{"id":919,"date":"2026-04-08T09:17:59","date_gmt":"2026-04-08T12:17:59","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.uel.br\/teatroouroverde\/?p=919"},"modified":"2026-04-08T11:49:27","modified_gmt":"2026-04-08T14:49:27","slug":"bale-alma-negra-de-volta-ao-teatro-ouro-verde","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.uel.br\/teatroouroverde\/programacao\/2026\/04\/08\/bale-alma-negra-de-volta-ao-teatro-ouro-verde\/","title":{"rendered":"Bal\u00e9 Alma Negra de volta ao Teatro Ouro Verde"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:33.33%\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"525\" height=\"616\" src=\"https:\/\/sites.uel.br\/teatroouroverde\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-08.55.37.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-920\" srcset=\"https:\/\/sites.uel.br\/teatroouroverde\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-08.55.37.jpeg 525w, https:\/\/sites.uel.br\/teatroouroverde\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-08.55.37-256x300.jpeg 256w\" sizes=\"auto, (max-width: 525px) 100vw, 525px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:66.66%\">\n<p>O Cine Teatro Ouro Verde recebe mais uma vez, no pr\u00f3ximo dia 16 de abril, \u00e0s 20h, o Bal\u00e9 Alma Negra o espet\u00e1culo \u201cRe-tinturas\u201d. A apresenta\u00e7\u00e3o faz parte do 3\u00ba Festival das Diversidades &#8211; Circuito Paran\u00e1 Plural.<\/p>\n\n\n\n<p>A montagem traz uma narrativa c\u00eanica constru\u00edda a partir da ancestralidade, da coletividade e das viv\u00eancias das comunidades perif\u00e9ricas. Em cena, o espet\u00e1culo aborda temas como exist\u00eancia, resist\u00eancia e visibilidade da popula\u00e7\u00e3o negra, por meio de uma linguagem que integra sensibilidade po\u00e9tica e expressividade art\u00edstica.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>A pe\u00e7a apresentada pelo Bal\u00e9 Alma Negra, busca potencializar a luta antirracista ao abordar temas como ancestralidade, repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica e aquilombamento, que remetendo a comunidades formadas historicamente por pessoas escravizadas que fugiram do trabalho for\u00e7ado, diz respeito ao movimento de articula\u00e7\u00e3o, resist\u00eancia e fortalecimento da popula\u00e7\u00e3o negra na contemporaneidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Aguinaldo Souza, ator, bailarino, professor de Teatro na UEL (Universidade Estadual de Londrina), chefe da DAC (Divis\u00e3o de Artes C\u00eanicas) e um dos idealizadores do Bal\u00e9 Alma Negra, destaca que a companhia de dan\u00e7a surge com a principal finalidade de reivindicar o protagonismo de corpos negros, trazendo-os para os palcos, ainda majoritariamente reservados \u00e0 branquitude.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA gente juntou for\u00e7as, organizou uma esp\u00e9cie de for\u00e7a-tarefa para escrever e justificar esse projeto, baseado no inc\u00f4modo que a gente tem da falta de representatividade das pessoas pretas na dan\u00e7a. A gente identificou que, mesmo um ou outro que consegue estar ou dentro de uma companhia profissional, ou mesmo em alguns elencos, ou nas escolas, as dramaturgias, as constru\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o sobre eles. A forma\u00e7\u00e3o espec\u00edfica, a natureza espec\u00edfica dessa corporalidade n\u00e3o \u00e9 levada em conta na hora de compor os espet\u00e1culos, na hora de compor as aulas\u201d, relembra.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto nasceu inspirado na pot\u00eancia do Bal\u00e9 Teatro Castro Alves, de Salvador, reconhecido por adaptar as t\u00e9cnicas de dan\u00e7a para os corpos negros. Adriana Castro, idealizadora do projeto, participou da companhia de dan\u00e7a soteropolitana, entre outros grupos nacionais e internacionais. Hoje, professora de dan\u00e7a em Londrina, Adriana interpretou a primeira Julieta negra no cl\u00e1ssico \u201cRomeu e Julieta\u201d, no in\u00edcio dos anos 2000.