{"id":283,"date":"2022-09-07T17:45:26","date_gmt":"2022-09-07T20:45:26","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.uel.br\/pdi\/?page_id=283"},"modified":"2022-10-17T12:18:02","modified_gmt":"2022-10-17T15:18:02","slug":"tres-alqueires-e-pouco","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.uel.br\/pdi\/tres-alqueires-e-pouco\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas Alqueires \u00e9 Pouco"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-white-color has-text-color\">.<\/p>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio, pensou-se em tr\u00eas alqueires para a constru\u00e7\u00e3o do Campus; hoje ele te 96,92 alqueires<\/p>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria de obten\u00e7\u00e3o de um terreno que pudesse, mais tarde, abrigar uma universidade, come\u00e7a alguns anos antes da exist\u00eancia da UEL, na Funda\u00e7\u00e3o de Ensino Superior de Londrina (FESULON), criada em dezembro de 1965 para dar \u00e0 cidade a sua Faculdade de Medicina. Estava estabelecido, na escritura da FESULON, que o Munic\u00edpio doaria um terreno \u00e0 entidade. Pensou-se, de in\u00edcio, numa \u00e1rea de tr\u00eas alqueires, mas a Prefeitura achou grande demais. No entanto, a FESULON preferiu ouvir o conselho providencial de um t\u00e9cnico em assuntos educacionais: para uma futura universidade, tr\u00eas alqueires n\u00e3o bastariam \u2013 seriam necess\u00e1rios 30!<\/p>\n\n\n\n<p>Como relata o professor Joaquim Carvalho da Silva, no livro \u201cPeroba Rosa\u201d: \u201cAqui entrou em campo o londrinense e, ent\u00e3o, secret\u00e1rio da Fazenda estadual, Orlando Mayrink G\u00f3es, que vinha trabalhando desde h\u00e1 muito nos bastidores, dando todo o apoio para que se criasse a universidade. Conhecedor do problema da escolha do terreno, de uma feita, sobrevoando Londrina, julgou haver descoberto, como de fato aconteceu, o local ideal para o futuro Campus. O local pr\u00f3ximo \u00e0 cidade, que fosse plano e elevado\u201d. Era a Fazenda Santana, conhecida como Perobal, porque tinha muitas perobas espalhadas entre os p\u00e9s de caf\u00e9. Pertencia \u00e0 vi\u00fava Ana Martins Gonzaga e herdeiros, residentes em S\u00e3o Paulo. N\u00e3o foi com dinheiro do Munic\u00edpio que a \u00e1rea tornou-se Campus da UEL, mas sim gra\u00e7as ao Governo do Estado, que doou \u00e0 FESULON fundos suficientes para a compra de 30 alqueires, sendo que a fam\u00edlia propriet\u00e1ria doou mais 17 alqueires, totalizando 47. Essa foi a \u00e1rea original do Campus da UEL. Hoje, ela \u00e9 de quase 100 alqueires.<\/p>\n\n\n\n<p>De posse do terreno, e, 1967, a FESULON apressou-se em iniciar as constru\u00e7\u00f5es para atender \u00e0s necessidades da Faculdade de Medicina, que funcionava em acanhadas acomoda\u00e7\u00f5es, junto \u00e0 Faculdade de Odontologia. E j\u00e1 em 1968 a Faculdade de Medicina se transferia para o Campus, onde ficaram prontos os primeiros pr\u00e9dios do que viria a ser o Centro de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas. Nesse momento a UEL ainda n\u00e3o existia, embora houvesse muito o que fazer para concretizar o projeto da Universidade, muita gente, em muitas frentes, atuava em favor dele, tomando providencias em favor do futuro mais distante.Entre essas providencias, estava o projeto de instala\u00e7\u00e3o f\u00edsica do Campus. O primeiro esbo\u00e7o foi feito em 1969. Os primeiros pr\u00e9dios, tanto do Centro de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas como do Centro de Ci\u00eancias Humanas, tinham plantas que obedeciam \u00e0 reforma do ensino superior, com anfiteatros amplos para serem usados por turmas numerosas, abrangendo diversos cursos nas disciplinas b\u00e1sicas. De resto, as diretrizes do projeto eram no sentido de \u201cintegrar socialmente a popula\u00e7\u00e3o universit\u00e1ria de cada setor espec\u00edfico, contribuindo sobremaneira no inter-relacionamento de estudantes e professores, atrav\u00e9s da troca de informa\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias, objetivando a dinamiza\u00e7\u00e3o do ensino e da pesquisa\u201d, como relata o professor Joaquim Carvalho em seu livro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color\">.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">O texto est\u00e1 citado na lista de refer\u00eancias como REVISTA UEL (2011).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>. 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