{"id":1065,"date":"2025-05-16T16:03:01","date_gmt":"2025-05-16T19:03:01","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/?p=1065"},"modified":"2025-05-16T16:03:06","modified_gmt":"2025-05-16T19:03:06","slug":"registros-da-ditadura-militar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/literatura\/2025\/05\/16\/registros-da-ditadura-militar\/","title":{"rendered":"Registros da ditadura militar"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/capa-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1066\" srcset=\"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/capa-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/capa-300x200.jpg 300w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/capa-768x512.jpg 768w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/capa-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/capa-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Uma sele\u00e7\u00e3o de livros e suas adapta\u00e7\u00f5es cinematogr\u00e1ficas que trazem um tema em comum: a ditadura militar. Publicado em formato folhetinsta, o texto faz parte da revista <em>Pel\u00edcula<\/em>, uma publica\u00e7\u00e3o sobre cinema latino-americano, desenvolvida como TCC em Jornalismo na Universidade Estadual de Londrina (UEL) por Fernanda Ortenzi, sob orienta\u00e7\u00e3o da professora M\u00e1rcia Neme Buzalaf.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><em>Texto e produ\u00e7\u00e3o de imagem: Fernanda Ortenzi<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><em>Imagens: Divulga\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Uma hist\u00f3ria pode ser contada de v\u00e1rias formas diferentes, em m\u00eddias diferentes e por pessoas diferentes. Aqui s\u00e3o apresentados seis livros que foram traduzidos das p\u00e1ginas para as telas e tratam sobre a ditadura militar.<\/p>\n\n\n\n<p>O regime, que durou de 1964 at\u00e9 1985, foi marcado por viol\u00eancia e repress\u00e3o, deixou in\u00fameras consequ\u00eancias na sociedade brasileira. Os livros e filmes apresentados mostram algumas perspectivas sobre esse per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"819\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ainda-estou-aqui-819x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1067\" srcset=\"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ainda-estou-aqui-819x1024.jpg 819w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ainda-estou-aqui-240x300.jpg 240w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ainda-estou-aqui-768x960.jpg 768w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ainda-estou-aqui.jpg 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Ainda Estou Aqui<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Publicado pela primeira vez, pela Alfaguara, em 2015, este livro de mem\u00f3rias de Marcelo Rubens Paiva conta a hist\u00f3ria da m\u00e3e do autor, Eunice Paiva, e do desaparecimento do pai dele, Rubens Paiva, que foi preso, torturado e morto pela ditadura militar. Eunice teve que cuidar dos filhos sozinha, se tornou advogada e passou a defender direitos ind\u00edgenas. A obra tamb\u00e9m fala sobre a luta dela contra o Alzheimer.<\/p>\n\n\n\n<p>O livro deu origem ao filme <em>Ainda Estou Aqui<\/em> (2024), dirigido por Walter Salles e estrelado por Fernanda Torres, como Eunice, e Selton Mello, como Rubens. Com roteiro assinado por Murilo Hauser e Heitor Lorega, o longa teve sua estreia no Festival Internacional de Cinema de Veneza, recebeu mais de 30 pr\u00eamios, inclusive o Oscar de Melhor Filme Internacional.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"819\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/as-meninas-819x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1068\" srcset=\"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/as-meninas-819x1024.jpg 819w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/as-meninas-240x300.jpg 240w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/as-meninas-768x960.jpg 768w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/as-meninas.jpg 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>As meninas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O romance de Lygia Fagundes Telles, publicado originalmente pela Jos\u00e9 Olympio em 1973, se passa em um pensionato de freiras de S\u00e3o Paulo no in\u00edcio da d\u00e9cada de 70, em meio \u00e0 ditadura militar. A trama acompanha as universit\u00e1rias Lorena, Lia e Ana Clara. As vidas diferentes que as tr\u00eas meninas levam se entrela\u00e7am, mostrando, entre outras quest\u00f5es, a repress\u00e3o pol\u00edtica da \u00e9poca. O livro tamb\u00e9m conta com uma edi\u00e7\u00e3o publicada em 2009 pela Cia. das Letras.<\/p>\n\n\n\n<p>O diretor Emiliano Ribeiro trouxe as personagens para a tela no filme <em>As meninas <\/em>(1995). O elenco conta com Adriana Esteves, Drica Moraes e Cl\u00e1udia Liz nos pap\u00e9is principais, com roteiro de David Neves.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"819\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/batismo-de-sangue-819x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1069\" srcset=\"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/batismo-de-sangue-819x1024.jpg 819w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/batismo-de-sangue-240x300.jpg 240w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/batismo-de-sangue-768x960.jpg 768w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/batismo-de-sangue.jpg 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Batismo de sangue: Guerrilha e morte de Carlos Marighella<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Livro de n\u00e3o-fic\u00e7\u00e3o, publicado em 1982, em que Frei Betto tra\u00e7a o perfil do pol\u00edtico e guerrilheiro Carlos Marighella, que combateu a ditadura militar. O autor narra epis\u00f3dios em torno da morte de Marighella e conta sobre a participa\u00e7\u00e3o de frades dominicanos na guerrilha. A obra ganhou o pr\u00eamio Jabuti na categoria de melhor livro de mem\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse livro foi para o cinema em <em>Batismo de Sangue<\/em> (2006), dirigido por Helv\u00e9cio Ratton, estrelado por Caio Blat e com roteiro de Ratton e Dani Patarra. No longa, cinco frades dominicanos se envolvem com a guerrilha para combater a ditadura militar durante os anos 1960.