{"id":445,"date":"2025-05-16T13:58:46","date_gmt":"2025-05-16T16:58:46","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.uel.br\/ledi\/?page_id=445"},"modified":"2025-05-19T13:13:59","modified_gmt":"2025-05-19T16:13:59","slug":"minicurso1","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.uel.br\/ledi\/minicurso1\/","title":{"rendered":"Minicurso 1"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>A ARTE P\u00daBLICA EM PERSPECTIVA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS PARA A APRENDIZAGEM HIST\u00d3RICA<\/strong><br><br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/6814939718444387\">Luciana de F\u00e1tima Marinho Evangelista<\/a><br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\">Manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas p\u00fablicas, como grafites e esculturas, ser\u00e3o colocadas em perspectiva, neste minicurso, para explorarmos alternativas metodol\u00f3gicas que promovam a aprendizagem hist\u00f3rica. Para tanto, recorreremos a autores como Paulo Knauss, Hans Ernest Gumbrecht, J\u00f6rn R\u00fcsen e Ronaldo Cardoso Alves, a fim de: 1) problematizarmos as disputas pelo pertencimento e representatividade de diversos grupos sociais no espa\u00e7o p\u00fablico (Knauss), 2) explorarmos o Stimmung, ou clima hist\u00f3rico (atmosfera) como modo de criar contextos de aprendizados que suscitem momentos nos quais os sujeitos possam ser atravessados pelas coisas do mundo e tenham uma experi\u00eancia, como definiu Gumbrecht: \u201cprimordialmente, fora da linguagem\u201d (2010, p. 9), e 3) questionarmos a instrumentaliza\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica do conhecimento hist\u00f3rico e defendermos o aprendizado hist\u00f3rico com sentido para vida (R\u00fcsen, Alves). Nesse sentido, artistas como C\u00e2ndido Portinari e Eug\u00eanio P. Sigaud dialogar\u00e3o com produ\u00e7\u00f5es contempor\u00e2neas de Kobra, Car\u00e3o e outros, valorizando possibilidades de usos da Arte P\u00fablica para o Ensino de Hist\u00f3ria.<br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\"><strong>Bibliografia:<\/strong><br>GUMBRECHT, Hans Urich. Produ\u00e7\u00e3o da Presen\u00e7a: o que o sentido n\u00e3o consegue transmitir. Rio de Janeiro: Contraponto: Ed. PUC-Rio, 2010.<br>GUMBRECHT, Hans Urich. Depois de \u201cDepois de aprender com a hist\u00f3ria\u201d, o que fazer com o passado agora? In. NICOLAZZI, Fernando; MOLLO, Helena M.; ARA\u00daJO, Valdeir L. de. Aprender com a hist\u00f3ria? O passado e o futuro de uma quest\u00e3o. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2011.<br>GUMBRECHT, Hans Ulrich. Nosso amplo presente &#8211; o tempo e a cultura contempor\u00e2nea. S\u00e3o Paulo: Editora da UNESP, 2015.<br>KNAUSS MENDON\u00c7A, Paulo. Arte P\u00fablica e direito \u00e0 cidade: o encontro da arte com as favelas no Rio de Janeiro contempor\u00e2neo&amp;lt;\/em&amp;gt;. Revista Tempo e Argumento, Florian\u00f3polis, v. 1, n. 1, p. p. 17-29, 2009. Dispon\u00edvel em: https:\/\/revistas.udesc.br\/index.php\/tempo\/article\/view\/717. Acesso em: 24 fev. 2025.<br>R\u00dcSEN, J\u00f6rn. Hist\u00f3ria viva: teoria da hist\u00f3ria: formas e fun\u00e7\u00f5es do conhecimento hist\u00f3rico. Bras\u00edlia: Editora Universidade de Bras\u00edlia, 207.<br>SIMAN, Lana Mara de Castro. Mem\u00f3rias sobre a hist\u00f3ria de uma cidade: a hist\u00f3ria como labirinto. Educa\u00e7\u00e3o em Revista | Belo Horizonte | n. 47 | p. 241-270 | jun. 2008.&nbsp;<br>ZAIDLER, Waldemar. Arte P\u00fablica e a Arte de Rua: Graffiti versus grafite. Revista Farol, 9 (9), 2015, p. 125-135. https:\/\/doi.org\/10.47456\/rf.vli9.11368<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ARTE P\u00daBLICA EM PERSPECTIVA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS PARA A APRENDIZAGEM HIST\u00d3RICA Luciana de F\u00e1tima Marinho Evangelista Manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas p\u00fablicas, como grafites e esculturas, ser\u00e3o colocadas em perspectiva, neste minicurso, para explorarmos alternativas metodol\u00f3gicas que promovam a aprendizagem hist\u00f3rica. 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