema prisional enquanto o inquérito policial segue em andamento.
Fonte: https://ppnewsfb.com.br/homem-mata-esposa-a-facadas-durante-discussao-por-celular/amp/
24 de setembro de 2025
Fabiane Osmundo de Souza Campana
Idade: 41
Município (PR): Sarandi
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Ex-marido
Você faz falta!
Fabiane Osmundo de Souza Campana tinha 41 anos, era professora da rede municipal de Marialva e vivia em Sarandi, no Jardim Panorama, onde cuidava do filho de cinco anos. Mãe de dois filhos, mantinha sua vida organizada entre o trabalho na educação pública e o cotidiano familiar, buscando preservar um ambiente de cuidado e proteção para as crianças após a separação conjugal.
Na noite de 24 de setembro de 2025, Fabiane estava em casa quando o ex-marido entrou na residência e a atacou com violência. O filho mais novo do casal presenciou o episódio, sendo retirado do local por um familiar para evitar que também fosse atingido. Fabiane morreu dentro de casa, no espaço onde vivia com o filho.
O histórico recente de Fabiane incluía episódios anteriores de violência praticada pelo ex-marido, que motivaram a concessão de medida protetiva de urgência pela Justiça. Mesmo assim, ele manteve a proximidade com a residência da vítima, descumprindo a ordem judicial.
Após o ataque, o agressor tentou fugir da região, mas acabou localizado e preso em flagrante. O caso passou a ser investigado oficialmente como feminicídio.


25 de setembro de 2025
Lizandra Alves dos Santos
Idade: 30
Município (PR): Rolândia
Local do crime: Resdiência da família
Vínculo com o agressor: Enteado
Você faz falta!
Lizandra tinha 30 anos e vivia em Rolândia, na Região Metropolitana de Londrina, onde compartilhava o cotidiano doméstico com o marido e o enteado. Sua vida se organizava no espaço da casa e nas relações familiares que ali se constituíam, em um ambiente descrito por vizinhos como sem conflitos frequentes aparentes.
Na noite de 25 de setembro de 2025, dentro da residência da família, uma discussão entre Lizandra e o enteado resultou em violência letal. Durante o episódio, o jovem a atacou com uma arma branca, desferindo diversos golpes. Gravemente ferida, Lizandra recebeu atendimento de emergência e foi encaminhada ao Hospital São Rafael, em Rolândia, mas não resistiu aos ferimentos.
Após o ataque, o enteado permaneceu no local e acionou a Polícia Militar. Ele foi preso em flagrante e teve a prisão convertida em preventiva, permanecendo detido enquanto as investigações prosseguem.
29 de setembro de 2025
Eroni Aparecida Rodrigues
Idade: 48
Município (PR): Cascavel
Local do crime: Casa da vítima-agressor (conviventes)
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Eroni tinha 48 anos e vivia em Cascavel, no Bairro Floresta. Era nesse espaço doméstico que organizava sua vida cotidiana e mantinha o relacionamento com o companheiro, com quem convivia havia cerca de dois meses. Mãe, Eroni compartilhava a casa também com a filha adolescente.
Na manhã de 29 de setembro de 2025, dentro da residência onde morava, o companheiro matou Eroni Aparecida Rodrigues. A violência ocorreu no contexto da relação íntima entre ambos e interrompeu sua vida no interior do próprio lar.
Após matar Eroni, o homem tirou a própria vida no mesmo imóvel. A filha da vítima estava na casa naquele momento, mas não presenciou diretamente o ataque, tomando conhecimento da situação com a chegada das equipes acionadas ao local.
A morte de Eroni encerrou de forma abrupta sua trajetória e sua presença na família, deixando uma filha sem a mãe e produzindo uma ausência definitiva no espaço doméstico e nos vínculos afetivos que ela sustentava.

OUTUBRO/2022
06 de outubro de 2025
Marilza Ribeiro Sauer
Idade: 55
Município (PR): Foz do Iguaçu
Local do crime: Residência do casal
Vínculo com o agressor: Marido
Você faz falta!
Marilza tinha 55 anos e vivia em Foz do Iguaçu, no bairro Parque Ouro Verde, região do Porto Meira. Compartilhava a vida com o marido e mantinha sua rotina marcada por relações familiares e afetivas atravessadas, ao longo do tempo, por episódios de violência.
Na noite de 6 de outubro de 2025, o marido matou Marilza com golpes de faca durante uma discussão. A violência ocorreu no contexto da relação conjugal e interrompeu sua vida de forma abrupta.
Antes disso, Marilza buscou ajuda institucional em diferentes momentos, registrou ocorrências e obteve medidas protetivas. Ainda assim, voltou a conviver com o agressor, em uma dinâmica prolongada de controle, ameaças e violência psicológica e física. O ataque que encerrou sua vida representou o desfecho desse ciclo, e não um episódio isolado.
Fonte: https://massa.com.br/seguranca/marilza-ribeiro-sauer/


