{"id":446,"date":"2023-12-07T17:47:54","date_gmt":"2023-12-07T20:47:54","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/?p=446"},"modified":"2024-02-29T17:44:30","modified_gmt":"2024-02-29T20:44:30","slug":"por-que-voce-vai-ao-cinema","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/jornalismo\/2023\/12\/07\/por-que-voce-vai-ao-cinema\/","title":{"rendered":"Por que voc\u00ea vai ao cinema?"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/amelie-cinema-1024x435.jpeg\" alt=\"\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Filme: O Fabuloso Destino de Am\u00e9lie Poulain<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Com inspira\u00e7\u00e3o nas cr\u00edticas de filmes produzidas por Garc\u00eda M\u00e1rquez nos anos 50, em Bogot\u00e1, questiona-se o motivo on\u00edrico ou de empatia coletiva que leva o espectador a uma sala de cinema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Fernanda Ortenzi<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0s tr\u00eas da tarde de um s\u00e1bado, no Espa\u00e7o Villa Rica, centro da cidade de Londrina, cin\u00e9filos v\u00e3o assistir a <em>Acossado<\/em> (1960), do renomado cineasta franc\u00eas Jean-Luc Godard. Diferentes pessoas com um interesse em comum se encontram nesse lugar para ver um filme juntas. Essa pode ser a primeira vez que eles t\u00eam a oportunidade de ver essa obra em uma sala de cinema.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0s quatro da tarde de um domingo, no Cinemark do Boulevard Shopping Londrina, pessoas fazem fila para ver <em>Oppenheimer <\/em>(2023), de Christopher Nolan. <em>Barbie <\/em>(2023), de Greta Gerwig, tamb\u00e9m est\u00e1 em cartaz. Os dois est\u00e3o entre os longas mais aguardados do ano e levaram muitas pessoas ao cinema. \u00c9 poss\u00edvel encontrar l\u00e1 adolescentes desacompanhados e barulhentos, namorados que n\u00e3o est\u00e3o muito preocupados com a sess\u00e3o, pais e crian\u00e7as em busca de uma divers\u00e3o para a fam\u00edlia toda e tamb\u00e9m amantes da s\u00e9tima arte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em uma \u00e9poca em que as pessoas t\u00eam todos os filmes que quiserem na palma de suas m\u00e3os, por que elas v\u00e3o ao cinema? Esse passeio pode ser muito mais que ver um filme, pode ser uma experi\u00eancia coletiva. Tamb\u00e9m pode ser solit\u00e1rio, se voc\u00ea for sozinho. \u00c9 uma forma imersiva de ver uma obra cinematogr\u00e1fica, com a maior tela poss\u00edvel e um som de \u00f3tima qualidade. Ir ao cinema nunca vai perder a gra\u00e7a, seja porque \u00e9 um passeio divertido ou porque os filmes ficam melhores no cinema. Isso vale para filmes comerciais que arrecadam milh\u00f5es de reais na bilheteria, e tamb\u00e9m para obras antigas ou independentes que t\u00eam seu pequeno p\u00fablico fiel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De qualquer forma, ir ao cinema \u00e9 m\u00e1gico. Com as salas fechadas durante a pandemia, foi poss\u00edvel perceber como esse costume faz falta. Como \u00e9 bom rir junto com um monte de desconhecidos em uma cena engra\u00e7ada. Como \u00e9 bom ver pessoas variadas empolgadas com um filme, com a arte. Por\u00e9m, tem um problema: o pre\u00e7o do ingresso. Bom seria se todo mundo pudesse ir ao cinema, se essa e todas as outras formas de arte e entretenimento tivessem pre\u00e7os mais acess\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide\" \/>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Fernanda Ortenzi<\/strong> \u00e9 estudante de Jornalismo, integrante do Grupo Gabo de Pesquisa, assistente de edi\u00e7\u00e3o da revista Jornalismo &amp; Fic\u00e7\u00e3o: Am\u00e9rica Latina e Caribe e desenvolve projeto de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica sobre &#8220;Cinema segundo Garc\u00eda M\u00e1rquez&#8221;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com inspira\u00e7\u00e3o nas cr\u00edticas de filmes produzidas por Garc\u00eda M\u00e1rquez nos anos 50, em Bogot\u00e1, questiona-se o motivo on\u00edrico ou de empatia coletiva que leva o espectador a uma sala de cinema.<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":448,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-446","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-jornalismo"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/446","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=446"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/446\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":578,"href":"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/446\/revisions\/578"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/448"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=446"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=446"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=446"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}