{"id":489,"date":"2022-07-28T19:35:00","date_gmt":"2022-07-28T22:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.uel.br\/blogbaguncei\/?p=489"},"modified":"2024-04-01T19:36:32","modified_gmt":"2024-04-01T22:36:32","slug":"entrevista-no-blog-alfabeto-de-plantas-dealecrim-a-zedoaria-bruna-ester-yamashita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.uel.br\/blogbaguncei\/sem-categoria\/2022\/07\/28\/entrevista-no-blog-alfabeto-de-plantas-dealecrim-a-zedoaria-bruna-ester-yamashita\/","title":{"rendered":"Entrevista no Blog: Alfabeto de plantas: deAlecrim a Zedo\u00e1ria- Bruna Ester Yamashita"},"content":{"rendered":"\n<p>Ol\u00e1 Professores, professoras e demais p\u00fablico que acompanham o blog, j\u00e1 compartilhamos como dica de livros o livro: &#8220;Alfabeto de Plantas: de Alecrim a Zedo\u00e1ria&#8221;. Pois al\u00e9m de ser um interessante livro para ser usado como recurso pedag\u00f3gico\u00a0e iniciar com a horta nas escolas de Educa\u00e7\u00e3o Infantil, sua produ\u00e7\u00e3o \u00e9 de uma professora aqui de Londrina, e porque n\u00e3o destacar as nossas escritoras locais?<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:25%\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:50%\"><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEh0aLNWEWQo8NYPv212NzJfqWZMEUCQsSUi6QBx91cpZoh0-0Slnri1JuaXsNJ1Doxm5Esz3YyTU30jdKhIFNajuFsDt5lDxdwAdh1lVkHrIoic6guz8THxw2tjWXR3Ufh6sRuDRAOKLPlftysyQqCM8o8uO0hOpTKWdUP0OJrDBKnX-5cH1HcjXNQ\/s1080\/com%20Bruna%20ester%20Yamashita%20(1).png\" alt=\"\" style=\"width:347px;height:auto\" \/><\/figure>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:25%\"><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Entramos em contato com a Bruna Ester Yamashita e realizamos uma entrevista pelo meio digital, confira conosco o contexto hist\u00f3rico deste livro:<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Entrevista com Bruna Ester Yamashita<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>1- Qual sua forma\u00e7\u00e3o, idade, cidade natal e atual? (Demais informa\u00e7\u00f5es pessoais).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8220;Tenho 39 anos, m\u00e3e de 3: Gabriel (13), Jo\u00e3o (11) e Isabela (8). Sou formada em pedagogia (2004) pela UEL. Especialista em Gest\u00e3o Educacional (UNIRIO), Mestra em Educa\u00e7\u00e3o e doutoranda em Educa\u00e7\u00e3o, ambos na UEL. Natural de Tamarana e residente em Londrina&#8221;.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2- Em que escola voc\u00ea trabalha?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8220;Trabalho na Escola Municipal Maria Carmelita Vilela Magalh\u00e3es&#8221;.&nbsp;&nbsp;(LONDRINA-PR)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>3- H\u00e1 quanto tempo trabalha com a educa\u00e7\u00e3o?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8220;Professora h\u00e1 22 anos na rede privada e p\u00fablica, atuando nas fun\u00e7\u00f5es de professora de educa\u00e7\u00e3o infantil, fundamental, tutora individual e coordena\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica&#8221;.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>4- Voc\u00ea costuma sempre realizar estes tipos de \u201catividades diferenciadas\u201d?