21 de outubro de 2025
Claudia Valéria de Souza Rissardo
Idade: 45
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Local de trabalho da vítima
Vínculo com o agressor: Ex-marido
Você faz falta!
Claudia tinha 45/46 anos, era proprietária de uma panificadora na Cidade Industrial de Curitiba e mãe de três filhos. Mantinha sua rotina de trabalho e sustento no estabelecimento da família, onde dividia o cotidiano com os filhos e, até pouco tempo antes, com o ex-marido.
Após decidir pelo fim do relacionamento, Claudia passou a viver sob ameaças constantes. Três dias antes de morrer, ela procurou a polícia, relatou agressões e intimidações e obteve medida protetiva de urgência contra o ex-marido, que não aceitava a separação e seguia fazendo ameaças à família.
Na noite de 21 de outubro de 2025, dentro da panificadora onde trabalhava, o ex-marido matou Claudia com golpes de faca. Ele entrou no local armado e a atacou diante dos três filhos e de clientes que estavam no estabelecimento.
Os filhos tentaram defendê-la e também ficaram feridos durante o ataque. Claudia não resistiu aos ferimentos, e sua morte interrompeu sua vida, seu trabalho e a presença cotidiana que sustentava os vínculos familiares e afetivos construídos ao longo dos anos.
25 de outubro de 2025
Ellen Borges Garça
Idade: 34
Município (PR): Reserva
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Ex-marido
Você faz falta!
Ellen 34 anos e vivia em Reserva, onde cuidava dos filhos e mantinha sua vida cotidiana. Após o fim do casamento, ela iniciou um novo relacionamento e passou a conviver com o namorado, Jonatas Heimovski, de 33 anos.
Antes de morrer, Ellen procurou a polícia e registrou ocorrência contra o ex-marido por perseguição, indicando que ele não aceitava o término do relacionamento e mantinha condutas de controle e intimidação.
Na tarde de 25 de outubro de 2025, o ex-marido matou Ellen a tiros na frente de dois de seus filhos, que estavam na residência no momento do ataque. Em seguida, ele também atirou contra Jonatas, que morreu após tentar buscar ajuda.
A morte de Ellen interrompeu sua vida e a relação cotidiana com os filhos, que presenciaram a violência e perderam, de forma abrupta, a presença materna que estruturava seu cuidado e sua convivência.


28 de outubro de 2025
Rosa
Idade: 89
Município (PR): Colombo
Local do crime: Residência da família
Vínculo com o agressor: Filho
Você faz falta!
Rosa tinha 89 anos, era viúva, mãe de 11 filhos e vivia no bairro São Gabriel, em Colombo. Mantinha sua rotina no interior da própria casa e fazia trabalhos de crochê para complementar a renda, preservando vínculos familiares construídos ao longo de décadas.
Na tarde de 28 de outubro de 2025, o filho matou Rosa com golpes de faca dentro da residência onde ela morava. A violência interrompeu sua vida no espaço doméstico que organizava seu cotidiano e sua autonomia na velhice.
O filho vivia conflitos recorrentes com a mãe e permanecia no local no momento do ataque. A morte de Rosa encerrou de forma abrupta uma trajetória marcada pela maternidade extensa e pela manutenção dos laços familiares, produzindo uma ausência definitiva para os filhos, netos e pessoas que com ela conviviam.
Fonte: https://www.bandab.com.br/seguranca/filho-suspeito-morte-mae-chora/
29 de outubro de 2025
Regina Aparecida dos Santos
Idade: 66
Município (PR): Araucária
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Regina tinha 66 anos e vivia no bairro Jardim Israelense, em Araucária, onde mantinha sua rotina e seus vínculos no contexto de uma relação conjugal.
Na noite de 29 de outubro de 2025, o companheiro matou Regina com um golpe de faca no pescoço dentro da residência onde ela morava. A violência ocorreu no contexto da relação íntima entre ambos e encerrou sua vida de forma abrupta.
Após o ataque, o agressor deixou o local e tentou se ocultar, mas equipes da Polícia Civil, da Polícia Militar e da Guarda Municipal localizaram e prenderam o homem poucas horas depois, no centro de Curitiba.
A morte de Regina interrompeu sua trajetória e produziu uma ausência definitiva nos vínculos afetivos e familiares que sustentava.
Fonte: https://opopularpr.com.br/identificada-a-vitima-de-feminicidio-no-israelense/


Outubro de 2025
Mulher
Idade: Não informado
Município (PR): Piraquara
Local do crime: Não informado
Vínculo com o agressor: Não informado
Fonte: Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp)
NOVEMBRO/2022
01 de novembro de 2025
Jéssica Rodrigues da Costa
Idade: 31
Município (PR): Paranaguá
Local do crime: Incerto/Desconhecido
Vínculo com o agressor: Parceiro/coabitante/vínculo sexual emocional
Você faz falta!
Jéssica tinha 31 anos, vivia em Paranaguá e era mãe de três crianças. Grávida de sete meses, organizava sua vida em torno do cuidado com os filhos e da gestação em curso, após ter se separado do ex-companheiro em razão de episódios recorrentes de violência.
Na madrugada de 1º de novembro de 2025, dentro da residência onde morava, o ex-companheiro matou Jéssica com golpes de faca. A violência ocorreu na frente dos três filhos, que estavam na casa no momento do ataque.
As agressões também causaram a morte do bebê que Jéssica gestava. Após o crime, o agressor deixou o local e, horas depois, apresentou-se à polícia, onde permaneceu preso.
A morte de Jéssica interrompeu sua vida e a maternidade que exercia, deixando três crianças sem a presença materna e encerrando de forma abrupta uma gestação em curso.
Fonte: https://www.bandab.com.br/seguranca/mulher-gravida-assassinada-facadas-paranagua/