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"728\" height=\"486\" src=\"https:\/\/sites.uel.br\/teatroouroverde\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/retinturas.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-924\" srcset=\"https:\/\/sites.uel.br\/teatroouroverde\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/retinturas.jpeg 728w, https:\/\/sites.uel.br\/teatroouroverde\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/retinturas-300x200.jpeg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Apresenta\u00e7\u00e3o integra programa\u00e7\u00e3o do 3\u00ba Festival das Diversidades \u2013 Foto: Thais Fernanda<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>\u201c\u00c9 um corpo que vai se conjugar a outros corpos para expressar uma narrativa outra, geralmente uma narrativa branca de uma companhia branca. Ent\u00e3o, quando a gente v\u00ea uma pessoa negra inserida em um contexto de dan\u00e7a, nunca \u00e9 sobre ela. Ela n\u00e3o engendra a narrativa, n\u00e3o traz est\u00e9tica espec\u00edfica, cultura espec\u00edfica, narrativa espec\u00edfica\u201d, salienta Aguinaldo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O docente tamb\u00e9m compartilha a import\u00e2ncia do Bal\u00e9 como um dos espa\u00e7os fundamentais para reconhecer-se como artista negro em uma cidade, que assim como a maioria dos munic\u00edpios brasileiros, ainda relega a negritude \u00e0s margens. \u201cTrata-se de um processo de redescoberta pessoal, de entendimento de uma situa\u00e7\u00e3o e de uma busca de ancestralidade\u201d, relata.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em \u201cRe-Tinturas\u201d, o Bal\u00e9 Alma Negra realiza um exerc\u00edcio de sobreviv\u00eancia, um resgate de pessoas que precisavam se encontrar para conversar, se acolher e defender, falando de sua dan\u00e7a e sua m\u00fasica. O projeto busca essencialmente um processo art\u00edstico livre de marcas de opress\u00e3o, baseado na escuta coletiva e no processo colaborativo.<\/p>\n\n\n\n<p>Aguinaldo pontua que o trabalho \u00e9 inspirado nas obras de Castiel Vitorino Brasileiro, Luiz Rufino, Neusa Santos, entre outros nomes, que problematizam a marginaliza\u00e7\u00e3o de corpos historicamente marginalizados.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele observa que a repress\u00e3o se d\u00e1 de diversas e cotidianas formas. \u201cDe dez bailarinos negros que comp\u00f5em o elenco, oito j\u00e1 sofreram abordagem policial\u201d, exemplifica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo entre aqueles que conseguem \u201cfurar a bolha\u201d e romper com a exclus\u00e3o, \u00e9 frequente o apagamento de suas identidades, o que frequentemente leva ao adoecimento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSe voc\u00ea atravessar esse portal e conseguir pertencer, entrar em uma universidade, em uma companhia de dan\u00e7a branca ou dessa tradi\u00e7\u00e3o, consegue ser professora de dan\u00e7a em uma escola, a partir disso, como \u00e9 que voc\u00ea recebe os olhares, a aceita\u00e7\u00e3o tanto de colegas, quanto de superiores, quanto de estudantes, de pessoas para quem voc\u00ea vai prestar o servi\u00e7o?\u201d, questiona.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Aguinaldo evidencia que procurando desconstruir l\u00f3gicas opressoras, o primeiro passo da companhia \u00e9 a escuta, inclusive, das viol\u00eancias que marcam as hist\u00f3rias de cada um dos integrantes.