<\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8220;Sempre. Eu sou apaixonada por escola. Desde muito pequena, antes de ingressar nela, eu j\u00e1 queria fazer parte da escola. Eu era criada por um doce m\u00e3e vi\u00fava e tinha um irm\u00e3o mais novo, nossa vida era muito dif\u00edcil e de pouqu\u00edssimos recursos. Assim, a grande novidade, de direito e acesso a todos, era a escola e eu n\u00e3o via a hora de conquistar esse direito, me lembro claramente. Desde que entrei para a escola eu me apaixonei e durante toda a minha vida eu elaborei em meus pensamentos como seria o dia em que me tornaria professora. Tudo que vivi, os lugares que conheci, as novidades que encontrei pelo caminho, as m\u00fasicas que aprendi, as plantas que cheirei, as brincadeiras na ro\u00e7a, tudo me fazia professora e de cada passagem, de cada caminho, eu levava algo comigo para usar um dia na escola, era natural. Assim, desde que me tornei professora, aos 17 anos, eu levo esse mund\u00e3o todo que me fez, mais o meu viol\u00e3o,&nbsp;para as conversas e rodas com as crian\u00e7as. Sempre gostei de rodas, do olho no olho, das historinhas contadas na simplicidade do cotidiano&nbsp;pois acredito que s\u00e3o nelas, nas historinhas, que est\u00e3o os melhores caminhos a seguir para aprender com as crian\u00e7as. Nas rodas elas mostram os mapas dos tesouros e aprender se torna mais significativo e pessoal. No caso da roda da turminha de 2019, o mapa que me deram, entre alguns outros, as plantas foi a grande pista&#8221;.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>5- Onde tudo come\u00e7ou? Como se deu o in\u00edcio de tudo at\u00e9 a publica\u00e7\u00e3o do livro?<\/strong>&nbsp;(esta informa\u00e7\u00f5es, foi repassa por meio de um PDF sobre a historia do livro).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cOs encontros costumam come\u00e7ar por uma pergunta. Na escola, pelo menos, \u00e9 assim, ali\u00e1s, por v\u00e1rias perguntas. A obra Alfabeto de plantas: de Alecrim a Zedo\u00e1ria nasceu de uma primeira pergunta: \u201co que voc\u00ea deseja aprender?\u201d. Essa pergunta e esse encontro se deram no primeiro dia de aula no ano de 2019. A turma era de 24 alunos, um primeiro ano dos anos iniciais do ensino fundamental, em uma escola p\u00fablica no munic\u00edpio de Londrina (PR). Uma de minhas perguntas provocou um sil\u00eancio: \u201co que voc\u00eas desejam aprender durante esse ano.\u201d A pergunta fez com que uma crian\u00e7a olhasse para a outra sem saber muito o que responder, parecia que ningu\u00e9m havia feito essa pergunta a elas em outra ocasi\u00e3o. Diante do sil\u00eancio com a tal pergunta, a reformulei: \u201cComo voc\u00eas querem aprender a ler e escrever durante o tempo em que estivermos juntos?\u201d. Continuei dizendo que elas poderiam aprender a ler e escrever pesquisando sobre coisas que gostavam e se interessavam. Mostrei a elas um bloquinho de anota\u00e7\u00f5es com todos os seus nomes e, com o l\u00e1pis \u00e0 m\u00e3o, me posicionei para come\u00e7ar a anotar tudo que elas dissessem. Complementei, dizendo: \u201c\u00e9 assim que faremos, voc\u00eas s\u00f3 precisam me dizer o que \u00e9 que se interessam e eu anotarei. Aprenderemos a ler os livros e o mundo todo, a partir do que voc\u00eas me disserem\u201d. O combinado era de que, ao final, somar\u00edamos as op\u00e7\u00f5es de interesses em comum e come\u00e7ar\u00edamos as pesquisas do ano orientados pelas escolhas da maioria, mas que, no decorrer dos dias, semanas e meses, os demais interesses \u2014 com menos votos \u2014, seriam considerados na pesquisa naturalmente. Assim se fez, ainda t\u00edmidos, come\u00e7aram a me contar seus interesses. Depois, em assembleia, contamos os resultados e tra\u00e7amos um roteiro de estudos para o nosso gloss\u00e1rio aberto. Foram 16 votos para plantas, 2 para cosm\u00e9ticos, 2 para astronautas, 1 para arte, 1 para dinossauros e 2 para comidas. O trabalho com o gloss\u00e1rio aberto \u00e9 uma pr\u00e1tica que me acompanha ao longo da vida como alfabetizadora. Se trata de uma pr\u00e1tica que entende que as letras precisam ter significado e n\u00e3o podem substituir