10 de novembro de 2025
Elizangela Gomes da Silva
Idade: 44
Município (PR): Cambira
Local do crime: Via pública, em frente à residência da vítima
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Elizangela tinha 44 anos e vivia em Cambira, no norte do Paraná. Ela havia buscado ajuda do Estado em diversas ocasiões: registrou ao menos seis boletins de ocorrência contra o ex-companheiro por violência doméstica e ameaças.
Na madrugada de 1º de novembro de 2025, Elizangela telefonou duas vezes para a Polícia Militar para relatar novas intimidações. As viaturas chegaram ao endereço, mas seu perseguidor deixou o local antes.
Pouco depois, às 2h31, o ex-companheiro retornou, atacou Elizangela com uma faca e a feriu gravemente. Ferida, ela saiu de casa e caminhou pela rua pedindo socorro. Câmeras de segurança registraram o momento em que ele a golpeia e a persegue enquanto ela tenta se manter de pé.
A irmã e vizinhos prestaram os primeiros auxílios e levaram Elizangela ao Hospital da Providência, em Apucarana. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois.
Seu agressor já havia sido condenado por outros crimes, incluindo homicídio e violência doméstica, e usava tornozeleira eletrônica no momento do ataque. Após o feminicídio, ele fugiu. A Justiça decretou prisão preventiva, e a polícia realizou buscas em Cambira e em municípios da Região Metropolitana de Curitiba.
A morte de Elizangela expõe a interrupção violenta de uma vida que havia reiteradamente pedido proteção e deixou familiares, amigas e a comunidade local marcados por sua ausência.
03 de novembro de 2025
Fátima Aparecida Darmin Bezerra
Idade: 63
Município (PR): Paranavaí
Local do crime: Residência do casal
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Aos 63 anos, Fátima era mãe e avó e mantinha vínculos familiares em Paranavaí, no noroeste do Paraná, onde construiu relações próximas com filhos e netos.
Na manhã de uma segunda-feira, no Jardim Simone, o companheiro matou Fátima a facadas dentro da casa onde o casal morava.
Equipes de resgate encontraram Fátima já sem vida, com múltiplos ferimentos provocados por arma branca. No mesmo local, o companheiro apresentava ferimentos no pulso e recebeu atendimento médico sob escolta policial antes de seguir para a delegacia.
A Polícia Civil prendeu o agressor em flagrante e iniciou a investigação do caso como feminicídio. A morte de Fátima interrompeu sua presença na família e deixou uma ausência definitiva entre filhos, netos e pessoas que compartilhavam sua vida.


09 de novembro de 2025
Danieli Pereira
Idade: 27
Município (PR): Capitão Leônidas Marques
Local do crime: Via pública
Vínculo com o agressor: Marido
Você faz falta!
Danieli era mãe de duas crianças pequenas e mantinha sua vida familiar em Capitão Leônidas Marques, no oeste do Paraná. Na noite de domingo, 9 de novembro de 2025, o marido matou Danieli ao jogá-la para fora de um carro em movimento.
Pouco antes, o casal havia saído de casa após uma discussão. Na Avenida Iguaçu, enquanto o veículo seguia em deslocamento, o homem abriu a porta e arremessou Danieli para o asfalto. Ela caiu gravemente ferida, com múltiplos traumas, e permaneceu caída na via até a chegada do socorro. O agressor fugiu do local sem prestar qualquer auxílio.
Equipes do Samu levaram Danieli ainda com vida ao hospital da cidade. Os ferimentos internos provocados pela queda, no entanto, interromperam sua vida poucas horas depois.
Danieli deixou dois filhos pequenos. A violência que tirou sua vida interrompeu sua presença no mundo e abriu uma ausência que não se repara.
Fonte: https://ppnewsfb.com.br/mulher-morre-apos-ser-arremessada-de-carro/
09 de novembro de 2025
Cristiane Rodrigues Pinto
Idade: 26
Município (PR): Capitão Leônidas Marques
Local do crime: Praça pública
Vínculo com o agressor: Não informado
Você faz falta!
Na manhã de domingo, 9 de novembro de 2025, Cristiane teve sua vida interrompida por disparos de arma de fogo na Praça São Cristóvão, em Capitão Leônidas Marques, no oeste do Paraná. Ela tinha 26 anos e era mãe de duas crianças pequenas, de 4 e 6 anos.
Cristiane havia saído do trabalho na noite anterior e, nas primeiras horas da manhã, estava na praça quando um homem armado iniciou uma discussão em via pública. Testemunhas relataram que ele sacou uma arma e atirou contra ela, em espaço aberto, diante de outras pessoas. Cristiane morreu no local, antes da chegada do socorro.
A Polícia Civil passou a tratar o caso como feminicídio e identificou Fabiano Elias Valério, de 39 anos, como principal suspeito pelos disparos. Ele fugiu após o crime e permaneceu foragido por alguns dias.
Em 12 de novembro de 2025, equipes das polícias Civil e Militar localizaram o suspeito em uma área rural de Boa Vista da Aparecida. Durante a tentativa de abordagem, ele reagiu armado e morreu em confronto com a polícia.
A morte do suspeito não reverte a violência cometida contra Cristiane. O feminicídio encerrou sua presença junto aos filhos e produziu uma ausência definitiva, que permanece como marca de uma vida interrompida em espaço público e de forma violenta.


