{"id":68,"date":"2022-07-26T16:54:42","date_gmt":"2022-07-26T19:54:42","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.uel.br\/quaseciencias\/?p=68"},"modified":"2022-07-26T16:54:43","modified_gmt":"2022-07-26T19:54:43","slug":"contra-o-metodo-um-mergulho-mais-profundo-nas-ideias-de-feyerabend","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.uel.br\/quaseciencias\/escrutinios\/2022\/07\/26\/contra-o-metodo-um-mergulho-mais-profundo-nas-ideias-de-feyerabend\/","title":{"rendered":"CONTRA O M\u00c9TODO: UM MERGULHO MAIS PROFUNDO NAS IDEIAS DE FEYERABEND"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"viewer-38v4e\"><strong>Prel\u00fadio<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-7coj6\">Apucarana, 22 de setembro de 2021. Como de costume, antes da discuss\u00e3o da leitura semanal sempre recebemos do professor Mois\u00e9s os informes e atualiza\u00e7\u00f5es dos acontecimentos recentes no programa, e na universidade como um todo. Nessa semana, entretanto, apesar de ter lembrado da inspira\u00e7\u00e3o e contribui\u00e7\u00f5es que o professor Alfredo Veiga-Neto nos deixou na entrevista concedida na semana anterior para nossa revista, o que mais chamava a aten\u00e7\u00e3o \u2013 e n\u00e3o de uma forma t\u00e3o positiva quanto gostar\u00edamos \u2013 era o discurso que o atual presidente do Brasil realizou na v\u00e9spera da reuni\u00e3o do GECCE, quando marcou presen\u00e7a na 76\u00aa Assembleia Geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas, em Nova York. Sem economizar nas fal\u00e1cias, que apenas serviram para descredibilizar ainda mais a imagem dos brasileiros perante a imprensa internacional, Bolsonaro n\u00e3o surpreendeu em repetir a irresponsabilidade e incompet\u00eancia j\u00e1 t\u00edpicas em seu mandato, que iniciou em 2018, mas que j\u00e1 o acompanham nos mais de 30 anos de sua \u2018carreira\u2019 pol\u00edtica. A lembran\u00e7a ao fat\u00eddico discurso foi bem breve, mas necess\u00e1ria, j\u00e1 que o sentimento de indigna\u00e7\u00e3o era coletivo, e tamanho acontecimento n\u00e3o passa ileso por n\u00f3s, brasileiros, que j\u00e1 seguimos tomando tantas rasteiras desse governo genocida. Considerei igualmente necess\u00e1ria a men\u00e7\u00e3o a esse desabafo do professor no in\u00edcio de reuni\u00e3o, porque acredito que, se ainda h\u00e1 luta e resist\u00eancia, \u00e9 tamb\u00e9m gra\u00e7as aos desabafos que t\u00eam nos ajudado a recobrar o f\u00f4lego para seguirmos. Sendo assim, seguimos para a obra de Feyerabend.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"viewer-b61t1\"><strong>Reimergindo nos pensamentos de Feyerabend<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-d2m1o\">O professor abre o debate mencionando que, talvez, com a discuss\u00e3o da segunda metade do livro, finalmente talvez d\u00e9ssemos conta de entender sua escolha de t\u00edtulo para o livro que discut\u00edamos, a obra \u201cContra o m\u00e9todo\u201d, cuja publica\u00e7\u00e3o original ocorreu em 1975.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-2g79l\">Um dos colegas pontua que gostou bastante da leitura da segunda parte do livro e que, embora n\u00e3o tenha sentido muita inova\u00e7\u00e3o com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 primeira parte, considerou que Feyerabend conseguiu desenvolver melhor as ideias postas anteriormente, inclusive fazendo uso de exemplos e de elementos filos\u00f3ficos que fortaleceram os argumentos do autor.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-95h3c\">Um outro colega disse que apesar de j\u00e1 ter lido a obra anteriormente, com essa \u00faltima leitura sentiu um fortalecimento na ideia de Feyerabend n\u00e3o ser simplesmente contra o m\u00e9todo, para discutir o t\u00edtulo de seu livro. Para o colega, o fil\u00f3sofo \u00e9 contra os padr\u00f5es do m\u00e9todo, e dessa forma, contra o racionalismo que sempre \u00e9 tomado <em>a priori<\/em>. O colega sustenta seu entendimento, dado o fato de Feyerabend posicionar-se enquanto um antirracionalista, que critica duramente v\u00e1rios dos conceitos das epistemologias racionalistas, bem como algumas ideias de Popper e Lakatos. Ademais, o colega expressa que, embora para alguns, as ideias de Paul Feyerabend pare\u00e7am estranhas nos tempos atuais, em seu pr\u00f3prio tempo elas foram revolucion\u00e1rias por discutirem a ci\u00eancia de uma forma pol\u00edtica, algo n\u00e3o visto anteriormente ao fil\u00f3sofo.