{"id":1397,"date":"2023-11-27T09:28:17","date_gmt":"2023-11-27T12:28:17","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.uel.br\/lesfem\/?p=1397"},"modified":"2023-11-27T09:28:17","modified_gmt":"2023-11-27T12:28:17","slug":"em-sp-interior-volta-a-puxar-recorde-de-feminicidios-no-estado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.uel.br\/lesfem\/em-sp-interior-volta-a-puxar-recorde-de-feminicidios-no-estado\/","title":{"rendered":"Em SP, interior volta a puxar recorde de feminic\u00eddios no estado"},"content":{"rendered":"\n<p>Com metade da popula\u00e7\u00e3o paulista, assassinatos de mulheres de janeiro a setembro s\u00e3o quase o dobro dos registrados na Gde S\u00e3o Paulo<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"440\" src=\"https:\/\/sites.uel.br\/lesfem\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/image-17.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1399\" srcset=\"https:\/\/sites.uel.br\/lesfem\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/image-17.png 640w, https:\/\/sites.uel.br\/lesfem\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/image-17-300x206.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>SBT News, por <strong>Ricardo Brandt e Simone Queiroz<\/strong> -23\/11\/2023 \u00e0s 22:45<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>As cidades do interior paulista voltaram a elevar os casos de feminic\u00eddios em S\u00e3o Paulo em 2023, que bateu novo recorde hist\u00f3rico.&nbsp;Dos 173 crimes de g\u00eanero registrados entre janeiro e setembro,&nbsp;115 foram registrados em cidades do interior, e 58 deles na capital paulista e nos 38 munic\u00edpios da Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo. Os dados s\u00e3o de levantamento do&nbsp;<strong>SBT News<\/strong>&nbsp;nas estat\u00edsticas oficiais da Secretaria Estadual de Seguran\u00e7a P\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><a href=\"https:\/\/www.sbtnews.com.br\/\">+ Leia as \u00faltimas not\u00edcias no portal SBT News<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com&nbsp;173 mulheres assassinadas por serem mulhes neste ano, S\u00e3o Paulo atingiu a maior marca de feminic\u00eddios, em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo nos \u00faltimos cinco anos (2018-2022). Em 2022, ano com o maior n\u00famero de registros at\u00e9 aqui,&nbsp;foram 132 casos no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados reunidos pelo&nbsp;<strong>SBT News<\/strong>&nbsp;mostram que, al\u00e9m do crescimento de feminic\u00eddios no estado,&nbsp;2023 mostra que a&nbsp;predomin\u00e2ncia hist\u00f3rica de crimes do tipo nos munic\u00edpios do interior, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Grande S\u00e3o Paulo, voltou a ser acentuada.&nbsp;Olhando as retas do gr\u00e1fico abaixo, \u00e9 poss\u00edvel observar como os registros em cidades fora da \u00e1rea metropolitana da capital puxaram as estat\u00edsticas do estado para cima&nbsp;desde 2018, quando crimes de g\u00eanero passaram a ser nominados nas estat\u00edsticas da pol\u00edcia.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.sbt.com.br\/noticias\/images\/content\/20231113185220.jpeg\" alt=\"fem\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Interior cresce<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em 2023, dos 173 feminic\u00eddios de janeiro a setembro, 66% (ou 115 casos, em n\u00fameros totais) vitimaram mulheres em munic\u00edpios do interior, e 33% (ou 58 casos), na capital e no entorno. Revertendo um cen\u00e1rio observado em 2022 e 2021, em que a diferen\u00e7a entre os registros de feminic\u00eddios no interior e na Grande S\u00e3o Paulo foram menores. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com 44 milh\u00f5es de habitantes em 2022, segundo o IBGE, S\u00e3o Paulo tem cerca de metade deles no interior. S\u00e3o 23 milh\u00f5es de moradores nessa regi\u00e3o, contra 20 milh\u00f5es na capital e nas 38 cidades da Grande S\u00e3o Paulo.&nbsp;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/DRxiyZ61vY4\/sddefault.jpg\" alt=\"Assista ao v\u00eddeo\" title=\"Assista ao v\u00eddeo\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Desde o in\u00edcio da contagem em 2018, os feminic\u00eddios no interior sempre estiveram acima do registrado na capital e sua Regi\u00e3o Metropolitana. Os anos de 2021 e 2022, no entanto, indicavam uma mudan\u00e7a de cen\u00e1rio. Os casos do interior se mantiveram est\u00e1veis e at\u00e9 ca\u00edram, em 2021, enquanto na Grande S\u00e3o Paulo houve eleva\u00e7\u00e3o. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2022, por exemplo, os feminic\u00eddios na Grande S\u00e3o Paulo apresentaram alta na s\u00e9rie hist\u00f3rica. Dos 132 crimes do tipo no per\u00edodo, 55% (ou 73 casos) foram no interior e 44% (ou 59 casos) da \u00e1rea metropolitana da capital.