09 de novembro de 2025
Lourdes dos Santos
Idade: 59
Município (PR): Quedas do Iguaçu
Local do crime: Residência da família
Vínculo com os agressores: Sobrinhos
Você faz falta!
Na noite de domingo, 9 de novembro de 2025, Lourdes morreu após um ataque cometido dentro da propriedade rural onde vivia, em Quedas do Iguaçu, no oeste do Paraná. Ela tinha 59 anos e morava no local com o marido, Vilmar Primon.
Dois sobrinhos do casal, de 18 e 20 anos, surpreenderam Lourdes e Vilmar e os agrediram com golpes de faca. Lourdes não resistiu às lesões e morreu no local. Vilmar sofreu ferimentos gravíssimos e permaneceu por mais de doze horas ferido ao lado do corpo da esposa, até ser encontrado e socorrido.
O ataque só chegou ao conhecimento das autoridades na manhã do dia seguinte.
A Polícia Civil prendeu os dois jovens, que confessaram a participação no crime.
A morte de Lourdes interrompeu uma vida no espaço doméstico rural e deixou uma ausência definitiva para o marido e a família, marcada por violência extrema no interior do próprio convívio familiar.
13 de novembro de 2025
Vanessa Tatiane
Idade: 37
Município (PR): Toledo
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Vanessa construiu sua vida como mãe de duas meninas e dividia a casa no Jardim Santa Clara IV, em Toledo, com o companheiro e a filha mais nova, de apenas dois anos. A rotina familiar foi interrompida de forma abrupta na tarde de 13 de novembro de 2025.
Dentro da residência, o companheiro matou Vanessa com um golpe de faca no pescoço. A filha de dois anos permaneceu no local durante a agressão. Pouco depois, a filha mais velha, adolescente, chegou em casa e encontrou a mãe já sem vida, enquanto a irmã menor chorava ao lado.
Vizinhos relataram que discussões eram frequentes no relacionamento. A Polícia Civil apontou o ciúme e o controle como elementos centrais da motivação do crime, características recorrentes da violência letal contra mulheres em relações íntimas.
Após matar Vanessa, o agressor fugiu com o carro da vítima. Horas depois, a polícia localizou e prendeu o homem escondido em um motel no município de Guaíra, ainda de posse do veículo. Ele permanece preso e responde por feminicídio qualificado, inclusive pela presença da criança durante o crime.
A morte de Vanessa deixou duas meninas privadas da convivência materna e marcou de forma definitiva uma infância interrompida pela violência. Sua ausência permanece como ruptura profunda na vida das filhas e da família.


15 de novembro de 2025
Mulher
Idade: 46
Município (PR): Candói
Local do crime: Casa da vítima
Vínculo com o agressor: Marido
Você faz falta!
Na comunidade de Lagoa Seca, zona rural de Candói, uma mulher de 46 anos construiu sua vida entre a casa, a família e os laços próprios de um território pequeno, onde as relações se cruzam e os caminhos se reconhecem. Ali, dentro do espaço que deveria garantir abrigo e continuidade, sua vida foi interrompida.
Na madrugada de 15 de novembro de 2025, o marido matou a companheira com golpes de faca. A violência ocorreu dentro da residência onde ela vivia, no contexto de um relacionamento em processo de separação. Após o ataque, o homem deixou a casa e avisou um dos filhos que algo irreversível havia acontecido.
O filho chegou durante a madrugada e encontrou a mãe sem vida. A perda não se restringiu à morte em si: ela atravessou o vínculo familiar, rompeu a história de uma mulher adulta, atingiu diretamente quem precisou reconhecer a ausência onde antes havia presença.
A investigação policial passou a tratar o caso como feminicídio, reconhecendo que a morte se inscreve em uma relação íntima marcada pela violência. O agressor fugiu após o crime e tornou-se alvo de buscas.
Mesmo sem o nome divulgado publicamente, essa mulher existiu, teve história, vínculos e lugar. Sua morte não é apenas um dado estatístico nem um episódio isolado: é a interrupção brutal de uma vida e a produção de um vazio que permanece entre os que ficaram e na comunidade que a conhecia.
23 de novembro de 2025
Márcia de Oliveira Mendes
Idade: 29
Município (PR): Ortigueira
Local do crime: Residência da família
Vínculo com o agressor: Padrasto
Você faz falta!
Aos 29 anos, Márcia de Oliveira Mendes vivia em Ortigueira, no interior do Paraná, no mesmo espaço familiar onde cresceu e construiu seus vínculos. A casa que reunia relações de cuidado e convivência também abrigava tensões graves, atravessadas por denúncias e conflitos que já haviam mobilizado autoridades.
Na noite de 23 de novembro de 2025, o padrasto matou Márcia com um tiro na cabeça dentro da residência. O assassinato ocorreu no contexto de uma denúncia recente feita por Márcia contra ele, relacionada à suspeita de abuso sexual contra sua própria filha, investigação que ainda estava em andamento.
Após o disparo, o homem deixou a casa e fugiu para uma área de mata próxima. A violência produziu um rompimento imediato e irreversível no interior da família, atingindo a mãe de Márcia, que presenciou a ruptura mais extrema de seus vínculos.
Horas depois, durante buscas realizadas pela polícia, o agressor morreu em confronto. A morte dele encerrou qualquer possibilidade de responsabilização penal direta, mas não apagou a violência praticada nem a ausência definitiva deixada pela interrupção da vida de Márcia.
A morte de Márcia não se resume ao momento em que foi assassinada. Ela representa a ruptura de uma trajetória jovem, atravessada por tentativas de proteção, denúncia e enfrentamento da violência. O que permanece é a ausência produzida por esse feminicídio e o impacto duradouro sobre as mulheres, crianças e vínculos que orbitavam sua existência.
Fonte: https://cgn.inf.br/noticia/1986454/padrasto-mata-enteada-a-tiros-e-morre-em-confronto-com-a-pm