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-64c6n\">O professor Mois\u00e9s pontua, ent\u00e3o, que um outro aspecto interessante da obra de Feyrabend diz respeito aos deslocamentos que ele realiza para o campo educacional, principalmente quando discute alguns conceitos de hist\u00f3ria da f\u00edsica, \u00e1rea pela qual o intelectual passou durante sua gradua\u00e7\u00e3o, antes de rumar para a filosofia.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-beo0m\">O professor, ent\u00e3o, indaga ao grupo se \u00e9 percept\u00edvel para todos a l\u00f3gica que Feyerabend discute perpassar a ci\u00eancia do modo como \u00e9 praticada nos departamentos das universidades, uma esp\u00e9cie de pot\u00eancia enunciativa que rege a ci\u00eancia \u2018acad\u00eamica\u2019.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-30v0r\">A pergunta do professor, embora n\u00e3o tenha sido respondida de imediato, serviu como tema gerador para as discuss\u00f5es da manh\u00e3, j\u00e1 que, em diversos momentos, ela foi retomada, com os colegas compartilhando sua pr\u00f3pria vis\u00e3o acerca dessa engenharia que perpassa a ci\u00eancia \u2018universit\u00e1ria\u2019.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-1be0p\">Percebendo que o grupo estava um pouco mais quieto, parecendo um pouco intimidado com a escrita do fil\u00f3sofo estudado, o professor indagou se todos haviam conseguido ler a segunda parte do livro. Nesse momento, um dos colegas timidamente admitiu que leu, por\u00e9m de uma forma um pouco corrida.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-3ambm\">No entanto, a correria da leitura n\u00e3o o impediu de trazer contribui\u00e7\u00f5es valiosas para a reuni\u00e3o, como a discuss\u00e3o de Feyerabend acerca de julgarmos uma controv\u00e9rsia sem conhec\u00ea-la, baseando-nos apenas nas nossas pr\u00f3prias ideias. No livro, o fil\u00f3sofo levanta a import\u00e2ncia de repensarmos nossa responsabilidade enquanto cientistas, no modo como agimos ao nos depararmos com uma controv\u00e9rsia. Para isso, ele usa o exemplo dos cientistas que criticam a astrologia sem saber do que se trata, reduzindo suas cr\u00edticas a uma ridiculariza\u00e7\u00e3o, sem conseguir sustentar o argumento sobre onde a astrologia falha de fato. Acredito que a observa\u00e7\u00e3o do colega quanto \u00e0 import\u00e2ncia desse trecho do livro de Feyerabend cai como uma luva no tempo em que nos encontramos, em que, dia ap\u00f3s dia, nos deparamos com adeptos do movimento anti-vacina, terraplanismo, entre outras desinforma\u00e7\u00f5es latentes e que ganharam ainda mais for\u00e7a durante a pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-4e8p6\">Confesso, \u00e9 bastante dif\u00edcil manter a calma e segurar o riso frente a certos absurdos com que, vez ou outra, nos confrontamos, mas \u00e9 preciso, sim, desenvolver estrat\u00e9gias de lidar com essas controv\u00e9rsias de maneira mais s\u00e9ria, buscando entend\u00ea-las em sua base, para s\u00f3 ent\u00e3o partirmos para o desmonte dessas cren\u00e7as que prejudicam at\u00e9 mesmo a integridade f\u00edsica das pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-51vu\">A discuss\u00e3o proposta pelo colega fez com que o professor lembrasse de outro importante trecho do livro de Feyerabend, no qual o fil\u00f3sofo alerta que aqueles que vieram apreciar sua obra em busca de algum tipo de substituto aos m\u00e9todos e \u00e0s rotinas cient\u00edficas por formas de senso comum, se enganaram, pois, no fim das contas, ele n\u00e3o poderia substituir a ci\u00eancia, que j\u00e1 \u00e9 um conjunto de coisas da ordem do sonho, da fantasia, por outro conjunto semelhante. Com isso, o fil\u00f3sofo nos leva a pensar que n\u00e3o faz sentido tentar colocar para dentro do pensamento cient\u00edfico argumentos que s\u00e3o espec\u00edficos de outras \u00e1reas do pensamento. Isso, porque a ci\u00eancia sempre foi tamb\u00e9m uma cren\u00e7a, e o pr\u00f3prio m\u00e9todo cient\u00edfico em si j\u00e1 \u00e9 uma cren\u00e7a, uma forma de gerar um sistema de valores bem claros e bem espec\u00edficos no mundo.