<\/p>\n\n\n\n<p>O promotora de Justi\u00e7a Fab\u00edola Sucasas, coordenadora do N\u00facleo de G\u00eanero do Minist\u00e9rio P\u00fablico de S\u00e3o Paulo, afirmou em entrevista ao&nbsp;<strong>SBT News<\/strong>&nbsp;que os \u00f3rg\u00e3o vem verificando esse aumento de casos no interior de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.sbt.com.br\/noticias\/images\/content\/20231123225834.jpeg\" alt=\"mp\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fabiola Sucasas, coordenadora do N\u00facleo de G\u00eanero do MP-SP&nbsp;<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>&#8220;Em S\u00e3o Paulo, existe uma caracter\u00edstica espec\u00edfica, que dados do Minist\u00e9rio P\u00fablico de S\u00e3o Paulo mostraram, que o interior lidera os casos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capital.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>A promotora do MP paulista lembra que &#8220;\u00e9 preciso que a v\u00edtima tenha&nbsp;mecanismos para conseguir sair daquele relacionamento abusivo&#8221;. &#8220;Quando n\u00f3s falamos das medidas protetivas, elas realmente salvam&#8221;. E destaca ainda que, apesar&nbsp;do aumento dos feminic\u00eddios consumados, houve um aumento dos feminic\u00eddios tentados.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Significa que reduziram os consumados. Isso mostra que o nosso trabalho tem se mostrado efetivo, mas n\u00e3o podemos deixar de encorajar as mulheres a buscar ajuda, mas muito mais, a que os homens modifiquem o seu comportamento, porque se matarem, se tentarem matar, a lei, a for\u00e7a da caneta,&nbsp;ser\u00e1 pesada.&#8221;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.sbt.com.br\/noticias\/images\/content\/20231113183054.jpeg\" alt=\"femin\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Aumento preocupante<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em S\u00e3o Paulo &#8211; estados mais rico e populoso do Brasil &#8211; os crimes de g\u00eanero contra mulheres seguem uma tend\u00eancia de alta registrada em todo pa\u00eds. Reportagem exclusiva do&nbsp;<strong>SBT News<\/strong>&nbsp;revelou que&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.sbtnews.com.br\/noticia\/policia\/264188-numero-de-feminicidios-no-1-semestre-supera-o-de-2022-ano-do-recorde-no-brasil\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">708 feminic\u00eddios foram registrados no primeiro semestre<\/a>,&nbsp;superando o total de casos de 2022 &#8211; ano de recorde nacional. Estudo rec\u00e9m lan\u00e7ado pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica confirmou esses \u00edndices.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o pelo menos 1,1 mil mulheres assassinadas por serem mulheres no Brasil at\u00e9 setembro. Uma m\u00e9dia de quatro feminic\u00eddios por dia, taxa crescente no pa\u00eds nos \u00faltimos tr\u00eas anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em n\u00fameros totais, estados como S\u00e3o Paulo, Minas e Bahia lideram os casos de feminic\u00eddios por serem os mais populosos. Mas quando se contabiliza as ocorr\u00eancias, levando em conta a quantidade de moradores, estados como Rond\u00f4nia e Mato Grosso est\u00e3o no topo do ranking.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2022, por exemplo, 24 mulheres foram v\u00edtimas de feminic\u00eddio em Rond\u00f4nia. Parece pouco, comparado aos 195 casos&nbsp;de S\u00e3o Paulo &#8211; ano do recorde, mas quando se faz a conta proporcional, a realidade \u00e9 outra. O estado do Norte tem uma taxa de 3,1 crimes, para cada grupo de 100 mil moradores, primeiro da lista do Brasil. O estado do Sudoeste, \u00e9 o \u00faltimo dessa mesma lista, com taxa de 0,9.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.sbt.com.br\/noticias\/images\/content\/20231115161257.jpeg\" alt=\"sp\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A soci\u00f3loga Silvana Mariano, coordenadora do Laborat\u00f3rio de Estudos do Feminic\u00eddio da Universidade Estadual de Londrina (UEL), avalia que a&nbsp;sociedade &#8220;machista, patriarcal e sexista&#8221; tem peso no aumento de n\u00faimeros de feminic\u00eddios, em geral. Assim como a falta de devida puni\u00e7\u00e3o aos autores. &#8220;Os autores acabam n\u00e3o apenados. \u00c9 preciso&nbsp;dilig\u00eancias adequadas e, no Brasil, investiga-se muito pouco.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Monitoramento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No primeiro dia de novembro &#8211; m\u00eas do Dia de Preven\u00e7\u00e3o ao Feminic\u00eddio, dia 25 &#8211;&nbsp;a influeciadora digital Luana Caroline Verdi, de 34 anos, foi mais uma v\u00edtima dessa fria estat\u00edstica. M\u00e3e de dois g\u00eameos de 11 anos, ela constumava postar imagens de sua rotina e dos filhos na internet. Foi assassinada a tiros em casa, enquanto dormia, pelo marido, Victor dos Santos, de 36 anos, que se suicidou na sequ\u00eancia. Ele n\u00e3o aceitava o fim do casamento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Foi em Rio Preto tamb\u00e9m, no oeste paulista, que o secret\u00e1rio de Seguran\u00e7a P\u00fablica do Estado, Guilhemer Derrite, anunciou no final de outubro a amplia\u00e7\u00e3o de um projeto de monitoramento de potenciais crimes contra mulheres, implantado em setembro.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Central de Opera\u00e7\u00f5es da PM (Copom), policiais monitoram em tempo real os alvos no mapa eletr\u00f4nico da Grande S\u00e3o Paulo e age para evitar mortes. Um conv\u00eanio da Secretaria Estadual de Seguran\u00e7a P\u00fablica e o Tribunal de Justi\u00e7a de S\u00e3o Paulo implantou neste ano um sistema que monitora 24 horas os potenciais agressores, com tornozeleiras eletr\u00f4nicas, em tempo real.