24 de novembro de 2025
Ilda Alves de Paula
Idade: 68
Município (PR): Marmeleiro
Local do crime: Residência do casal
Vínculo com o agressor: Marido
Você faz falta!
Ilda, de 68 anos, morreu em decorrência de agressões praticadas pelo ex-marido dentro de sua própria casa, em Marmeleiro, no sudoeste do Paraná. Pouco tempo antes, ela havia retomado a convivência com ele, em uma relação marcada pela confiança e pela expectativa de cuidado mútuo.
As agressões deixaram Ilda gravemente ferida. Ela precisou de internação e permaneceu hospitalizada por quase duas semanas, até morrer em 7 de dezembro de 2025. Com o óbito, a violência que sofreu passou a ser reconhecida como feminicídio consumado.
A morte de Ilda revela como a violência contra mulheres idosas também se manifesta em relações íntimas e familiares, produzindo ausências que não se apagam com o tempo de internação nem com a distância entre agressão e morte. O que permanece é a interrupção de uma vida e o vazio deixado por ela.Ilda Alves de Paula, de 68 anos, morreu em decorrência de agressões praticadas pelo ex-marido dentro de sua própria casa, em Marmeleiro, no sudoeste do Paraná. Pouco tempo antes, ela havia retomado a convivência com ele, em uma relação marcada pela confiança e pela expectativa de cuidado mútuo.
As agressões deixaram Ilda gravemente ferida. Ela precisou de internação e permaneceu hospitalizada por quase duas semanas, até morrer em 7 de dezembro de 2025. Com o óbito, a violência que sofreu passou a ser reconhecida como feminicídio consumado.
A morte de Ilda revela como a violência contra mulheres idosas também se manifesta em relações íntimas e familiares, produzindo ausências que não se apagam com o tempo. O que permanece é a interrupção de uma vida e o vazio deixado por ela.
26 de novembro de 2025
Cibele Silva de Amorim
Idade: 49
Município (PR): Almirante Tamandaré
Local do crime: Residência da família
Vínculo com o agressor: Irmão
Você faz falta!
Cibele, de 49 anos, perdeu a vida dentro da casa da família, em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. A violência partiu do próprio irmão, com quem mantinha convivência cotidiana e vínculos familiares próximos.
Durante uma discussão, o irmão atacou Cibele com uma faca. O pai dos dois, já idoso, tentou intervir para proteger a filha e também acabou ferido. Cibele morreu ainda no local, interrompendo de forma abrupta uma vida que se desenrolava no espaço doméstico, onde deveria haver proteção.
A morte de Cibele evidencia como a violência letal contra mulheres também se produz em contextos familiares que não envolvem relações conjugais, mas ainda assim se inscrevem em dinâmicas de poder, conflito e desproteção. O que fica é a ausência de uma filha, de uma irmã, e a ruptura irreversível de um núcleo familiar marcado pela perda.


29 de novembro de 2025
Jucileia Cristina Pereira
Idade: 38
Município (PR): Doutor Camargo
Local do crime: Espaço público (rua, praça, parque, bar)
Vínculo com o agressor: Parceiro/coabitante/vínculo sexual emocional
Você faz falta!
A noite terminou em violência após um encontro social que reunia pessoas conhecidas. No retorno para casa, uma divergência escalou para um ataque letal cometido por quem dividia com ela a intimidade da vida recente.
Jucileia mantinha uma relação com o companheiro havia poucos meses. Após participarem de um churrasco, ela decidiu seguir para um bar. O homem a acompanhou até o local e, durante uma discussão, sacou uma faca e a atacou, interrompendo sua vida em espaço público, diante de outras pessoas.
Equipes de saúde tentaram reanimá-la, mas Jucileia não resistiu aos ferimentos. Sua morte rompeu de forma abrupta uma trajetória marcada por vínculos afetivos ainda em construção e evidencia, mais uma vez, como relações recentes também podem se tornar cenários de controle e violência extrema.
Depois do ataque, o agressor se apresentou às autoridades e foi preso. Para além da responsabilização penal, permanece a ausência de Jucileia, cuja vida foi interrompida por quem deveria reconhecê-la como sujeito de respeito e não como alvo de punição ou posse.
DEZEMBRO/2022