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"819\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/prova-contraria-819x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1071\" srcset=\"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/prova-contraria-819x1024.jpg 819w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/prova-contraria-240x300.jpg 240w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/prova-contraria-768x960.jpg 768w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/prova-contraria.jpg 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Prova contr\u00e1ria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este livro do romancista, dramaturgo e roteirista Fernando Bonassi trata sobre a compra de um apartamento e os traumas e fantasmas do passado que esse evento pode trazer \u00e0 tona.<\/p>\n\n\n\n<p>Publicada em 2003, pela Objetiva, a obra inspirou o filme<em> Hoje<\/em> (2011), dirigido por Tata Amaral e escrito por Jean-Claude Bernardet, Rubens Rewald e Felipe Sholl. A trama acompanha uma ex-militante que recebe uma indeniza\u00e7\u00e3o do governo brasileiro pelo desaparecimento de seu marido durante a ditadura militar e compra um apartamento com o dinheiro.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"819\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/marighella-1-819x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1072\" srcset=\"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/marighella-1-819x1024.jpg 819w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/marighella-1-240x300.jpg 240w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/marighella-1-768x960.jpg 768w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/marighella-1.jpg 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Marighella: O guerrilheiro que incendiou o mundo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O jornalista M\u00e1rio Magalh\u00e3es investiga a vida de Carlos Marighella (1911-1969) nesta biografia lan\u00e7ada em 2012, pela Cia. Das Letras. Marighella atuou como militante comunista desde a juventude, foi deputado federal e fundou a A\u00e7\u00e3o Libertadora Nacional, grupo que fazia oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 ditadura militar. Considerado inimigo do regime, Marighella foi assassinado em uma emboscada policial em 1969.<\/p>\n\n\n\n<p>O filme <em>Marighella<\/em> (2019) adapta parte dessa hist\u00f3ria, focando na atua\u00e7\u00e3o do pol\u00edtico, escritor e guerrilheiro na luta contra a ditadura. A dire\u00e7\u00e3o \u00e9 do ator e diretor Wagner Moura, o roteiro \u00e9 de Moura e Felipe Braga, e quem interpreta o personagem titular \u00e9 o Seu Jorge.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"819\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/o-beijo-da-mulher-aranha-819x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1073\" srcset=\"https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/o-beijo-da-mulher-aranha-819x1024.jpg 819w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/o-beijo-da-mulher-aranha-240x300.jpg 240w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/o-beijo-da-mulher-aranha-768x960.jpg 768w, https:\/\/sites.uel.br\/jornalismoeficcao\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/o-beijo-da-mulher-aranha.jpg 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>O beijo da mulher aranha<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este livro \u00e9 um pouco diferente dos outros da lista, j\u00e1 que \u00e9 argentino e n\u00e3o brasileiro, mas deu origem a um filme brasileiro e estadunidense. O romance de Manuel Puig, publicado em 1976, retrata o v\u00ednculo criado entre um preso pol\u00edtico, Valentin, e seu companheiro de cela, Molina.<\/p>\n\n\n\n<p>O filme<em> O beijo da mulher aranha<\/em> (1985) foi dirigido por H\u00e9ctor Babenco, com roteiro de Leonard Schrader e estrelado por Raul Julia, William Hunt e S\u00f4nia Braga. O longa \u00e9 falado em ingl\u00eas, mas se passa em um pres\u00eddio latino-americano durante uma ditadura. Mescla conversas entre os dois personagens com cenas de um filme dentro do filme que Molina conta para Valentin.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide\" \/>\n\n\n\n<p><strong>Fernanda Ortenzi<\/strong> \u00e9 jornalista, formada pela UEL. Como estudante, integrou o Grupo Gabo de Pesquisa com o projeto de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica sobre \u201cCinema segundo Garc\u00eda M\u00e1rquez\u201d e foi assistente de edi\u00e7\u00e3o da revista Jornalismo &amp; Fic\u00e7\u00e3o: Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma sele\u00e7\u00e3o de livros e suas adapta\u00e7\u00f5es cinematogr\u00e1ficas que trazem um tema em comum: a ditadura militar. Publicado em formato folhetinsta, o texto faz parte da revista Pel\u00edcula, uma publica\u00e7\u00e3o sobre cinema latino-americano, desenvolvida como TCC em Jornalismo na Universidade Estadual de Londrina (UEL) por Fernanda Ortenzi, sob orienta\u00e7\u00e3o da professora M\u00e1rcia Neme Buzalaf. 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