&nbsp;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.sbt.com.br\/noticias\/images\/content\/20231123224125.jpeg\" alt=\"opm\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Coronel Lucena, chefe do Copom da PM em S\u00e3o Paulo | SBT<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>S\u00e3o&nbsp;43 atualmente alvos de monitoramento por viol\u00eancia dom\u00e9stica, em que as&nbsp;mulheres v\u00edtimas conseguiram na Justi\u00e7aa uma medida protetiva. Cada um tem seus movimento acompanhados o dia inteiro no mapa de controle da PM.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Temos 43 monitorados nesse projeto piloto da Pol\u00edcia Militar de S\u00e3o Paulo&#8221;, explica o coronel Lucena, chefe do Copom da PM. Em entrevista ao&nbsp;<strong>SBT<\/strong>&nbsp;na sede do Copom da PM em S\u00e3o Paulo, ele avalia que o programa &#8220;vem trazendo bons resultados&#8221;. &#8220;Em menos de dois meses tivemos 17 presos, ou seja, 17 vidas foram preservadas atrav\u00e9s desse sistema inovador.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Na pr\u00e1tica, assim que o potencial agressor deixa a audi\u00eancia de cust\u00f3dia, ele sai com o equipamento na perna. Os PMs&nbsp;do Copom, que \u00e9 a central da pol\u00edcia de controle e&nbsp;monitoramento. &#8220;As v\u00edtimas elas t\u00eam um raio, um per\u00edmetro de prote\u00e7\u00e3o de 300 metros, se o monitorado romper essa barreira, aumotomaticamente \u00e9 emitido um sinal sonoro, um alerta e a PM&nbsp;envia uma equipe para resgaurdar a integragridade f\u00edsica da v\u00edtima&#8221;, explica o coronel Lucena, chefe do Copom da PM.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando isso acontece, \u00e9 emitido um sinal sonora na tela do Copom alertando essa &#8220;ruptura da ordem p\u00fablica&#8221;. &#8220;Ele \u00e9 preso e automaticamente \u00e9 conduzido \u00e0 delegacia de pol\u00edcia para registro.&#8221;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.sbt.com.br\/noticias\/images\/content\/20231123221523.jpeg\" alt=\"pm\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Major Rodrigo Vilardi, da coordenadoria de Pol\u00edticas P\u00fablicas da SSP-SP | SBT&nbsp;<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>O monitoramento funciona desde 11 de setembro na capital &#8211; onde vivem 11 milh\u00f5es de pessoas. &#8220;\u00c9 um projeto piloto que vem dando sinais positivos.&#8221;&nbsp;O governo estadual prometeu ampliar o&nbsp;projeto de monitoramento para todo estado, at\u00e9 2024.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O monitoramento de criminosos reincidentes em cumprimento de pena em regime aberto ser\u00e1 uma realidade em todo o Estado de S\u00e3o Paulo at\u00e9 o final do ano que vem&#8221;, disse Derrite na \u00e9poca. &#8220;N\u00f3s temos 8 mil tornozeleiras contratadas para a capital paulista e abrimos um edital de licita\u00e7\u00e3o para comprar para todo o estado pela Secretaria da Seguran\u00e7a P\u00fablica&#8221;, anunciou o secret\u00e1rio, na ocasi\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com metade da popula\u00e7\u00e3o paulista, assassinatos de mulheres de janeiro a setembro s\u00e3o quase o dobro dos registrados na Gde S\u00e3o Paulo SBT News, por Ricardo Brandt e Simone Queiroz -23\/11\/2023 \u00e0s 22:45 As cidades do interior paulista voltaram a elevar os casos de feminic\u00eddios em S\u00e3o Paulo em 2023, que bateu novo recorde hist\u00f3rico.&nbsp;Dos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":1400,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_gspb_post_css":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1397","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.uel.br\/lesfem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1397","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.uel.br\/lesfem\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.uel.br\/lesfem\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.uel.br\/lesfem\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.uel.br\/lesfem\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1397"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/sites.uel.br\/lesfem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1397\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1402,"href":"https:\/\/sites.uel.br\/lesfem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1397\/revisions\/1402"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.uel.br\/lesfem\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1400"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.uel.br\/lesfem\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1397"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.uel.br\/lesfem\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1397"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.uel.br\/lesfem\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1397"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}