07 de dezembro de 2025
Bárbara Santos da Silva
Idade: 24
Município (PR): Marumbi
Local do crime: Via pública
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Na volta de uma festa, uma discussão dentro do carro rompeu qualquer possibilidade de retorno à segurança. O companheiro matou Bárbara com golpes de barra de ferro na zona rural de Marumbi, em 7 de dezembro de 2025. Bárbara tinha 24 anos e vivia em união estável.
Dois irmãos a acompanhavam e tentaram protegê-la. Ambos sofreram agressões graves durante a tentativa de impedir a violência e precisaram de atendimento médico. As fontes noticiaram a possibilidade de que Bárbara estivesse grávida.
Após a agressão, o autor fugiu e foi localizado dois dias depois em outro município. A investigação enquadrou o crime como feminicídio.
A morte de Bárbara interrompeu uma vida jovem e deixou uma família marcada pela ausência e pela violência testemunhada. Sua trajetória foi abruptamente interrompida em um contexto de intimidade que deveria oferecer proteção, não risco.
09 de dezembro de 2025
Mulher
Idade: 51
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Espaço público
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Na madrugada de 9 de dezembro de 2025, a violência atravessou o centro de Curitiba e interrompeu a vida de uma mulher de 51 anos. O ex-companheiro a matou a facadas, apesar da existência de medida protetiva concedida meses antes.
O filho da vítima encontrou o corpo e acionou o socorro. A presença da proteção judicial não foi suficiente para impedir o contato do agressor nem a escalada da violência que resultou na morte.
Sua morte deixou uma ruptura profunda na vida do filho e reafirma a dimensão íntima e reiterada dos feminicídios, que frequentemente acontecem após tentativas frustradas de proteção.


12 de dezembro de 2025
Priscila França
Idade: 42
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Residência do casal
Vínculo com o agressor: Marido
Você faz falta!
No Jardim das Américas, em Curitiba, a família de Priscila perdeu a mãe de um menino de 8 anos e uma mulher reconhecida na região pelo trabalho como empresária.
Na noite de 12 de dezembro de 2025, o marido matou Priscila dentro da residência, diante do filho do casal. As reportagens registram que ela já havia buscado proteção formal por violência doméstica, ao solicitar medida protetiva.
Depois, as autoridades prenderam o suspeito em flagrante e encaminharam o caso para investigação.
Priscila deixa um filho criança, que viu a própria casa se transformar em cena de perda. O Memorial registra sua vida interrompida e a ausência que permanece para quem a amava.
12 de dezembro de 2025
Elair Salete de Freitas
Idade: 39
Município (PR): Itapejara d’Oeste
Local do crime: Via pública
Vínculo com o agressor: Ex-cunhado
Você faz falta!
Na noite de 12 de dezembro de 2025, a tentativa de proteger outra mulher terminou de forma trágica em Itapejara d’Oeste. Elair, de 39 anos, perdeu a vida após intervir em uma discussão marcada pela violência dentro do círculo familiar.
Elair atuava no apoio à irmã, que buscava romper um relacionamento abusivo. Durante esse conflito, o ex-cunhado a atacou com golpes de faca, interrompendo sua vida em via pública, no bairro Guarani.
Mãe de quatro crianças, Elair exercia um papel central de cuidado e proteção em sua família. Sua morte deixou filhos pequenos e adolescentes diante de uma ausência irreparável, resultado direto da violência que atinge mulheres mesmo quando elas tentam impedir que outras sofram.


13 de dezembro de 2025
Thalita
Idade: 27
Município (PR): Boa Vista da Aparecida
Local do crime: Casa da vítima
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
No final da tarde de sábado, 13 de dezembro de 2025, Thalita estava com o companheiro na região da Rua Arlindo Rosa, em Boa Vista da Aparecida. O encontro terminou em agressão. Durante a discussão, o homem pegou uma faca e atacou Thalita, encerrando sua vida ainda no local.
Pessoas que estavam próximas acionaram o socorro, mas a equipe de atendimento apenas constatou o óbito em via pública. O companheiro permaneceu na cena do crime e foi preso em flagrante pela Polícia Militar.
A Polícia Civil registrou o caso como feminicídio, por se tratar da morte de uma mulher praticada pelo companheiro no contexto de uma relação íntima. A ausência de informações públicas sobre a idade e o sobrenome completo de Thalita não diminui a gravidade da perda nem o impacto de sua morte na comunidade onde vivia.
Fonte: https://cgn.inf.br/noticia/1999186/feminicidio-mulher-e-morta-a-facadas-apos-briga-em-boa-vista
13 de dezembro de 2025
Odara Victor Moreira
Idade: 28
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
A trajetória de Odara foi marcada pelo trabalho cotidiano de escuta, acolhimento e compromisso com a educação pública. Aos 28 anos, ela atuava havia seis anos na APP-Sindicato, onde atendia professoras e professores na sede estadual, presencialmente e também por telefone e mensagens. Colegas lembram de sua presença constante, do entusiasmo no trabalho e do vínculo afetivo que mantinha com a categoria.
Odara também se reconhecia como militante feminista e antirracista, engajada em lutas que atravessavam sua vida profissional e pessoal. Sua atuação no sindicato refletia essa escolha política, construída no contato direto com as pessoas que buscavam apoio e orientação.
Na madrugada de 13 de dezembro de 2025, em Curitiba, o ex-companheiro matou Odara. A morte foi registrada oficialmente como feminicídio, interrompendo de forma violenta uma vida jovem, ativa e profundamente ligada ao trabalho coletivo.
A ausência deixada por Odara atravessou o sindicato, que decretou luto e suspendeu suas atividades no dia seguinte. Colegas, amigas e amigos se reuniram para despedir-se no velório realizado em São José dos Pinhais. Sua morte não se reduz a um dado estatístico: ela representa uma perda concreta para a família, para a categoria que atendia diariamente e para os espaços de luta nos quais construiu sua presença.