a experi\u00eancia vivida pela crian\u00e7a. Nesse sentido, o famoso \u201cabeced\u00e1rio\u201d, para mim, nunca chega pronto com palavras predeterminadas, mas sim, repleto de interroga\u00e7\u00f5es e que possa ser constru\u00eddo como um gloss\u00e1rio aberto, democr\u00e1tico e muito particular, inspirados em tantos outros conjuntos de palavras, ou seja, nos tantos outros abeced\u00e1rios que conhecemos. Naquele momento, t\u00ednhamos entre os desejos das crian\u00e7as, in\u00fameras palavras de A a Z a serem descobertas e que, certamente, teriam muitos significados a cada uma delas e suas hist\u00f3rias de vida.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Conforme combinado, a partir da escolha da maioria, construir\u00edamos um abeced\u00e1rio das plantas. \u201cMas ser\u00e1 que tem planta com todas as letras do alfabeto?\u201d. Essa foi uma das primeiras perguntas que disparou as buscas pelas plantas de A a Z. A proposta de organizar uma parede da sala com o abeced\u00e1rio de plantas \u2014 nosso gloss\u00e1rio particular \u2014 se tornou uma aventura em fam\u00edlia e em comunidade, desse modo, a obra Alfabeto de plantas: de Alecrim a Zedo\u00e1ria foi uma constru\u00e7\u00e3o coletiva. Os nomes das plantas chegaram at\u00e9 a escola por meio de pesquisas realizadas com as fam\u00edlias das crian\u00e7as, sobre as plantas que cultivavam em casa, sobre os temperos preferidos e sobre as que consumiam diariamente. Entre tantos nomes de plantas, as rodas de conversa ficaram cheias de hist\u00f3rias e de mem\u00f3rias familiares, que iam sendo compartilhadas. Fosse sobre um bom e velho chazinho e hortel\u00e3, sobre um temperinho indesejado por uns ou apreciado por outros, sobre uma receita deliciosa, sobre a horta que tinham em casa, entre tantos outros \u201cassuntos verdes\u201d. A escolha do g\u00eanero liter\u00e1rio para registrar as descobertas se deu pela leveza da poesia, o que permite a brincadeira com as palavras, algo muito significativo \u00e0 faixa et\u00e1ria das crian\u00e7as, tornando o conhecimento das palavras repleto de ritmo. As ilustra\u00e7\u00f5es de Marilia Goldschmidt trouxeram a beleza das plantas para os olhos e para o conhecimento das crian\u00e7as. De uma forma muito sens\u00edvel e cuidadosa, a ilustradora revelou aspectos importantes e caracter\u00edsticos de cada uma das plantas, tornando capaz de se reconhecer cada uma delas quando vistas em ambientes naturais. Al\u00e9m disso, ela apresenta diferentes ambientes de cultivo das plantas, como o ambiente escolar em destaque e tamb\u00e9m o dom\u00e9stico. Enfim, Mar\u00edlia mostra as plantas na escola, como de fato acreditamos ser poss\u00edvel acontecer e, al\u00e9m disso, aos cuidados das pr\u00f3prias crian\u00e7as. Esse contexto se torna um convite aos pequenos leitores para, quem sabe, pensar estrat\u00e9gias e desejar tamb\u00e9m plantar uma, duas ou dezenas de plantas pelos cantinhos desocupados que encontrarem pelo caminho&#8221;.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>6- Como foi a rea\u00e7\u00e3o dos pais?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8220;Eles foram meus grandes parceiros, sempre s\u00e3o quando s\u00e3o de fato convidados a fazer parte. Esses especificamente, embarcaram na aventura em busca das mudas, uma m\u00e3e at\u00e9 encomendou uma planta de Santa Catarina. Confiaram em mim para visitar a Pacha Mama e se alegram com isso, participaram da culin\u00e1rias ao longo do ano e sempre estiveram presentes&#8221;.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>7- As crian\u00e7as ficaram animadas com a atividade? E depois com a publica\u00e7\u00e3o do livro?