{"id":1052,"date":"2022-10-03T16:08:11","date_gmt":"2022-10-03T19:08:11","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.uel.br\/pdi\/?page_id=1052"},"modified":"2022-10-03T16:08:11","modified_gmt":"2022-10-03T19:08:11","slug":"uel-esta-entre-as-tres-universidades-brasileiras-com-maior-numero-de-publicacoes-sobre-coronavirus","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.uel.br\/pdi\/uel-esta-entre-as-tres-universidades-brasileiras-com-maior-numero-de-publicacoes-sobre-coronavirus\/","title":{"rendered":"UEL est\u00e1 entre as tr\u00eas universidades brasileiras com maior n\u00famero de publica\u00e7\u00f5es sobre coronav\u00edrus"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-white-color has-text-color\">.<\/p>\n\n\n\n<p>Com um importante potencial humano e de infraestrutura, as universidades estaduais do Paran\u00e1 t\u00eam atuado intensamente no enfrentamento ao novo coronav\u00edrus. Al\u00e9m de pesquisas, que v\u00e3o desde o monitoramento da evolu\u00e7\u00e3o da Covid 19 e desenvolvimento de kits para diagn\u00f3stico, at\u00e9 a\u00e7\u00f5es de atendimento direto \u00e0 popula\u00e7\u00e3o com equipes multidisciplinares capacitadas para atuarem na linha de frente em institui\u00e7\u00f5es de sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo dados da Web&nbsp;of&nbsp;Science, divulgados pela Fapesp (Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa de S\u00e3o Paulo), a Universidade Estadual de Londrina (UEL) est\u00e1 entre as tr\u00eas universidades brasileiras com maior n\u00famero de publica\u00e7\u00f5es sobre o coronav\u00edrus do Brasil. Em primeiro lugar aparece USP, com 91 estudos publicados, seguida da UNESP com 32 e da UEL com 21. O Brasil, com 217 publica\u00e7\u00f5es, \u00e9&nbsp;&nbsp;o 17\u00ba da lista mundial, que \u00e9 liderada pelos Estados Unidos (4400 estudos publicados), seguidos da China (2523).<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOs dados mostram a qualidade das nossas institui\u00e7\u00f5es estaduais de ensino superior e nossa capacidade de produ\u00e7\u00e3o de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o, que t\u00eam contribu\u00eddo com o desenvolvimento do Paran\u00e1\u201d, diz o presidente do Conselho de Pr\u00f3-Reitores de Pesquisa e P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Arauc\u00e1ria e Pr\u00f3-Reitor de Pesquisa e P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o da UEL, Amauri Alcindo Alfieri.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele explica que, al\u00e9m das publica\u00e7\u00f5es da UEL, originadas de pesquisas sobre o coronav\u00edrus animal, h\u00e1 importantes trabalhos sendo desenvolvidos no Hospital Universit\u00e1rio. \u201cFalando da a\u00e7\u00e3o mais pr\u00e1tica, a UEL e outras universidades t\u00eam, inclusive, equipamentos para a produ\u00e7\u00e3o de kits de diagn\u00f3stico que podem contribuir com o Governo\u201d.Redes de trabalho \u2013 H\u00e1 v\u00e1rias pesquisas sobre a Covid-19 em andamento, principalmente por ser um v\u00edrus novo e de evolu\u00e7\u00e3o cl\u00ednica bem diferente do\u00a0que existia at\u00e9 ent\u00e3o. As universidades estaduais est\u00e3o formando redes de pesquisadores para intensificar estes trabalhos.<\/p>\n\n\n\n<p>O chefe do Departamento de Microbiologia do Centro de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas (CCB) da UEL, professor Galindo Andrade, explica que est\u00e1 sendo criado um grupo de pesquisadores de diversas \u00e1reas com diferentes estudos. Entre eles, com agentes infecciosos de import\u00e2ncia m\u00e9dica e ambiental, detec\u00e7\u00e3o, diagn\u00f3stico e controle, incluindo a pesquisa e desenvolvimento de novos antimicrobianos (antivirais, antibacterianos, antif\u00fangicos e&nbsp;antiprotozo\u00e1rios). Virologistas estudam a intera\u00e7\u00e3o v\u00edrus RNA\/DNA hospedeiro. \u201cTemos tamb\u00e9m um projeto que visa ampliar a\u00e7\u00f5es de enfrentamento do Sars-Cov-2, agente etiol\u00f3gico da doen\u00e7a pelo novo coronav\u00edrus\u201d, disse Galindo Andrade.