13 de dezembro de 2025
Adirlene Maria Guerreiro de Almeida
Idade: 23
Município (PR): Sapopema
Local do crime: Via pública
Vínculo com o agressor: Marido
Você faz falta!
Adirlene tinha 23 anos. Na noite de sábado, 13 de dezembro de 2025, sua vida foi interrompida em Sapopema, no Norte do Paraná, após um episódio ocorrido enquanto ela estava em uma caminhonete com o marido.
Relatos indicam que, durante uma discussão, Adirlene caiu do veículo em movimento e sofreu um atropelamento, chegando ao hospital já sem vida. O companheiro afirmou que ela teria se lançado para fora da caminhonete. Pessoas próximas a Adirlene, no entanto, expressaram dúvidas sobre essa versão, destacando que as circunstâncias da morte não se esclarecem apenas por esse relato.
Enquanto as versões seguem em disputa e os esclarecimentos não chegam, fica a ausência de uma jovem cuja vida terminou cedo demais. A história de Adirlene permanece em aberto, à espera de verdade e responsabilidade.
14 de dezembro de 2025
Vaneza Matias da Silva
Idade: 41
Município (PR): Curitiba
Local do crime: Estabelecimento comercial aberto ao público
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Vaneza tinha 41 anos. Na noite de domingo, 14 de dezembro de 2025, ela estava em uma barbearia no bairro Sítio Cercado, em Curitiba, conversando com amigos de infância, quando o ex-companheiro passou pelo local e a observou à distância.
Pouco depois, ele voltou armado com uma faca e se dirigiu diretamente a Vaneza. Diante de clientes que estavam no estabelecimento, o homem a atacou, interrompendo sua vida ali mesmo, em um espaço cotidiano de convivência e encontro. Vaneza morreu antes que qualquer socorro pudesse chegar.
O ataque aconteceu após o fim do relacionamento e se inscreve em um histórico de controle e ameaças que já haviam marcado outras relações do agressor. A violência não ocorreu em silêncio nem no isolamento: aconteceu à vista de pessoas que nada puderam fazer para impedir o desfecho.
A morte de Vaneza transformou um lugar comum do bairro em cenário de ruptura irreversível. Sua ausência permanece entre familiares, amigos e todas as pessoas que testemunharam aquele momento, lembrando que o feminicídio atravessa espaços públicos e privados, deixando marcas que não se apagam com o encerramento do caso judicial.
Fonte: https://www.bandab.com.br/seguranca/video-feminicidio-curitiba-barbearia-sitio-cercado/


20 de dezembro de 2025
Jéssica Daiane Cabral de Oliveira
Idade: 30
Município (PR): Maringá
Local do crime: Residência da vítima
Vínculo com o agressor: Ex-companheiro
Você faz falta!
Jéssica tinha 30 anos e era mãe de uma menina de 7 anos. Nos dias que antecederam sua morte, ela tentou se proteger. Pediu ao ex-companheiro que a deixasse em paz, relatou medo, falou de crises de ansiedade e buscou ajuda institucional para registrar uma denúncia por ameaça, mas não conseguiu formalizá-la.
Na madrugada de 20 de dezembro de 2025, o ex-companheiro foi até a casa de Jéssica. Ele forçou a entrada e, armado, dirigiu-se diretamente a ela. Em poucos instantes, disparou várias vezes, encerrando a vida de Jéssica dentro do espaço que deveria ser de proteção. A filha da vítima estava em casa e presenciou o assassinato da mãe.
O feminicídio foi registrado por câmeras de segurança e revelou uma violência planejada, rápida e letal. A arma utilizada pertencia à corporação em que o agressor trabalhava, o que aprofunda a dimensão do dano e expõe a falha na contenção de riscos já anunciados pela própria vítima.
A morte de Jéssica interrompeu uma vida marcada pelo cuidado com a filha e pela tentativa insistente de romper com o controle do ex-companheiro. Sua ausência permanece como marca de um feminicídio que poderia ter sido evitado e que deixou uma criança sem a mãe.
21 de dezembro de 2025
Michele Barros Rodrigues
Idade: 37
Município (PR): Campo Mourão
Local do crime: Residência do casal
Vínculo com o agressor: Companheiro
Você faz falta!
Michelle tinha 37 anos e vivia no Jardim Paulista, em Campo Mourão. Sua vida foi interrompida após um episódio extremo de violência dentro da própria casa, espaço que deveria assegurar proteção e descanso.
Na tarde de 21 de dezembro de 2025, o companheiro ateou fogo na residência onde moravam. Ele iniciou o incêndio de forma deliberada e manteve Michelle impedida de sair enquanto as chamas se espalhavam. Vizinhos tentaram socorrê-la, mas o fogo já havia tomado o imóvel quando o resgate conseguiu entrar.
Michelle sobreviveu por alguns dias com queimaduras gravíssimas. Morreu em 29 de dezembro, após enfrentar as consequências físicas de uma agressão planejada para matá-la. O companheiro também não resistiu às queimaduras e morreu no dia seguinte.
Antes desse desfecho, havia histórico de violência doméstica. Michelle já havia buscado proteção institucional, mas a interrupção das medidas permitiu a retomada da convivência, culminando no ataque fatal.
A morte de Michelle evidencia como a violência doméstica pode se intensificar até formas extremas de eliminação da vida da mulher. Sua ausência permanece como marca de um feminicídio consumado, que poderia ter sido evitado e que deixou uma história interrompida pelo controle e pela brutalidade.