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-b8dkr\">Concordando com a coloca\u00e7\u00e3o de Feyerabend, o professor localizou a discuss\u00e3o pensando no GECCE, mais especificamente, que, enquanto parte de um grupo que trabalha com cultura, n\u00f3s n\u00e3o precisamos tentar for\u00e7ar um movimento para dentro do outro, mas olhar a pr\u00e1tica que perpassa aquela situa\u00e7\u00e3o. Inclusive, mencionando uma acusa\u00e7\u00e3o que alguns cr\u00edticos fazem aos estudos culturais e aos estudos de ci\u00eancia, que dizem respeito justamente a uma certa preocupa\u00e7\u00e3o internalista que existe na \u00e1rea. Isso serve para alertar a n\u00f3s, enquanto pesquisadores do campo dos estudos culturais e das ci\u00eancias, de que a preocupa\u00e7\u00e3o com o local n\u00e3o pode atenuar a import\u00e2ncia de se buscar uma vis\u00e3o macro, mais global para o interior das pr\u00e1ticas, e a percep\u00e7\u00e3o de como as cren\u00e7as se constituem em determinados jogos discursivos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"viewer-5hu2n\"><strong>De volta \u00e0 superf\u00edcie: emergindo em busca de um fechamento<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-fs3op\">Ap\u00f3s uma breve pausa para o caf\u00e9, retornamos em busca de um fechamento, uma s\u00edntese das contribui\u00e7\u00f5es que a leitura da obra de Feyerabend havia nos deixado.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-c3cie\">Em dado momento, um dos colegas, contribuindo com essa segunda rodada de discuss\u00f5es, comentou sobre a separa\u00e7\u00e3o entre estado e igreja que o fil\u00f3sofo discute no livro. Para o colega, reconhecer a produtividade de Feyerabend em tocar nesse ponto \u00e9, entre outras coisas, pol\u00edtica. Isso porque, apesar de ele fazer uma cr\u00edtica \u00e0s ci\u00eancias e \u00e0 racionalidade cient\u00edfica, vistas sob a \u00f3tica de um m\u00e9todo \u00fanico, melhor e verdadeiro sobre o mundo, o fil\u00f3sofo tamb\u00e9m apresenta uma posi\u00e7\u00e3o sobre o que \u00e9 uma sociedade livre, liberta.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-7rpg8\">Para mencionar um exemplo, o colega trouxe um trecho onde Feyerabend esclarece que a ci\u00eancia n\u00e3o tem autoridade maior que qualquer outra forma de vida, e que n\u00e3o tem objetivos mais importantes que os prop\u00f3sitos orientadores de uma comunidade religiosa, ou de uma tribo unida gra\u00e7as \u00e0 exist\u00eancia de um mito. Com esse trecho, o intelectual estudado se posiciona de uma forma um tanto pol\u00eamica, por considerar que a ci\u00eancia n\u00e3o deve deter o poder de restringir as vidas, os pensamentos e a educa\u00e7\u00e3o como um todo, dos integrantes de uma dita sociedade livre. Isso porque vivendo em liberdade na sociedade, cada um tem a possibilidade de decidir por si mesmo, e de viver de acordo com as cren\u00e7as sociais que julgue mais aceit\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-8hc9s\">Com isso, a cr\u00edtica atinge de maneira forte aqueles que defendem que a ci\u00eancia deva restringir a sociedade, impondo-se como um m\u00e9todo melhor, um padr\u00e3o superior a todos os outros.