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA gente sabe que qualquer processo art\u00edstico come\u00e7a perguntando para a pessoa o que ela quer dan\u00e7ar, o que o corpo dela quer expressar e a partir disso, um diretor, um core\u00f3grafo, come\u00e7a a trabalhar. No caso do \u2018Re-tinturas as perguntas foram essas, pensando a nuance de cor da pele entre n\u00f3s, pardos e negros retintos, do mais retinto ao menos retinto, por exemplo. A gente foi vendo as experi\u00eancias, n\u00edveis de agress\u00e3o diferenciados dependendo da cor da pele, ent\u00e3o, a ideia geral de re-tintura nasceu disso, dos contrastes dentro da nossa negritude e de como n\u00f3s somos lidos pelo mundo afora. A partir da\u00ed a gente vem construir a nossa pot\u00eancia, a nossa express\u00e3o\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>No ano passado, o espet\u00e1culo ocupou o Ouro Verde em duas sess\u00f5es, lotando o tradicional espa\u00e7o da cultura londrinense. O Bal\u00e9 Alma Negra estreou no Teatro em 20 de novembro, Dia Nacional de Zumbi e da Consci\u00eancia Negra. Al\u00e9m do palco, a plateia tamb\u00e9m foi formada, majoritariamente, por pessoas negras, muitas delas pisando no Teatro pela primeira vez.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA gente imprimiu convites e foi encontrar as pessoas nas institui\u00e7\u00f5es, nas escolas de dan\u00e7a, nos bairros onde cada integrante do grupo morava. Eu, por exemplo, moro em um bairro perif\u00e9rico, fui de casa em casa entregando o convite, convidando as pessoas para estarem presentes no Cine Teatro Ouro Verde, que \u00e9 da Universidade Estadual de Londrina e merece ser conhecido e visto, porque ele \u00e9 da nossa popula\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m e tem uma parcela que est\u00e1 afastada dele, da Casa de Cultura, da pr\u00f3pria Universidade e que a gente foi buscar\u201d, adverte.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDeu-se o grande milagre, que \u00e9 lotar o Ouro Verde de pessoas que n\u00e3o tinham o h\u00e1bito de ir ao Teatro e que, a partir dessa apresenta\u00e7\u00e3o, podem come\u00e7ar a construir esse h\u00e1bito. N\u00f3s queremos o Ouro Verde cheio o tempo todo de pessoas da sociedade real, n\u00e3o de um Olimpo ou de d\u00e9spotas esclarecidos. N\u00f3s queremos gente frequentando as atividades\u201d, ele acrescenta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para Aguinaldo, um dos grandes diferenciais da pe\u00e7a \u00e9 atender as necessidades do elenco, que possui um perfil muito diverso desde \u00e0 forma\u00e7\u00e3o, t\u00e9cnica, nas varia\u00e7\u00f5es de tons de pele e suas intersec\u00e7\u00f5es com g\u00eanero, faixa et\u00e1ria e locais de origem. O professor tamb\u00e9m ressalta a trilha sonora original, assinada por Tonho Costa, e o constante di\u00e1logo entre toda a equipe que conta com mais de 20 profissionais de diferentes \u00e1reas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEu acho que um dos grandes pontos altos dessa experi\u00eancia \u00e9 ter uma trilha sonora completamente original, constru\u00edda para o espet\u00e1culo e negociada com os dan\u00e7arinos. Um dos elementos importantes desse processo democr\u00e1tico e horizontal de constru\u00e7\u00e3o art\u00edstica foi, por exemplo, o dan\u00e7arino ter o WhatsApp do m\u00fasico e conseguir dialogar com ele, fazer alguma solicita\u00e7\u00e3o, alguma pergunta sobre por que o seu solo ou a sua cena est\u00e1 com aquela sonoridade, como ele pode contribuir\u201d, indica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para Aguinaldo, a arte corresponde a um instrumento pol\u00edtico capaz de \u201crevelar feridas\u201d, sendo responsabilidade dos poderes p\u00fablicos encontrar e ofertar formas de remedia-las. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cComo trat\u00e1-las, a sociedade tem a obriga\u00e7\u00e3o de correr atr\u00e1s. A arte n\u00e3o tem essa obriga\u00e7\u00e3o de forma alguma, a arte n\u00e3o est\u00e1 a\u00ed para curar mazelas da sociedade ou feridas que a pr\u00f3pria sociedade abre. Essa sociedade, essa cultura, essa estrutura pol\u00edtica, os administradores p\u00fablicos, a pol\u00edtica p\u00fablica que trate de sanar, de curar as feridas. N\u00f3s temos condi\u00e7\u00e3o de revel\u00e1-las\u201d, sustenta.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Parceria com 3\u00ba Festival das Diversidades<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00f3xima apresenta\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo \u201cRe-tinturas\u201d ocorre em parceria com o&nbsp;<a href=\"https:\/\/portalverdade.com.br\/festival-das-diversidades\/\">3\u00ba Festival das Diversidades<\/a>, evento organizado pelo programa de extens\u00e3o da UEL, Pr\u00e1xis Itinerante, e a produtora cultural Kapanga Criativa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tiago Daniel, ator, produtor cultural e diretor-geral do 3\u00ba Festival das Diversidades, avalia que a principal motiva\u00e7\u00e3o para agregar o espet\u00e1culo na programa\u00e7\u00e3o \u00e9 o alinhamento pol\u00edtico entre as duas propostas, que tem como foco valorizar saberes e viv\u00eancias constru\u00eddas por camadas subalternizadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO Festival tem como objetivo visibilizar corpos marginalizados, principalmente, atrav\u00e9s da arte, educa\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o, a gente acredita que ter um bal\u00e9 com corpos marginalizados, negro em um espa\u00e7o hist\u00f3rico, com uma hist\u00f3ria que narra essas dores, que pede por direitos, que escancara quest\u00f5es problem\u00e1ticas do racismo atrav\u00e9s da dan\u00e7a, isso por si s\u00f3 \u00e9 fant\u00e1stico\u201d, argumenta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tiago aponta que o objetivo do Festival \u00e9 trazer mais produ\u00e7\u00f5es similares, lideradas por pessoas dissidentes. Al\u00e9m disso, ele enfatiza a relev\u00e2ncia de ocupar o Ouro Verde com iniciativas que convocam a discuss\u00e3o sobre qual projeto de cidade deseja-se construir, trazendo mais visibilidade para as Londrinas existentes em Londrina.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPara gente trazer o Bal\u00e9 Alma Negra para o Ouro Verde \u00e9 mais um desses nossos passos de ocupa\u00e7\u00e3o de lugares historicamente n\u00e3o ocupados por nossos corpos e n\u00e3o ocupados por bal\u00e9s negros. Eu acho que \u00e9 muito interessante que a gente reflita cada vez mais quantos corpos negros, quantos corpos gordos, quantos corpos de travestis, quantos corpos ind\u00edgenas s\u00e3o protagonistas dentro de espa\u00e7os como o Teatro Ouro Verde ou como outros espa\u00e7os cl\u00e1ssicos na cidade\u201d, sugere.<\/p>\n\n\n\n<p>Para garantir seu lugar em mais este dia marcante, a entrada \u00e9 gratuita, mas \u00e9 necess\u00e1rio retirar seu ingresso antecipado via <a href=\"https:\/\/www.sympla.com.br\/evento\/re-tinturas-do-bale-alma-negra-festival-das-diversidades\/3370647?referrer=www.google.com&amp;referrer=www.google.com\">plataforma Sympla<\/a>. Ent\u00e3o, corre e garanta j\u00e1 o seu!<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>SERVI\u00c7O: <\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 16 de abril de 2026<\/p>\n\n\n\n<p>Hor\u00e1rio: 20h<\/p>\n\n\n\n<p>Local: Teatro Ouro Verde<\/p>\n\n\n\n<p>Entrada gratuita<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Cine Teatro Ouro Verde recebe mais uma vez, no pr\u00f3ximo dia 16 de abril, \u00e0s 20h, o Bal\u00e9 Alma Negra o espet\u00e1culo \u201cRe-tinturas\u201d. A apresenta\u00e7\u00e3o faz parte do 3\u00ba Festival das Diversidades &#8211; Circuito Paran\u00e1 Plural. 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