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Universidade Estadual de Maring\u00e1 (UEM) alguns pesquisadores t\u00eam atuado, principalmente, no monitoramento da evolu\u00e7\u00e3o da Covid-19 com base em modelos descritos na literatura. Mas, segundo o chefe do Departamento de An\u00e1lises Cl\u00ednicas e Biomedicina, Dennis Armando Bertolini, h\u00e1 o potencial para a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica ter um grande avan\u00e7o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTemos potencial para estudos de epidemiologia b\u00e1sica e aplicada, epidemiologia molecular, desenvolvimento de testes laboratoriais, novas tecnologias para diagn\u00f3stico laboratorial, participar de estudos cl\u00ednicos para novas op\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas, descobrimento de novos medicamentos, avalia\u00e7\u00e3o da resposta imune e estudos de&nbsp;imunopatog\u00eanese&nbsp;viral\u201d, afirma Bertolini.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAs universidades est\u00e3o trabalhando arduamente, dia e noite, no enfrentamento a esta pandemia. Temos ativos, pessoal e equipamentos que podem contribuir muito para isso, visto que existem v\u00e1rios pesquisadores que j\u00e1 trabalham nestas linhas\u201d, ressaltou o Pr\u00f3-Reitor de Pesquisa e P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o da UEM,&nbsp;Cl\u00f3ves&nbsp;Cabreira Jobim.<\/p>\n\n\n\n<p>Desafio \u2013 De acordo com o presidente da Funda\u00e7\u00e3o Arauc\u00e1ria, Ramiro&nbsp;Wahrhaftig, o momento \u00e9 cr\u00edtico e requer muita ci\u00eancia, muita produ\u00e7\u00e3o de conhecimento. \u201cAo mesmo tempo em que vivemos um desafio t\u00e3o grande em escala global, ficamos felizes em saber da for\u00e7a e compet\u00eancia do nosso Sistema de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o do Estado\u201d, diz ele. \u201cNossos pesquisadores e institui\u00e7\u00f5es mostram alto comprometimento com esta causa, de forma qualificada e reconhecida\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTemos acompanhado estas mobiliza\u00e7\u00f5es e buscamos ao m\u00e1ximo apoi\u00e1-las. Faremos isto com muita determina\u00e7\u00e3o e reconhecimento aos nossos pesquisadores\u201d, complementou o diretor de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o, Luiz M\u00e1rcio\u00a0Spinosa. O superintendente geral de Ci\u00eancia, Tecnologia e Ensino Superior do Paran\u00e1, Aldo Nelson Bona, refor\u00e7a que mais de 90% de toda a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica brasileira \u00e9 feita nas universidades p\u00fablicas e que as estaduais est\u00e3o contribuindo muito para o avan\u00e7o da ci\u00eancia no pa\u00eds.\u201cGanha destaque a UEL, neste momento, e junto com ela \u00e9 importante destacar a relev\u00e2ncia da pesquisa cientifica feita nas sete universidades estaduais\u201d, diz ele. \u201cElas s\u00e3o fortes em pesquisa b\u00e1sica e aplicada e contribuem grandemente para o avan\u00e7o desta \u00e1rea e para que o Brasil ocupe a 13\u00aa posi\u00e7\u00e3o como pa\u00eds produtor de Ci\u00eancia\u201d. Bona lembra que grande parte das pesquisas \u00e9 relacionada \u00e0 solu\u00e7\u00e3o de problemas locais,\u00a0regionais. \u201cNosso esfor\u00e7o tem sido em que, cada vez mais, o compromisso das nossas universidades esteja em pesquisar e encontrar solu\u00e7\u00f5es que promovam o desenvolvimento de suas comunidades, de sua regi\u00e3o. Que atendam \u00e0s demandas e interesses da popula\u00e7\u00e3o\u201d, afirma ele.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">O texto est\u00e1 citado na lista de refer\u00eancias como O PEROBAL (2020b).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>. Com um importante potencial humano e de infraestrutura, as universidades estaduais do Paran\u00e1 t\u00eam atuado intensamente no enfrentamento ao novo coronav\u00edrus. 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