27 de dezembro de 2025
Mulher
Idade: 9 meses
Município (PR): Prudentópolis
Local do crime: Residência de familiares da vítima
Vínculo com o agressor: Pai
Você faz falta!
Em Prudentópolis, uma mulher de 25 anos buscou proteção junto à própria família depois de sofrer ameaças do companheiro. Na noite anterior ao ataque, ela havia recorrido às autoridades e se refugiado com parentes, tentando preservar a própria vida e a de sua filha de apenas nove meses.
Na madrugada de 27 de dezembro de 2025, essa tentativa de proteção foi violentamente atravessada. O companheiro dirigiu-se até a casa onde ela estava abrigada e disparou repetidamente contra o imóvel, colocando em risco todas as pessoas que ali dormiam. Dentro da casa estavam onze pessoas, entre adultos e crianças.
Diante dos tiros, a mulher fugiu em desespero para uma área de mata, levando a filha nos braços. Na tentativa de escapar da violência iminente, a bebê morreu durante a fuga. A perda da criança ocorreu em um contexto extremo de terror, gerado por uma agressão dirigida à mãe.
Seis pessoas ficaram feridas pelos disparos. Todas sobreviveram, mas carregam as marcas de uma noite em que a violência doméstica transbordou os limites da relação íntima e atingiu toda uma rede familiar.
Este caso evidencia como a violência de gênero pode se converter em ataque coletivo e resultar na morte de crianças, mesmo quando a mulher tenta romper o ciclo de agressões e buscar ajuda. A vida interrompida da bebê e o trauma imposto à mãe e aos familiares permanecem como expressão da letalidade que cerca muitas tentativas de feminicídio.
29 de dezembro de 2025
Josefa Ferreira de Araujo Vita
Idade: 44
Município (PR): Araucária
Local do crime: Residência do agressor
Vínculo com o agressor: Ex-namorado
Você faz falta!
Josefa tinha 44 anos e tentava reorganizar a própria vida após o rompimento de um relacionamento recente, marcado por agressões, ameaças e perseguição. Em dezembro de 2025, ela havia sido violentada pelo então companheiro e, depois desse episódio, decidiu se afastar, retornando para a casa dos filhos em Fazenda Rio Grande.
Mesmo após a separação, o ex-namorado continuou insistindo em contatos e encontros. No fim de dezembro, Josefa aceitou encontrá-lo no apartamento dele, em Araucária. Foi a última vez que a família teve notícias dela. Dias depois, em 2 de janeiro de 2026, parentes e autoridades entraram no imóvel e encontraram Josefa sem vida, com ferimentos de faca no pescoço e sinais de luta no ambiente.
A ausência prolongada e o silêncio repentino já haviam provocado preocupação entre familiares, que não conseguiam mais contato desde 29 de dezembro. Imagens de segurança do condomínio mostraram Josefa entrando no prédio acompanhada do ex-namorado e ele saindo sozinho horas depois.
Após a morte de Josefa, o agressor deixou o estado utilizando o carro dela, aprofundando a ruptura abrupta entre sua presença cotidiana na vida da família e o vazio deixado por sua ausência. A prisão ocorreu dias depois, em outro estado, encerrando a fuga, mas não reparando a perda.
O feminicídio de Josefa evidencia a persistência da violência mesmo após a tentativa de rompimento e reafirma o risco vivido por mulheres que tentam sair de relações marcadas pelo controle, pela ameaça e pela agressão. Sua morte interrompeu projetos, afetos e vínculos familiares, deixando filhos, parentes e amigas diante de uma ausência irreparável.

31 de dezembro de 2025
Mulher
Idade: Não informado
Município (PR): Nova Laranjeiras
Local do crime: Margens da rodovia PR-473, em trecho próximo a uma comunidade indígena
Vínculo com o agressor: Desconhecido
Você faz falta!
Na noite de 31 de dezembro de 2025, o corpo de uma mulher ainda não identificada foi encontrado às margens da rodovia PR-473, em Nova Laranjeiras, em uma área próxima a uma comunidade indígena. A ausência de informações sobre sua identidade, sua história e seus vínculos transforma essa morte em um duplo apagamento: o da vida interrompida e o do reconhecimento público de quem ela era.
A mulher apresentava ferimentos visíveis na cabeça e no rosto, indícios de uma morte violenta cujas circunstâncias permanecem indefinidas.
Enquanto os procedimentos técnicos avançam, permanece a lacuna deixada por uma mulher que morreu sem nome divulgado, sem rosto reconhecido e sem narrativa construída sobre sua trajetória.
