Contexto Nacional
O movimento de criação de fundos documentais físicos de arquitetura de dentro das universidades ocorre entre as décadas de 1960 e 1980, à medida que os primeiros grandes escritórios modernos e ecléticos do país começaram a encerrar suas atividades ou a doar seus acervos históricos. Ganham força em 1970, com a criação dos cursos de pós graduação e a necessidade por “fontes primárias”.
| Fundo Documental – Laboratório | Universidade | Criação do Fundo | Origem e Característica do Acervo |
| Centro de Estudos da Arquitetura na Bahia (CEAB) | UFBA | Década de 1960 | Focado no levantamento e salvaguarda de cidades históricas e do patrimônio baiano (incluindo o tombamento de Salvador) |
| Seção Técnica de Materiais Iconográficos | USP | Anos 1960/1970 | Iniciado nos anos 60 como setor audiovisual e consolidado nos anos 70 como setor de projetos. Guarda mais de 400 mil desenhos originais de mestres como Vilanova Artigas e Rino Levi. |
| Núcleo de Pesquisa e Documentação (NPD) | UFRJ | 1982 | Um dos pioneiros na sistematização técnica e restauro de fontes arquitetônicas no país. Guarda acervos físicos gigantescos de nomes como Affonso Eduardo Reidy e Severiano Mário Porto. |
| Setor de Documentação e Pesquisa / CEDOC | UnB | 1983 | Criado para organizar os arquivos da construção de Brasília e acervos de pioneiros do modernismo na capital federal. |
| Centro de Memória da Engenharia e Arquitetura | UFMG | 2004 | Embora as coleções existissem antes, o centro foi formalizado para unificar o acervo físico técnico de Mina Gerais, incluindo projetos de ferrovias e edifícios institucionais antigos. |