{"id":3246,"date":"2026-05-11T14:31:59","date_gmt":"2026-05-11T17:31:59","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.uel.br\/ccs\/?p=3246"},"modified":"2026-05-11T14:31:59","modified_gmt":"2026-05-11T17:31:59","slug":"pesquisadora-investiga-beneficios-da-musicoterapia-para-quem-vive-com-alzheimer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.uel.br\/ccs\/sem-categoria\/2026\/05\/11\/pesquisadora-investiga-beneficios-da-musicoterapia-para-quem-vive-com-alzheimer\/","title":{"rendered":"Pesquisadora investiga benef\u00edcios da musicoterapia para quem vive com Alzheimer"},"content":{"rendered":"\n<p>publicado por<\/p>\n\n\n\n<p>Ag\u00eancia UEL<\/p>\n\n\n\n<p>As sess\u00f5es de musicoterapia do projeto\u00a0<a href=\"https:\/\/naomeesquecas.org.br\/musicalmente\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MusicalMente<\/a>, do\u00a0<a href=\"https:\/\/naomeesquecas.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instituto N\u00e3o Me Esque\u00e7as<\/a>, foram acompanhadas ao longo de um ano por uma pesquisa da Universidade Estadual de Londrina. Desenvolvido por Larissa Laskovski, fisioterapeuta e\u00a0<a href=\"https:\/\/operobal.uel.br\/tag\/pesquisa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pesquisadora<\/a>\u00a0da UEL, o estudo investigou como a m\u00fasica impacta o cotidiano de pessoas que vivem com\u00a0<a href=\"https:\/\/operobal.uel.br\/tag\/alzheimer\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Alzheimer<\/a>\u00a0ou outra dem\u00eancia e de quem cuida delas.<\/p>\n\n\n\n<p>No MusicalMente, as atividades re\u00fanem pessoas com diagn\u00f3stico e seus familiares cuidadores. A pesquisa observou que, durante os encontros, a\u00a0<a href=\"https:\/\/operobal.uel.br\/tag\/musica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">m\u00fasica<\/a>\u00a0favoreceu a socializa\u00e7\u00e3o, o reconhecimento do ambiente, a aten\u00e7\u00e3o, a autonomia e a satisfa\u00e7\u00e3o diante das atividades propostas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuem perde habilidades de comunica\u00e7\u00e3o tem dificuldade de estabelecer uma intera\u00e7\u00e3o. A m\u00fasica ajuda a substituir esse ato comunicativo, esse di\u00e1logo. N\u00f3s podemos cantar juntos, dan\u00e7ar, gesticular. Isso \u00e9 uma forma de intera\u00e7\u00e3o, uma conex\u00e3o\u201d, destaca Larissa.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<p>Os efeitos mais marcantes foram observados no dia da sess\u00e3o e, em alguns casos, nas 24 a 48 horas seguintes.&nbsp;<a href=\"https:\/\/operobal.uel.br\/ultimas\/2026\/03\/09\/musica-como-aliada-no-cuidado-em-alzheimer-e-tema-de-evento-gratuito\/\">Os relatos<\/a>&nbsp;apontaram mais comunica\u00e7\u00e3o, aten\u00e7\u00e3o, foco e disposi\u00e7\u00e3o para interagir depois das atividades. Em um dos casos registrados pela pesquisa, uma familiar afirmou que a participante passou a apresentar mais iniciativa para se vestir, usar o banheiro e se alimentar.<\/p>\n\n\n\n<p>Para os familiares que participam das sess\u00f5es, a musicoterapia abriu uma possibilidade de conviv\u00eancia para al\u00e9m das tarefas di\u00e1rias, ajudando a recuperar v\u00ednculos muitas vezes desgastados pela rotina. Um dos casos mais significativos foi o de um filho que, ap\u00f3s participar das sess\u00f5es com a m\u00e3e, decidiu fazer uma pausa no trabalho para almo\u00e7ar diariamente com ela.<\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"682\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/sites.uel.br\/ccs\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/image-16.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3248\" srcset=\"https:\/\/sites.uel.br\/ccs\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/image-16.png 682w, https:\/\/sites.uel.br\/ccs\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/image-16-200x300.png 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A pesquisadora Larissa Laskovski, do Departamento de Fisioterapia (CCS) da UEL. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Ainda segundo a pesquisa da professora do Departamento de Fisioterapia (<a href=\"https:\/\/operobal.uel.br\/tag\/ccs\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CCS<\/a>), a experi\u00eancia no Instituto estimulou o uso da m\u00fasica tamb\u00e9m em casa, como recurso de cuidado em momentos de agita\u00e7\u00e3o e como forma de aproxima\u00e7\u00e3o entre quem cuida e quem recebe os cuidados.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Atividade terap\u00eautica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A professora Suhaila Mahmoud Smaili, orientadora da pesquisa e tamb\u00e9m docente do Departamento de\u00a0<a href=\"https:\/\/operobal.uel.br\/tag\/fisioterapia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Fisioterapia<\/a>\u00a0da UEL, avalia que a proposta tem import\u00e2ncia especial por alcan\u00e7ar pessoas que j\u00e1 n\u00e3o conseguiam participar de outras atividades terap\u00eauticas da mesma forma.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAs pessoas que vieram para o MusicalMente eram aquelas que n\u00e3o conseguiam mais participar das oficinas de fisioterapia, de psicopedagogia, das outras propostas mais formais. E, se n\u00e3o houvesse essa possibilidade, qual seria o destino dessa pessoa? Provavelmente, o isolamento em casa, ou, no m\u00e1ximo, uma atividade com a fam\u00edlia no final de semana. Ent\u00e3o, esse tipo de proposta vem para servir para esse p\u00fablico.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa foi submetida a uma\u00a0<a href=\"https:\/\/operobal.uel.br\/tag\/revista\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">revista cient\u00edfica<\/a>\u00a0e segue em avalia\u00e7\u00e3o. A equipe tamb\u00e9m prepara um cap\u00edtulo de livro voltado \u00e0 atualiza\u00e7\u00e3o profissional. A expectativa \u00e9 que a experi\u00eancia contribua para ampliar o debate sobre interven\u00e7\u00f5es baseadas em m\u00fasica e incentive outras institui\u00e7\u00f5es a desenvolver propostas semelhantes.<\/p>\n\n\n\n<p>O Instituto N\u00e3o Me Esque\u00e7as, em parceria com a\u00a0<a href=\"https:\/\/portal.londrina.pr.gov.br\/a-secretaria-idoso\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Secretaria Municipal do Idoso<\/a>, realiza sess\u00f5es de musicoterapia tamb\u00e9m nos Centros de Conviv\u00eancia da\u00a0<a href=\"https:\/\/operobal.uel.br\/tag\/pessoa-idosa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Pessoa Idosa<\/a>, al\u00e9m de treinamento para familiares e funcion\u00e1rios de Institui\u00e7\u00f5es de Longa Perman\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>publicado por Ag\u00eancia UEL As sess\u00f5es de musicoterapia do projeto\u00a0MusicalMente, do\u00a0Instituto N\u00e3o Me Esque\u00e7as, foram acompanhadas ao longo de um ano por uma pesquisa da Universidade Estadual de Londrina. 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