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-frnsm\">Uma observa\u00e7\u00e3o, no entanto, \u00e9 que, por melhor inten\u00e7\u00e3o que Feyerabend tenha tido em criticar essa autoridade conferida \u00e0s ci\u00eancias, o conceito de sociedade livre que ele apresentou pode ser percebido como sendo bastante ing\u00eanuo; afinal, n\u00e3o \u00e9 simples considerar que os indiv\u00edduos possuem condi\u00e7\u00f5es de pensar deterministicamente sobre o que que \u00e9 melhor para suas pr\u00f3prias vidas. Existem influ\u00eancias e interfer\u00eancias que escapam \u00e0 idealidade da sociedade livre.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-52tf2\">Calhando com o qu\u00e3o os indiv\u00edduos s\u00e3o livres em suas escolhas, retoma-se mais uma vez a discuss\u00e3o acerca das atuais controv\u00e9rsias que pairam no mundo, e as temerosas <em>fake news<\/em>. Ali\u00e1s, acerca destas \u00faltimas, considerei muito interessante a contribui\u00e7\u00e3o de um colega, que, citando um artigo de Tommaso Venturini, intelectual contempor\u00e2neo que se destaca nos estudos sobre controv\u00e9rsias, comenta que o pr\u00f3prio conceito de <em>fake news<\/em> j\u00e1 pressup\u00f5e que se sabe o que que \u00e9 feito e o que n\u00e3o \u00e9 feito <em>a priori<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-abmpi\">Desse modo, essas not\u00edcias falsas n\u00e3o surgem com um r\u00f3tulo de verdade ou mentira. Isso porque, de in\u00edcio, se trata de propaga\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, ao passo que se pode adotar tamb\u00e9m o conceito de <em>junk news<\/em>, al\u00e9m do j\u00e1 difundido <em>fake news<\/em> quando se refere a essa propaga\u00e7\u00e3o desenfreada de informa\u00e7\u00f5es equivocadas. O termo <em>junk<\/em> (lixo) \u00e9 empregado do mesmo modo que na express\u00e3o <em>junk food<\/em> para se referir aos alimentos atrativos visualmente, mas pobres em valor nutricional, tais como os lanches do Burguer King, McDonald\u2019s, entre outras redes de <em>fast food<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-dd7\">As <em>junk news<\/em>, tais como as <em>junk foods<\/em>, n\u00e3o s\u00e3o provenientes de um processo de reflex\u00e3o quanto \u00e0s consequ\u00eancias de seu consumo a longo prazo na vida das pessoas. Tal como esses alimentos que s\u00e3o consumidos em um processo autom\u00e1tico na busca pela praticidade, as <em>fake news<\/em> s\u00e3o muitas vezes apenas replicadas sem que sequer a pessoa que participa dessa cadeia de transmiss\u00e3o tenha lido seu conte\u00fado, valendo-se muitas vezes apenas da manchete que a acompanha. Isso porque pouco importa se \u00e9 verdade ou mentira; o que importa \u00e9 transmitir a informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-2jnjd\">Considerei importante destacar esse trecho, porque particularmente ainda n\u00e3o havia pensado nas <em>fake news<\/em> dessa maneira e desconhecia o trabalho de Venturini.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-25m8n\">Mais ao final da reuni\u00e3o, percebeu-se que, tal como outras leituras j\u00e1 realizadas no grupo, a obra de Feyerabend tamb\u00e9m n\u00e3o poderia ser esgotada em dois encontros, mas isso n\u00e3o \u00e9 algo ruim. Isso porque essas obras inesgot\u00e1veis em geral s\u00e3o as que mais reverberam em nossas discuss\u00f5es, j\u00e1 que as contribui\u00e7\u00f5es que elas deixam servem como um novo ponto de vista acerca das coisas, e essa obra em particular afetou o modo como lidamos com a racionalidade das ci\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-ckv9n\">Certamente, de agora em diante, as contribui\u00e7\u00f5es de Feyerabend far\u00e3o com que muitas coisas que, antes da leitura pudessem passar despercebidas, ganhem um novo tom e n\u00e3o mais sejam capazes de ser ignoradas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"viewer-i9id\"><strong>Refer\u00eancia<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-demlq\">FEYERABEND, Paul K. <strong>Contra o m\u00e9todo<\/strong>. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1977.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prel\u00fadio Apucarana, 22 de setembro de 2021. 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