<\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8220;A ideia do livro surgiu final de mar\u00e7o daquele ano, quando escrevi a poesia do Manjeric\u00e3o, que tinha a letra inicial de Mar\u00e7o e que tamb\u00e9m est\u00e1vamos pesquisando sobre ele. Brinquei com rimas junto com as crian\u00e7as trazendo o que hav\u00edamos descoberto, elas riam que riam! Naquele movimento me deu um clic, ali mesmo na sala de aula: \u201cNossa, acho que vou escrever uma poesia para cada planta que escolhermos para o alfabeto\u201d. No mesmo momento eu compartilhei meus pensamentos com as crian\u00e7as e tamb\u00e9m falei sobre a possibilidade de construirmos um livro, mas deixei claro que elas seriam minhas ilustradoras -conversas de sala de aula. \u00c9 claro que elas toparam e animad\u00edssimas. Assim foi, conforme realiz\u00e1vamos as pesquisas sobre cada planta, eu escrevia a poesia. Elas me ajudavam com as rimas e levavam os textos para ler em casa com a fam\u00edlia compartilhando o conhecimento da escola. E n\u00f3s fizemos um livro, a nosso modo, mas fizemos. Cada uma delas levou um de presente no final do ano, aquela vers\u00e3o que elas ilustraram&#8221;.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><br><em>&#8220;Agora elas j\u00e1 est\u00e3o no 4 ano e quando fui mostrar a nova vers\u00e3o, seus olhos deixaram transparecer o resgate das mem\u00f3rias daquele ano cheiroso e verdinho. Pareciam n\u00e3o acreditar rss&#8221;.&nbsp;<\/em><br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>8- Para voc\u00ea, o que significa essa realiza\u00e7\u00e3o? Imaginou que uma atividade em sala poderia se dar com tanto sucesso, resultando em uma publica\u00e7\u00e3o de um livro, que com certeza muitas outras professoras o utilizar\u00e3o como recurso pedag\u00f3gico?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8220;Para mim significa amor, resist\u00eancia e resili\u00eancia. Tamb\u00e9m significa possibilidade, pois atrav\u00e9s desse livro eu consegui materializar aquilo que tanto acredito: \u201c\u00e9 poss\u00edvel fazer pesquisa junto com as crian\u00e7as e na escola p\u00fablica\u201d. Por incr\u00edvel que pare\u00e7a, fazer isso ainda \u00e9 muito dif\u00edcil, sempre somos cerceados de desencontros e sufocados pelas burocracias. O livro conseguiu guardar uma experi\u00eancia singular para mim, uma experi\u00eancia coletiva e movida pelos desejos das crian\u00e7as. Foi um privil\u00e9gio conduzi-las nessa jornada e ser inspirada pelo percurso. Espero que com o livro, al\u00e9m de conhecerem as plantas, as letras de seus nomes, quem sabe desejar plantar uma mudinha etc, professores e crian\u00e7as conhe\u00e7am como foi o nosso modo de transitar na burocracia da escola e do curr\u00edculo, dando as m\u00e3os para eles e aprendendo nesse processo, juntos&#8221;.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><br>Q<strong>uer\u00edamos agradecer a Professora Bruna Ester Yamashita por nos presentear com este livro, est\u00e1 inspira\u00e7\u00e3o e sua disponibilidade em nos responder as quest\u00f5es sobre sua obra liter\u00e1ria.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>IMPORTANTE:<\/strong>&nbsp;Voc\u00ea caro Leitor(a), que tamb\u00e9m possui, hist\u00f3ria de viv\u00eancias e experi\u00eancias com seus alunos, compartilhem conosco pelas nossas redes sociais!&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Publica\u00e7\u00e3o: D\u00e9bora Fontana Borges.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1 Professores, professoras e demais p\u00fablico que acompanham o blog, j\u00e1 compartilhamos como dica de livros o livro: &#8220;Alfabeto de Plantas: de Alecrim a Zedo\u00e1ria&#8221;. 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